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Compromissos e desafios para o futuro em debate na III Conferência Nacional de Formação da CUT

Desde quarta-feira (13) cerca de quatrocentos dirigentes e assessores sindicais de todo país estão reunidos na Associação Banestado, em Praia de Leste, município do Pontal do Paraná, na IIII Conferência Nacional da Política de Formação da CUT – “A formação dos trabalhadores no novo contexto dos mundos do trabalho: identidades e adversidades da educação integral”. O evento vai até o próximo sábado (16), completando cinco dias de exposições, oficinas, seminários e intensos debates.

A Conferência de Formação da CUT acontece a cada três anos, mas não se trata de um espaço deliberativo, tendo em vista que as formulações sobre a estratégia formativa da Central estão submetidas à Direção Executiva, tanto em âmbito nacional quanto nos estados e ramos. No entanto, a importância da atividade se dá pelo fato de consolidar-se como o maior espaço de debates e apontamentos de subsídios para a formulação de políticas, programas e estratégias para a Rede de Formação da CUT. Dessa forma, todas as reflexões são de grande relevância para as reformulações necessárias do Plano Nacional de Formação (PNF/CUT).

Na abertura do evento foi destacada a história da PNF/CUT, “que completou 22 anos em 2006 e capacitou milhares de trabalhadores, se consolidando como um referencial na elaboração de políticas educacionais voltadas à classe trabalhadora”, ressaltou o mestre do cerimonial. Participaram da mesa que abriu oficialmente as atividades o presidente da CUT Paraná, Roni Anderson Barbosa; a professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Antônia Pincano, o delegado Regional do Trabalho do Paraná, Geraldo Seratiuk; o dirigente da Central Geral dos Trabalhadores Portugueses, Júlio Balreira; o secretário estadual do Trabalho e Promoção Social, Emerson José Nerone, que representou o governador do Paraná Roberto Requião; o secretário geral da CUT nacional, Quintino Marques Severo; e o secretário nacional de Formação da CUT, José Celestino Lourenço.

O presidente da CUT-PR afirmou em sua exposição que a educação integral dos trabalhadores é uma meta constante para a Central. “A formação tem um papel importantíssimo para nós da CUT. A qualificação integral dos trabalhadores é permanente, exemplo disso são as experiências realizadas pela Central, como o projeto de alfabetização de jovens e adultos Todas as Letras. Tenho certeza de que a Conferência vai debater essas experiências com o objetivo de melhorá-las e ampliá-las”.

Quintino Severo, da CUT nacional, destacou que a Central sempre teve a formação como alicerce e, devido a isso, se transformou em uma das maiores do mundo. “Para nós a formação sempre esteve associada com o conjunto político. Nossa luta é para combater o atraso e o retrocesso impostos pelo neoliberalismo, como as privatizações e as reformas nos sistema previdenciário”.

O secretário nacional de formação da Central, José Celestino Lourenço, finalizou a abertura dizendo que a atividade nacional se realiza num contexto importante da conjuntura política. “A CUT definiu por aprofundar a disputa por hegemonia na sociedade por meio de suas lutas e mobilizações. A partir desse objetivo, temos feito muita formação sindical e ideológica, como a Central sempre fez”.

Pouco antes do intervalo para o almoço, os participantes da Conferência conheceram um pouco da cultura paranaense com uma apresentação do tradicional fandango, caracterizado pelo intenso sapateado e pela música retirada de instrumentos rústicos, mas de harmoniosa sonorização.

Na parte da tarde, os conferencistas acompanharam a mesa “formação dos trabalhadores no atual contexto de disputa de hegemonia na sociedade”, com exposição do professor e doutor Cláudio Salvatori Dedecca, do Departamento de Economia da Unicamp; de Júlio Balreira, da Central Geral dos Trabalhadores Portugueses; de Ruben Villa Verde, do Instituto Cuesta Duarte-Uruguai; e da professora Maria Ciavatta, da Universidade Federal Fluminense.

Nesta quinta-feira (14) a Conferência traz o primeiro bloco de oficinas metodológicas – identidades e adversidades das experiências formativas desenvolvidas na Rede de Formação da CUT, com dez atividades distintas. Os trabalhos terminam no sábado, com ato de encerramento da III Conferência da Política Nacional de Formação da CUT.

O evento conta com o apoio da Central Sindical Alemão DGB Bildungswerk, das secretarias de estado da Cultura e do Trabalho e Promoção Social, do Governo do Paraná, da Petrobrás, do Fundo de Amparo ao Trabalhador, do Ministério do Trabalho e Emprego, e do Governo Federal.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.cutpr.org.br.

