São Paulo) A Contraf-CUT e o Bradesco retomam no próximo dia 23 o processo de negociações permanentes após a Campanha Nacional. A reunião está agendada para 15h, na sede do banco, na Cidade de Deus, em Osasco.
“Vamos reapresentar nossa pauta de reivindicações e cobrar do Bradesco seriedade nas negociações. Nossas demandas estão em debate já há algum tempo e temos pressa em resolvê-las. Principalmente quando o tema é condições de trabalho”, afirma Pedro Sardi, diretor da Fetec São Paulo e membro da Comissão de Organização dos Empregados (COE).
Entre as principais reivindicações dos bancários estão a isonomia entre os funcionários dos bancos incorporados, um novo Plano de Cargos e Salários (PCS), auxílio-educação e mais segurança.
“Também reivindicamos a melhora nas condições de trabalho, pois a qualidade de vida dos bancários do Bradesco está caindo a cada dia. Um bom começo é realizar o curso do Treinet dentro do horário de trabalho e que ele seja opcional”, afirma Pedro.
O diretor da Fetec destaca que os bancários também vão exigir o fim do assédio moral, principalmente com a proibição da exposição do ranking do desempenho das agências nos locais de trabalho. “Queremos ainda a democracia e transparência na gestão do Plano de Saúde”, finaliza Pedro Sardi.
Fonte: Contraf-CUT.
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Por Mhais• 8 de novembro de 2006• 21:38• Sem categoria
Contraf-CUT e Bradesco negociam no dia 23 de novembro
São Paulo) A Contraf-CUT e o Bradesco retomam no próximo dia 23 o processo de negociações permanentes após a Campanha Nacional. A reunião está agendada para 15h, na sede do banco, na Cidade de Deus, em Osasco.
“Vamos reapresentar nossa pauta de reivindicações e cobrar do Bradesco seriedade nas negociações. Nossas demandas estão em debate já há algum tempo e temos pressa em resolvê-las. Principalmente quando o tema é condições de trabalho”, afirma Pedro Sardi, diretor da Fetec São Paulo e membro da Comissão de Organização dos Empregados (COE).
Entre as principais reivindicações dos bancários estão a isonomia entre os funcionários dos bancos incorporados, um novo Plano de Cargos e Salários (PCS), auxílio-educação e mais segurança.
“Também reivindicamos a melhora nas condições de trabalho, pois a qualidade de vida dos bancários do Bradesco está caindo a cada dia. Um bom começo é realizar o curso do Treinet dentro do horário de trabalho e que ele seja opcional”, afirma Pedro.
O diretor da Fetec destaca que os bancários também vão exigir o fim do assédio moral, principalmente com a proibição da exposição do ranking do desempenho das agências nos locais de trabalho. “Queremos ainda a democracia e transparência na gestão do Plano de Saúde”, finaliza Pedro Sardi.
Fonte: Contraf-CUT.
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