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Criação do Coaf inibiu fraudes, diz responsável por loterias da CAIXA

Brasília – Desde a criação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em 2000, diminuiu consideravelmente o número de pessoas que “ganhavam na loteria mais de uma vez”.
Com o controle, o apostador que ganha uma prêmio superior a R$ 800, deve preencher, em uma agência da Caixa, a Declaração de Aumento Patrimonial por Ganho na Loteria, que registra todos os seus dados e os informa à Receita Federal.
Caso o mesmo CPF se repita em duas ou três oportunidades, o fato é informado ao Coaf, que será responsável por encaminhar as informações aos órgãos competentes pelas investigações.
“Esse tipo de ocorrência acontecia muito na década de 90 antes da criação do Coaf”, disse em entrevista ao programa Revista Brasil da Rádio Nacional, o superintendente Nacional de Loterias da Caixa Econômica Federal, Paulo Campos.
Segundo ele, ao se submeter a todos esses procedimentos o cidadão deixará sua impressão digital, “que no caso é o número do CPF”. Se isso ocorrer mais de duas ou três vezes, esses dados vão ‘bater’ na Receita Federal e, se comprovadas irregularidades, essa pessoa terá problema”.
O superintendente destacou que não há uma área mais fiscalizada e auditada do que as loterias. Segundo ele, o Tribunal da Contas da União (TCU), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público são órgãos que acompanham sistematicamente o funcionamento das loterias.
Campos ressaltou ainda que a arrecadação recorde de R$ 890 milhões em apenas dois meses do ano demonstra a credibilidade e a confiança da população com as loterias da Caixa.
Por Marcos Agostinho – Da Agência Brasil.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.

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Criação do Coaf inibiu fraudes, diz responsável por loterias da CAIXA

Brasília – Desde a criação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em 2000, diminuiu consideravelmente o número de pessoas que “ganhavam na loteria mais de uma vez”.

Com o controle, o apostador que ganha uma prêmio superior a R$ 800, deve preencher, em uma agência da Caixa, a Declaração de Aumento Patrimonial por Ganho na Loteria, que registra todos os seus dados e os informa à Receita Federal.

Caso o mesmo CPF se repita em duas ou três oportunidades, o fato é informado ao Coaf, que será responsável por encaminhar as informações aos órgãos competentes pelas investigações.

“Esse tipo de ocorrência acontecia muito na década de 90 antes da criação do Coaf”, disse em entrevista ao programa Revista Brasil da Rádio Nacional, o superintendente Nacional de Loterias da Caixa Econômica Federal, Paulo Campos.

Segundo ele, ao se submeter a todos esses procedimentos o cidadão deixará sua impressão digital, “que no caso é o número do CPF”. Se isso ocorrer mais de duas ou três vezes, esses dados vão ‘bater’ na Receita Federal e, se comprovadas irregularidades, essa pessoa terá problema”.

O superintendente destacou que não há uma área mais fiscalizada e auditada do que as loterias. Segundo ele, o Tribunal da Contas da União (TCU), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público são órgãos que acompanham sistematicamente o funcionamento das loterias.

Campos ressaltou ainda que a arrecadação recorde de R$ 890 milhões em apenas dois meses do ano demonstra a credibilidade e a confiança da população com as loterias da Caixa.

Por Marcos Agostinho – Da Agência Brasil.

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