Por 17:34 Notícias

Compromissos e desafios para o futuro em debate na III Conferência Nacional de Formação da CUT

Desde quarta-feira (13) cerca de quatrocentos dirigentes e assessores sindicais de todo país estão reunidos na Associação Banestado, em Praia de Leste, município do Pontal do Paraná, na IIII Conferência Nacional da Política de Formação da CUT – “A formação dos trabalhadores no novo contexto dos mundos do trabalho: identidades e adversidades da educação integral”. O evento vai até o próximo sábado (16), completando cinco dias de exposições, oficinas, seminários e intensos debates.
A Conferência de Formação da CUT acontece a cada três anos, mas não se trata de um espaço deliberativo, tendo em vista que as formulações sobre a estratégia formativa da Central estão submetidas à Direção Executiva, tanto em âmbito nacional quanto nos estados e ramos. No entanto, a importância da atividade se dá pelo fato de consolidar-se como o maior espaço de debates e apontamentos de subsídios para a formulação de políticas, programas e estratégias para a Rede de Formação da CUT. Dessa forma, todas as reflexões são de grande relevância para as reformulações necessárias do Plano Nacional de Formação (PNF/CUT).
Na abertura do evento foi destacada a história da PNF/CUT, “que completou 22 anos em 2006 e capacitou milhares de trabalhadores, se consolidando como um referencial na elaboração de políticas educacionais voltadas à classe trabalhadora”, ressaltou o mestre do cerimonial. Participaram da mesa que abriu oficialmente as atividades o presidente da CUT Paraná, Roni Anderson Barbosa; a professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Antônia Pincano, o delegado Regional do Trabalho do Paraná, Geraldo Seratiuk; o dirigente da Central Geral dos Trabalhadores Portugueses, Júlio Balreira; o secretário estadual do Trabalho e Promoção Social, Emerson José Nerone, que representou o governador do Paraná Roberto Requião; o secretário geral da CUT nacional, Quintino Marques Severo; e o secretário nacional de Formação da CUT, José Celestino Lourenço.
O presidente da CUT-PR afirmou em sua exposição que a educação integral dos trabalhadores é uma meta constante para a Central. “A formação tem um papel importantíssimo para nós da CUT. A qualificação integral dos trabalhadores é permanente, exemplo disso são as experiências realizadas pela Central, como o projeto de alfabetização de jovens e adultos Todas as Letras. Tenho certeza de que a Conferência vai debater essas experiências com o objetivo de melhorá-las e ampliá-las”.
Quintino Severo, da CUT nacional, destacou que a Central sempre teve a formação como alicerce e, devido a isso, se transformou em uma das maiores do mundo. “Para nós a formação sempre esteve associada com o conjunto político. Nossa luta é para combater o atraso e o retrocesso impostos pelo neoliberalismo, como as privatizações e as reformas nos sistema previdenciário”.
O secretário nacional de formação da Central, José Celestino Lourenço, finalizou a abertura dizendo que a atividade nacional se realiza num contexto importante da conjuntura política. “A CUT definiu por aprofundar a disputa por hegemonia na sociedade por meio de suas lutas e mobilizações. A partir desse objetivo, temos feito muita formação sindical e ideológica, como a Central sempre fez”.
Pouco antes do intervalo para o almoço, os participantes da Conferência conheceram um pouco da cultura paranaense com uma apresentação do tradicional fandango, caracterizado pelo intenso sapateado e pela música retirada de instrumentos rústicos, mas de harmoniosa sonorização.
Na parte da tarde, os conferencistas acompanharam a mesa “formação dos trabalhadores no atual contexto de disputa de hegemonia na sociedade”, com exposição do professor e doutor Cláudio Salvatori Dedecca, do Departamento de Economia da Unicamp; de Júlio Balreira, da Central Geral dos Trabalhadores Portugueses; de Ruben Villa Verde, do Instituto Cuesta Duarte-Uruguai; e da professora Maria Ciavatta, da Universidade Federal Fluminense.
Nesta quinta-feira (14) a Conferência traz o primeiro bloco de oficinas metodológicas – identidades e adversidades das experiências formativas desenvolvidas na Rede de Formação da CUT, com dez atividades distintas. Os trabalhos terminam no sábado, com ato de encerramento da III Conferência da Política Nacional de Formação da CUT.
O evento conta com o apoio da Central Sindical Alemão DGB Bildungswerk, das secretarias de estado da Cultura e do Trabalho e Promoção Social, do Governo do Paraná, da Petrobrás, do Fundo de Amparo ao Trabalhador, do Ministério do Trabalho e Emprego, e do Governo Federal.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.cutpr.org.br.

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