Ele é acusado de ter desviado cerca de R$ 118 milhões em impostos e de ter enviado ao exterior R$ 40 mi através de contas CC-5
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O doleiro Alberto Youssef, um dos investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Banestado e que está preso na sede da Polícia Federal, em Curitiba, será interrogado nesta quarta-feira pelo juiz Sérgio Moro, da 2ª Vara Criminal Federal de Curitiba, especializada em casos de lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.
O doleiro é suspeito de ter aberto dezenas de contas-fantasma no Banestado e em outros bancos visando o envio de dinheiro para fora do país.
Youssef é também apontado como intermediário nos esquemas de corrupção nas prefeituras de Londrina e Maringá, nos anos de 1996 a 1999. Na mesma época, ele teria sonegado cerca de R$ 118 milhões em impostos por meio de sua empresa, a Youssef Câmbio e Turismo.
No ano passado, ele foi acusado de participar de uma fraude contra a Companhia Paranaense de Energia, que teria comprado créditos de ICMS irregulares de uma empresa que estava falida. Com auxílio do doleiro, a quantia de R$ 40 milhões teria sido depositada em contas-fantasma e de empresas do Rio de Janeiro.
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Por Mhais• 4 de novembro de 2003• 03:39• Sem categoria
CPI DO BANESTADO OUVIRÁ AMANHÃ DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF
Ele é acusado de ter desviado cerca de R$ 118 milhões em impostos e de ter enviado ao exterior R$ 40 mi através de contas CC-5
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O doleiro Alberto Youssef, um dos investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Banestado e que está preso na sede da Polícia Federal, em Curitiba, será interrogado nesta quarta-feira pelo juiz Sérgio Moro, da 2ª Vara Criminal Federal de Curitiba, especializada em casos de lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.
O doleiro é suspeito de ter aberto dezenas de contas-fantasma no Banestado e em outros bancos visando o envio de dinheiro para fora do país.
Youssef é também apontado como intermediário nos esquemas de corrupção nas prefeituras de Londrina e Maringá, nos anos de 1996 a 1999. Na mesma época, ele teria sonegado cerca de R$ 118 milhões em impostos por meio de sua empresa, a Youssef Câmbio e Turismo.
No ano passado, ele foi acusado de participar de uma fraude contra a Companhia Paranaense de Energia, que teria comprado créditos de ICMS irregulares de uma empresa que estava falida. Com auxílio do doleiro, a quantia de R$ 40 milhões teria sido depositada em contas-fantasma e de empresas do Rio de Janeiro.
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