Nesta segunda-feira, 03 de outubro, os trabalhadores bancários do Paraná, vinculados aos dez sindicatos filiados à FETEC-CUT-PR fecharam 616 agências no estado. O sétimo dia da greve nacional mobilizou 14,8 mil bancários paranaenses, cerca de 60% da categoria.
Em Curitiba e Região, são 265 agências e oito centros administrativos de portas fechadas. (Saiba mais)
Confira o número de agências fechadas no Paraná (bases filiadas à FETEC-CUT-PR:
Apucarana e Região – 35 agências;
Arapoti e Região – 32 agências;
Campo Mourão e Região – 29 agências;
Cornélio Procópio e Região – 38 agências;
Curitiba e Região – 265 agências (além de diversos centros administrativos);
Guarapuava e Região – 30 agências;
Londrina e Região – 66 agências;
Paranavaí e Região – 30 agências;
Toledo e Região – 28 agências; e
Umuarama e Região – 65 agências.
Por: Flávia Silveira
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br. ADAPTADA PELE FETEC-CUT-PR
P. S.: a greve nacional da categoria bancária também acontece em bases sindicais filiadas à FEEB-PR, tendo como cidades-sede dos sindicatos, os seguintes locais: Cascavel, Cianorte, Foz do Iguaçú, Goio-Erê, Maringá, Paranaguá, Pato Branco, Ponta Grossa, Telêmaco Borba e União da Vitória.
========================================
Trabalhadores bancários distribuem sardinha em protesto contra interdito
SARDINHA FOI ASSADA EM FRENTE AO BRADESCO DA RUA MONSENHOR CELSO
Nesta segunda-feira, 03 de outubro, bancários em greve assaram sardinha em frente a uma agência do banco Bradesco, no centro de Curitiba, em protesto contra os interditos que impedem as manifestações em frente ao banco.
A iguaria foi distribuída para a população que transitava no local e o protesto foi amplamente acompanhado por emissoras de TV da capital. Os bancários pretendem continuar com manifestações amanhã, 04 de outubro, desta vez contra a reabertura das agências do banco HSBC via interdito proibitório.
Violência – A manifestação pacífica foi marcada pela truculência da Prefeitura de Curitiba, que mandou guardas municipais impedirem o protesto. Os guardas tentaram retirar dos trabalhadores bancários a churrasqueira e os demais instrumentos utilizados para assar a sardinha. Os bancários tiveram que assumir o compromisso de continuar o manifesto por apenas mais 30 minutos para que os objetos não fossem confiscados.
Por: Paula Padilha
=====================================
Trabalhadores bancários fecham 265 agências em Curitiba e Região
BANCÁRIOS CONTINUAM MOBILIZADOS EM BUSCA DE MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO
No dia em que a Greve Nacional dos Bancários entra em sua segunda semana, são 265 agências fechadas em Curitiba e região, além de oito centros administrativos. Neste sétimo dia de greve, são 9.800 bancários de braços cruzados.
Houve uma diminuição no número tanto de agências como de centros administrativos fechados em decorrência de interditos proibitórios concedidos pela Justiça do Trabalho ao banco Bradesco e ao banco HSBC, que permaneceram com todas as suas unidades abertas nesta segunda-feira, 03 de outubro.
No final da tarde de hoje, os trabalhadores bancários se reuniram em assembleia para avaliar a primeira semana de greve e organizar os próximos passos da mobilização, que deve ser ampliada em todo Brasil nestes próximos dias, haja vista a falta de resposta dos patrões banqueiros.
Por: Flávia Silveira
NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br. ADAPTADAS PELA FETEC-CUT-PR
=========================================
Pressão do Banco do Brasil não abala movimento da categoria bancária
A Greve da categoria na base do Sindicato de Londrina e Região está forte neste sétimo dia de movimento pela conquista do emprego decente na Campanha Nacional Unificada 2011. Hoje (3/10), apesar da pressão do Banco do Brasil, que conseguiu impedir a participação de alguns funcionários na Greve, a mobilização continuou na Caixa Econômica Federal e nos demais bancos privados que operam na base territorial.
Segundo Wanderley Crivellari, presidente do Sindicato de Londrina, foram fechadas 69 agências nesta segunda-feira, com a participação de 1.523 bancários. “A categoria sabe que a unidade é fundamental para ampliar as conquistas e está participando da Greve, paralisando as atividades para pressionar os bancos a apresentarem uma proposta que se aproxime das nossas reivindicações”, afirma Wanderley.
No Paraná, conforme levantamento feito pela FETEC-CUT-PR, nas 10 bases sindicais filiadas à entidade a Greve já atinge 616 agências, o que representa a adesão de 14.870 bancários no movimento. Este número corresponde a 62% do total de bancários que atuam nas bases cutistas.
