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Com o Banco do Brasil, trabalhadores bancários voltam a negociar na quarta-feira, 26 de setembro

BB: Nova rodada acontece dia 26 de setembro

Representantes do Comando Nacional e da direção do banco do Brasil estiveram reunidos na manhã desta sexta-feira, na sede da Contraf-CUT, em São Paulo para discutir as reivindicações específicas dos trabalhadores do ramo financeiro. Nesta segunda rodada de negociação foram enfatizados temas referentes à Saúde e Claúsulas Renováveis.

Para Claúsulas Renováveis, o BB concordou em renovar a maioria das cláusulas apresentadas, que priorizam conteúdos sindical e social, deste que mantido os mesmos termos do Aditivo atual.

No caso de Saúde, houve um intenso debate, especialmente nos temas de assédio moral e afastamentos por doença ocupacional ou não. O negociador do banco admitiu a existência da prática de assédio moral, entretanto, garantiu que é fruto do momento de transição em que passa a empresa e que num período de sessenta dias deve ser sanado.

Foi cobrado do banco um programa preventivo às doenças do trabalho, especialmente com o cumprimento da legislação, no tocante ao SESMT (Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho). Foi proposto também o acompanhamento dos trabalhadores após o retorno ao trabalho, como forma de garantir que as causas do adoecimento não se reproduzam.

Durante os debates foi ainda proposto à realização de um seminário que debata o papel do BB no sistema financeiro e para a sociedade brasileira. Os negociadores do banco concordaram em realizá-lo após o término da Campanha Nacional.

Uma nova rodada ficou agendada para o dia 26 de setembro, em Brasília, quando serão debatidas as claúsulas referentes à PCS/PCC, Isonomia, Vale-transporte e recomposição do poder de compra dos salários.

Por Michele Amorim.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.fetcsp.org.br.
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Sindicato cobra posição do BB em reunião com Superintendência SP I

Foram debatidas irregularidades das centrais de crédito, discriminação no atendimento bancário e liberdade de organização

São Paulo – Na terça-feira, 18 de setembro, o Sindicato se reuniu com a Gepes SP (Gestão de Pessoas) e a Super SP I (Superintendência Estadual de Varejo para a Capital e litoral de São Paulo) para tratar de três temas que têm causado transtorno aos funcionários e clientes do Banco do Brasil.

O primeiro tratou das irregularidades nas centrais de crédito. Questões ergonômicas, da jornada, pausas, cumprimento da NR17 (uma vez que se trata de um trabalho de telemarketing), vale-transporte e ausências de assinatura de contrato (na contratação do crédito) foram alguns dos problemas apontados pelo Sindicato. Os bancários sugeriram a expansão da CABB – Central de Atendimento do BB, criada para esse fim. A Gepes São Paulo se comprometeu a trabalhar a questão ergonômica junto ao Sesmt e ao Sindicato, e a Superintendência solicitou continuar debatendo o tema na próxima semana.

“Nesta tentativa de solução via negociação, deixamos claro que o banco pode resolver isso com um simples ato de gestão empresarial. Ora, o funcionário não precisa sair da agência para contatar seus clientes, é uma questão óbvia, basta a dependência gerir adequadamente a função que cada bancário desempenha”, afirma William Mendes, diretor do Sindicato e da Contraf-CUT.

Sobre o atendimento, o Sindicato apontou a discriminação de algumas agências em relação ao atendimento de clientes do próprio banco oriundos de dependências diversas e do não atendimento de usuários. A Super SP I informou que não existe nenhuma recomendação de tal prática e que irá comunicar sua rede sobre os procedimentos de atendimento a clientes e usuários.

Sobre a suposta perseguição a funcionários que participam das atividades da categoria (como paralisações e greves), o superintendente Valmir Rossi reafirmou que não há discriminação alguma, pois o sistema de comissionamento é baseado no ranking de pontuação existente no sistema do BB. Afirmou ainda que apenas uma “pequena parte” das nomeações é feita pela Super, o restante pelas próprias dependências.

“Nós viemos ao banco cobrar sua posição sobre o tema. Agora os bancários é que acompanharão o dia-a-dia dos processos de comissionamento e denunciarão qualquer procedimento adverso àquele dito pelo banco, caso ocorra”, advertiu Hugo Tomé Aquino, diretor do Sindicato.

Além da superintendência, os dirigentes sindicais também se reuniram com o novo gestor da CSO Clóvis de Castro Jr. As reuniões são importantes neste momento de campanha nacional dos bancários, pois – mesmo com posições e interesses antagônicos (entre os bancários e o banco) – o Sindicato espera que haja respeito entre as partes. E, como dito nas reuniões, são nas assembléias que os bancários decidem o rumo da campanha e após a decisão todos devem respeitar a opinião da maioria.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.

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