Na última quinta-feira, dia 19/02, o expediente bancário da agência Brás da Caixa Federal foi marcado pela presença de representantes sindicais dos empregados. Foi distribuída carta aberta à população e aos clientes esclarecendo sobre as muitas dificuldades diárias vividas pelos trabalhadores.
Entre elas, a extrapolação da jornada de trabalho prevista na convenção coletiva da categoria, sem o devido pagamento de horas extras. “As chefias submetem os empregados a metas absurdas e obrigam as pessoas a trabalhar muito além das seis horas”, protesta a sindicalista Jackeline Machado, que completa dizendo que, além disso, o ponto eletrônico vem sendo fraudado, o que impossibilita o controle das horas trabalhadas a mais. “Muitas agências também reclamam de que não têm dotação orçamentária para cumprir sua parte e respeitar o direito ao trabalho remunerado do bancário. Um absurdo”, completa Jackeline.
Federal – “A situação só será resolvida quando a Caixa contratar novos empregados. Do jeito que está sendo feito, só tende a piorar, para todos os lados”, alerta Jackeline. Ela explica que o banco está contratando 4.900 pessoas, mas se vai mesmo abrir 500 novas agências como tem anunciado, a chegada deste pessoal não vai adiantar.
Para a sindicalista, a administração empossada no início do ano passado ainda não tomou medidas efetivas para melhorar as condições de trabalho na Caixa. “Por isso, o Sindicato e a Apcef estão iniciando um processo de mobilização contra o trabalho gratuito e pelo respeito ao acordo coletivo”, finaliza.
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo
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Por Mhais• 27 de fevereiro de 2004• 12:36• Sem categoria
COM MUITO TRABALHO E POUCO SALÁRIO BANCÁRIOS DA CAIXA INICIAM MOBILIZAÇÃO
Na última quinta-feira, dia 19/02, o expediente bancário da agência Brás da Caixa Federal foi marcado pela presença de representantes sindicais dos empregados. Foi distribuída carta aberta à população e aos clientes esclarecendo sobre as muitas dificuldades diárias vividas pelos trabalhadores.
Entre elas, a extrapolação da jornada de trabalho prevista na convenção coletiva da categoria, sem o devido pagamento de horas extras. “As chefias submetem os empregados a metas absurdas e obrigam as pessoas a trabalhar muito além das seis horas”, protesta a sindicalista Jackeline Machado, que completa dizendo que, além disso, o ponto eletrônico vem sendo fraudado, o que impossibilita o controle das horas trabalhadas a mais. “Muitas agências também reclamam de que não têm dotação orçamentária para cumprir sua parte e respeitar o direito ao trabalho remunerado do bancário. Um absurdo”, completa Jackeline.
Federal – “A situação só será resolvida quando a Caixa contratar novos empregados. Do jeito que está sendo feito, só tende a piorar, para todos os lados”, alerta Jackeline. Ela explica que o banco está contratando 4.900 pessoas, mas se vai mesmo abrir 500 novas agências como tem anunciado, a chegada deste pessoal não vai adiantar.
Para a sindicalista, a administração empossada no início do ano passado ainda não tomou medidas efetivas para melhorar as condições de trabalho na Caixa. “Por isso, o Sindicato e a Apcef estão iniciando um processo de mobilização contra o trabalho gratuito e pelo respeito ao acordo coletivo”, finaliza.
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo
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