Continua a truculência no Banco do Brasil
O Banco do Brasil teve seu pedido de Interdito Proibitório negado pela Justiça do Trabalho de Londrina na quinta-feira (29/09). Através de Mandado de Segurança, conseguido às 19h20 de sexta-feira (30/09), o BB obteve liminar determinando ao Sindicato que não empregue força física para coibir o acesso às agências bancárias da empresa.
Os fatos narrados pelo banco para convencer o desembargador Dirceu Pinto Júnior estão completamente distorcidos do que realmente ocorreu. Primeiro, porque a Greve da categoria é legal, pacífica e, prova disso, é que os problemas ocorreram apenas em uma dependência do Banco do Brasil, num circo armado de forma premeditada pelo banco. Nas demais agências do Banco o que existe é a pressão de gestores para que os funcionários adentrem as agências a qualquer custo.
Em todas as outras agências bancárias de Londrina, de todos os outros bancos, não se registrou nenhum incidente deste tipo.
“O que temos presenciado é a prática da truculência por parte da Superintendência Regional do Banco do Brasil, que tem cobrado de seus gestores uma suposta “liderança”, palavra que quer dizer pressão descabida em cima dos funcionários”, ressalta Wanderley Crivellari.
“Tanto é assim que o Banco do Brasil se utilizou de um instrumento como o Interdito Proibitório. Não temos lembrança do uso de tal recurso pelo Banco do Brasil aqui na região. De fato, vai entrar pra história o comportamento truculento e antissindical adotado este ano aqui em Londrina”, acrescenta o presidente do Sindicato de Londrina.
O Sindicato tem relatos de que desde sexta-feira os funcionários têm recebido ligações dos gestores determinando a entrada nas agências. Os gestores têm falado que o BB conseguiu uma liminar na Justiça dizendo que o banco tem que abrir e os funcionários têm que entrar.
“O Banco não respeita a Lei de Greve, assedia seus funcionários e adota práticas que merecem repúdio. O clima entre os funcionários está muito ruim por conta da pressão e do constrangimento provocado pelo Regional”, aponta Gisa Bisotto, secretária geral do Sindicato de Londrina.
Vale lembrar que o acionista majoritário do BB é o Governo Federal, que passa a ter responsabilidade sobre estas práticas antissindicais adotadas por estes gestores.
=======================================
Sindicatos das bases de Apucarana, Arapoti, Cornélio Procópio e respectivas regiões ampliam a greve
Os Sindicatos de Apucarana, Arapoti e de Cornélio Procópio conseguiram hoje (3/10), sétimo dia de Greve, ampliar o número de bancários que estão participando do movimento nacional. Em Apucarana, além da cidade sede do Sindicato, a Greve atinge as agências localizadas nos municípios de Arapongas, Cambira, Califórnia, Jandaia do Sul, Marilândia do Sul, São Pedro do Ivaí e de Ivaiporã.
“Contamos com a participação de 497 bancários, de 35 agências, o que representa um total de 83% de adesão em nossa base territorial”, explica Damião Rodrigues, presidente do Sindicato de Apucarana e Região. Segundo ele, este é o resultado das Reuniões Regionais realizadas nos últimos dias para convocar a categoria a participar das atividades da Campanha Nacional Unificada 2011.
Arapoti já fechou 32 agências
Apesar de terem iniciado a Greve no quarto dia do movimento nacional, na última sexta-feira (30/09), hoje os bancários de Arapoti seguiram as orientações do Sindicato e cruzaram os braços em 32 agências. “Hoje, em nosso segundo dia de participação nas atividades de pressão contra os bancos conseguimos fechar cinco agências a mais em relação à sexta-feira. Os bancários estão conscientes de que sem luta não terão conquistas”, ressalta José Ubiraci de Oliveira, presidente do Sindicato de Arapoti e Região.
Adesão em Cornélio atinge 95,87%
O Sindicato de Cornélio Procópio também ampliou a mobilização da categoria neste sétimo dia de Greve, alcançando uma adesão de 95,87% dos bancários de sua base territorial, o que representa o fechamento de 36 agências bancárias. “Estamos próximos de atingir 100% de participação, dando assim nossa contribuição à Campanha 2011 para pressionar os bancos a retomarem o diálogo com o Comando Nacional, discutindo com seriedade as reivindicações necessárias para tornar decente o emprego nos bancos”, argumenta Dirceu Casa Grande Junior, presidente do Sindicato de Cornélio e Região.
Texto: Armando Duarte Jr.
NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.vidabancaria.com.br