(São Paulo) A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) realiza nesta quarta e quinta (11 e 12/02) plenária nacional, com a participação das coordenações nos Estados. O principal objetivo é planejar a Campanha Nacional pelo Direito ao Trabalho, definida pela Comissão Nacional da CMS na reunião do dia 12 de Janeiro. A plenária será realizada no Centro de Encontro Colégio Santa Fé, na Rodovia Anhanguera KM 25,5, próximo à Estrada de Perus, em São Paulo/SP.
João Pedro Stédile, do MST, faz a introdução aos trabalhos que serão coordenados por Antonio Carlos Spis, Secretário Nacional de Comunicação da CUT, e Maria Aparecida Peixoto dos Santos, da União das Mulheres do Brasil. Às 10h30, Márcio Pochman, Secretário do Trabalho e Desenvolvimento do Município de São Paulo, e Claudio Salvatori, da Unicamp, fazem análise de conjuntura.
A pauta da Plenária prevê a análise da situação do desemprego: causas, relação com modelo econômico, etc; apresentação e debate da proposta já elaborada de construção de um movimento de massas em torno a uma campanha pelo emprego; metodologia de base para realizarmos um mutirão nacional de março a abril; preparação do calendário de mobilizações unitárias, que culminariam em um primeiro momento com grandes manifestações do 1º de Maio.
Ainda na quarta, à tarde, os grupos de trabalho trabalharão para organizar a Campanha Nacional Pelo Direito ao Trabalho, que no entendimento da coordenação do CMS unifica as questões de terra, trabalho, desemprego, moradia, educação e tantos outros temas sociais que precisam estar na agenda diária do governo. “Este é um governo de disputa e nós precisamos ir para as ruas para disputar as verbas disponíveis”, explica Spis.
“Nós esperamos uma Plenária o mais representativa possível de todos os movimentos nacionais e das coordenações a nível nacional. Nesse sentido pedimos que cada movimento/organização esforce-se para enviar seus representantes”, afirma Spis.
Segundo Spis, o momento exige um forte movimento de massas para enfrentar esse que é o maior problema social do povo brasileiro – o desemprego. “Para isso é necessário apresentarmos propostas não só de curto prazo, mas sobretudo um projeto de desenvolvimento, com soberania nacional, com emprego para todos, com valorização do trabalho (salário e renda) e com inclusão social. Como está expresso nos documentos base que já construímos ao nível da CMS”, acrescenta.
Com esse intuito, a coordenação do CMS espera reunir em torno de 200 dirigentes de todo país, sendo 50 de São Paulo, 30 de Minas Gerais, 20 do Rio de Janeiro, 20 do Paraná. Os Estados estruturados poderão enviar 10 representantes e os não estruturados, seis.
Na noite da quarta, depoimentos e balanço da participação no Fórum Social Mundial e no Encontro Hemisfério, em Cuba. Na quinta, haverá a apresentação da Campanha e encaminhamentos para sua realização.
Fonte: Rita de Biagio – CUT
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Por Mhais• 10 de fevereiro de 2004• 20:23• Sem categoria
COORDENAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS REALIZA PLENÁRIA
(São Paulo) A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) realiza nesta quarta e quinta (11 e 12/02) plenária nacional, com a participação das coordenações nos Estados. O principal objetivo é planejar a Campanha Nacional pelo Direito ao Trabalho, definida pela Comissão Nacional da CMS na reunião do dia 12 de Janeiro. A plenária será realizada no Centro de Encontro Colégio Santa Fé, na Rodovia Anhanguera KM 25,5, próximo à Estrada de Perus, em São Paulo/SP.
João Pedro Stédile, do MST, faz a introdução aos trabalhos que serão coordenados por Antonio Carlos Spis, Secretário Nacional de Comunicação da CUT, e Maria Aparecida Peixoto dos Santos, da União das Mulheres do Brasil. Às 10h30, Márcio Pochman, Secretário do Trabalho e Desenvolvimento do Município de São Paulo, e Claudio Salvatori, da Unicamp, fazem análise de conjuntura.
A pauta da Plenária prevê a análise da situação do desemprego: causas, relação com modelo econômico, etc; apresentação e debate da proposta já elaborada de construção de um movimento de massas em torno a uma campanha pelo emprego; metodologia de base para realizarmos um mutirão nacional de março a abril; preparação do calendário de mobilizações unitárias, que culminariam em um primeiro momento com grandes manifestações do 1º de Maio.
Ainda na quarta, à tarde, os grupos de trabalho trabalharão para organizar a Campanha Nacional Pelo Direito ao Trabalho, que no entendimento da coordenação do CMS unifica as questões de terra, trabalho, desemprego, moradia, educação e tantos outros temas sociais que precisam estar na agenda diária do governo. “Este é um governo de disputa e nós precisamos ir para as ruas para disputar as verbas disponíveis”, explica Spis.
“Nós esperamos uma Plenária o mais representativa possível de todos os movimentos nacionais e das coordenações a nível nacional. Nesse sentido pedimos que cada movimento/organização esforce-se para enviar seus representantes”, afirma Spis.
Segundo Spis, o momento exige um forte movimento de massas para enfrentar esse que é o maior problema social do povo brasileiro – o desemprego. “Para isso é necessário apresentarmos propostas não só de curto prazo, mas sobretudo um projeto de desenvolvimento, com soberania nacional, com emprego para todos, com valorização do trabalho (salário e renda) e com inclusão social. Como está expresso nos documentos base que já construímos ao nível da CMS”, acrescenta.
Com esse intuito, a coordenação do CMS espera reunir em torno de 200 dirigentes de todo país, sendo 50 de São Paulo, 30 de Minas Gerais, 20 do Rio de Janeiro, 20 do Paraná. Os Estados estruturados poderão enviar 10 representantes e os não estruturados, seis.
Na noite da quarta, depoimentos e balanço da participação no Fórum Social Mundial e no Encontro Hemisfério, em Cuba. Na quinta, haverá a apresentação da Campanha e encaminhamentos para sua realização.
Fonte: Rita de Biagio – CUT
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