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Por 20:23 Sem categoria

Com bom humor, Sindicato de Curitiba e Região retrata as condições de trabalho e de atendimento existentes no Banco do Brasil

Haja saco! Bancários avaliam agências do BB

Haja saco para… tanta fila, para abusos na cobrança de tarifas, para os altos juros e para insistência em adquirir mais produtos. É carregando sacos de estopa com estas frases e provocações, que os dirigentes do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região estão visitando agências do Banco do Brasil na capital.

O objetivo é verificar o cumprimento de leis que pretendem assegurar a qualidade do atendimento aos clientes e usuários. De dentro dos sacos, os bancários retiram um folheto específico com informações sobre os serviços bancários.

A intenção é informar a população sobre seus direitos, as tarifas bancárias e de que forma podem ser feitas reclamações e queixas em relação ao atendimento das agências.

“Durante o ato, também iremos conversar com os bancários sobre as condições de trabalho as quais estão sendo submetidos”, explica Otávio Dias, presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região. “O cliente precisa estar ciente de que se não há funcionários suficientes para atendê-lo, o culpado é o banco que não realiza mais contratações e não do bancário que está cumprindo com seu dever na boca do caixa”, justifica.

Já foram “fiscalizadas” as agências Carlos Gomes, Tiradentes e Marechal. De tarde, serão as agências Alto da XV e Seminário, por volta das 14h e 15h, respectivamente.

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Em Curitiba e Região, a ordem é verificar se o Banco do Brasil atende a população de maneira digna

Sindicato promove blitz em agências do Banco do Brasil

Em prol dos clientes

O Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região realiza nesta terça-feira, dia 09 de setembro, uma fiscalização em diversas agências do Banco do Brasil. O objetivo é verificar o cumprimento de leis que pretendem assegurar a qualidade do atendimento aos clientes e usuários.

Munidos de máquinas fotográficas e materiais de conscientização para os clientes, a intenção é de verificar e registrar, por exemplo, se há cadeiras e banheiros disponíveis para os clientes, qual o tempo de espera nas filas e as condições de segurança das agências. Os dirigentes sindicais também irão distribuir um panfleto sobre os serviços bancários com intenção de informar clientes e usuários dos seus direitos, tarifas bancárias e de que forma podem fazer reclamações e queixas em relação ao atendimento das agências.

“Durante o ato, também iremos conversar com os bancários sobre as condições de trabalho às quais estão sendo submetidos”, explica Otávio Dias, presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região. “O cliente precisa estar ciente de que se não há funcionários suficientes para atendê-lo, o culpado é o banco que não realiza mais contratações e não do bancário que está cumprindo com seu dever na boca do caixa”, justifica.

Campanha Salarial Nacional 2008

A categoria bancária está em campanha salarial desde o dia 14 de agosto. Hoje (09), estarão ocorrendo negociações com a Federação Nacional dos Bancos, em São Paulo.

Já foram realizadas duas negociações, na primeira, no dia 27 de agosto, houve definição de um calendário de reuniões entre bancários e banqueiros.

Na reunião seguinte, foi amplamente debatido o assédio moral que ocorre nos bancos. Estão previstos para a reunião deste começo de semana o debate sobre saúde e condições de trabalho, emprego e segurança bancária.

No dia 16 de setembro, será a primeira reunião sobre remuneração. Os bancários de todo o país pedem 13,23% de reajuste salarial.

Reivindicações dos Trabalhadores Bancários:

Índice: Reajuste de 13,23% (5% de aumento real mais reposição da inflação do período)

Piso Salarial: aumento progressivo, em três anos, até atingir o piso estipulado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em torno de R$ 2.074.

Participação nos Lucros e Resultados: 3 salários mais R$ 3.500

Fim das metas abusivas: os bancários pedem uma mudança nas metas exigidas pelos bancos, para acabar com a pressão e adoecimento dos trabalhadores.

Segurança: portas de segurança em todas as agências bancárias; pagamento de um adicional de risco de vida de 40% do salário para funcionários de agências e Postos de Atendimento Bancário (PABs).

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.

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Sindicato dos Bancários Verifica Condições de Trabalho nas agências do Banco do Brasil

Agências lotadas, filas que não andam, sistema fora do ar. Após 3 dias fechadas devido ao feriadão, esse foi o cenário encontrado por clientes e usuários nas agências do Banco do Brasil, no centro de Curitiba, nesta terça-feira, dia 09 de setembro.

O Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região promoveu nesta manhã uma ‘blitz’ para fiscalizar e comprovar irregularidades no cumprimento de leis que asseguram a qualidade do atendimento aos clientes e usuários. O objetivo era ver se há cadeiras e banheiros disponíveis para os clientes, qual o tempo de espera nas filas e as condições de segurança das agências. Os dirigentes sindicais também distribuíram panfletos sobre os serviços bancários, na intenção de informar clientes e usuários sobre seus direitos, tarifas bancárias e de que forma podem fazer reclamações e queixas em relação ao atendimento das agências.

“O usuário precisa estar ciente de que se não há funcionários suficientes para atendê-lo, o culpado é o banco que não contrata gente suficiente. O bancário está sobrecarregado com o acúmulo de funções e metas abusivas”, explica Pablo Sérgio Mereles Ruiz Diaz, trabalhador do Banco do Brasil e secretário de Assuntos dos Bancos Públicos do Sindicato de Curitiba e Região.

Os dirigentes sindicais estavam munidos com sacos de pano, decorados com frases elucidativas e recheados com as insatisfações dos usuários do Banco do Brasil: juros altos, filas, insistência na venda de produtos, entre outros. “É uma mensagem descontraída, para algo que é bem sério. A população está de ‘saco-cheio’ de ser mal atendida no Banco do Brasil. E não é culpa do bancário. E sim da péssima situação que se encontra este banco público”, conclui Pablo Diaz.

O foco principal das atividades de protestos nas agências do Banco do Brasil foi o combate ao assédio moral, também denominado violência organizacional. Estratégia de que os gestores do banco se utilizam para exigir mais esforços do que já cumprem seus funcionários. Isso traz as seguintes conseqüências: Péssimo clima organizacional, funcionários com depressão e outras doenças ocupacionais, conforme o representante paranaense na comissão de empresa do Banco do Brasil, Gilberto Antonio Reck, trabalhador bancário no BB e diretor da FETEC/CUT-PR.

Atividades fazem parte da Campanha Salarial deste ano

A diretoria do Banco do Brasil segue oferecendo seguidas demonstrações de seu descaso para com os funcionários do banco e seus representantes. A mais recente prova está nos resultados das primeiras negociações entre os dois maiores bancos públicos federais, BB e Caixa Econômica Federal.

Ao contrário da atitude proativa da CAIXA que aceitou a definição de um calendário de negociações específicas, o Banco do Brasil apenas limitou-se a estender a validade das atuais cláusulas específicas. Os trabalhadores bancários no BB esperam muito mais.

“Precisamos explicar à população o que estamos pleiteando. Não basta falarmos em fim das terceirizações se as pessoas não entenderem o porque isso é tão prejudicial a categoria e as relações de trabalho”, assegura Ana Luiza Smolka, dirigente sindical e trabalhadora no Banco do Brasil.

Por Isabela Medeiros – FETEC/CUT-PR e CONTRAF/CUT.

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