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CUT antecipa debate sobre sucessão e três nomes concorrem à presidência

A CUT foi obrigada a antecipar o debate sobre a sucessão na presidência da maior central sindical do país. Essa discussão foi detonada pela reforma ministerial do presidente Lula, que nomeou Luiz Marinho para o Ministério do Trabalho. Se não fosse isso, a sucessão seria decidida apenas no próximo congresso da CUT, previsto para maio de 2006.

Com a ida de Marinho para o governo, a presidência da CUT passou a ser ocupada interinamente pelo vice-presidente da central, Wagner Gomes. O nome do ocupante definitivo do cargo será definido por um fórum que deve anunciar o novo presidente no dia 27.

Até lá, os dirigentes da CUT terão que escolher entre os integrantes da Executiva Nacional um nome para ocupar a presidência da central por um curto espaço de tempo: somente até o próximo congresso.

Apesar do pouco tempo que sobra para comandar a central, vários nomes estão interessados em assumir o posto. Três nomes surgiram nos últimos dias como prováveis sucessores de Marinho: João Vaccari Neto (secretário de relações internacionais); João Felício (secretário-geral); e Artur Henrique da Silva Santos (secretário de organização).

Vaccari presidiu o forte sindicato dos bancários, o mesmo que levou para o governo Lula quadros como Ricardo Berzoini (ex-ministro do Trabalho) e Luiz Gushiken (Secretaria de Comunicação). Na formação do governo Lula, seu nome chegou a ser cogitado para a presidência de um banco estatal, mas depois foi descartado porque Vaccari não possui diploma de curso superior.

Felício já presidiu a CUT e saiu do sindicato dos professores. Ele conta com a simpatia de importantes membros da CUT, como o secretário de comunicação da central, Antonio Carlos Spis.

Silva Santos, que veio do sindicato dos eletricitários, ganhou importância na gestão de Marinho, pois foi um dos responsáveis pela participação da CUT no texto da reforma sindical.

Apesar da força dos três dirigentes, já há dentro da CUT quem defenda a escolha de um nome permanente para a presidência da central. Nesse cenário, pré-candidatos da eleição de 2006 também começam a se movimentar nos bastidores da CUT.

O problema é que o substituto de Marinho terá de ser escolhido entre os nomes da atual Executiva. E alguns pré-candidatos estão de fora da Executiva. Para chegarem à presidência da CUT eles teriam de antecipar o congresso de 2006.

Wagner Gomes

O presidente interino da CUT foi presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo de 1989 a 1995. Ele foi coordenador nacional da Corrente Sindical Classista desde 1996 e passou a integrar a Executiva Nacional da CUT a partir de 1991.

No campo político, ele entrou para a direção estadual do PCdoB de São Paulo em 1990. Ele foi candidato ao Senado em 2002, mas acabou não se elegendo.

Ele também não deverá ficar definitivamente na presidência da CUT, já que o cargo deverá ficar com alguém da Articulação Sindical e Gomes é da Corrente Sindical Classista, mais ligada à esquerda.

No entanto, ele diz que seu nome não deveria ser descartado. “Meu nome também deveria ser considerado. Afinal, a vitória da chapa 1 foi resultado da composição de várias forças”, disse Gomes.

Fonte: Folha Online – FABIANA FUTEMA

Por 11:31 Notícias

CUT antecipa debate sobre sucessão e três nomes concorrem à presidência

A CUT foi obrigada a antecipar o debate sobre a sucessão na presidência da maior central sindical do país. Essa discussão foi detonada pela reforma ministerial do presidente Lula, que nomeou Luiz Marinho para o Ministério do Trabalho. Se não fosse isso, a sucessão seria decidida apenas no próximo congresso da CUT, previsto para maio de 2006.
Com a ida de Marinho para o governo, a presidência da CUT passou a ser ocupada interinamente pelo vice-presidente da central, Wagner Gomes. O nome do ocupante definitivo do cargo será definido por um fórum que deve anunciar o novo presidente no dia 27.
Até lá, os dirigentes da CUT terão que escolher entre os integrantes da Executiva Nacional um nome para ocupar a presidência da central por um curto espaço de tempo: somente até o próximo congresso.
Apesar do pouco tempo que sobra para comandar a central, vários nomes estão interessados em assumir o posto. Três nomes surgiram nos últimos dias como prováveis sucessores de Marinho: João Vaccari Neto (secretário de relações internacionais); João Felício (secretário-geral); e Artur Henrique da Silva Santos (secretário de organização).
Vaccari presidiu o forte sindicato dos bancários, o mesmo que levou para o governo Lula quadros como Ricardo Berzoini (ex-ministro do Trabalho) e Luiz Gushiken (Secretaria de Comunicação). Na formação do governo Lula, seu nome chegou a ser cogitado para a presidência de um banco estatal, mas depois foi descartado porque Vaccari não possui diploma de curso superior.
Felício já presidiu a CUT e saiu do sindicato dos professores. Ele conta com a simpatia de importantes membros da CUT, como o secretário de comunicação da central, Antonio Carlos Spis.
Silva Santos, que veio do sindicato dos eletricitários, ganhou importância na gestão de Marinho, pois foi um dos responsáveis pela participação da CUT no texto da reforma sindical.
Apesar da força dos três dirigentes, já há dentro da CUT quem defenda a escolha de um nome permanente para a presidência da central. Nesse cenário, pré-candidatos da eleição de 2006 também começam a se movimentar nos bastidores da CUT.
O problema é que o substituto de Marinho terá de ser escolhido entre os nomes da atual Executiva. E alguns pré-candidatos estão de fora da Executiva. Para chegarem à presidência da CUT eles teriam de antecipar o congresso de 2006.
Wagner Gomes
O presidente interino da CUT foi presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo de 1989 a 1995. Ele foi coordenador nacional da Corrente Sindical Classista desde 1996 e passou a integrar a Executiva Nacional da CUT a partir de 1991.
No campo político, ele entrou para a direção estadual do PCdoB de São Paulo em 1990. Ele foi candidato ao Senado em 2002, mas acabou não se elegendo.
Ele também não deverá ficar definitivamente na presidência da CUT, já que o cargo deverá ficar com alguém da Articulação Sindical e Gomes é da Corrente Sindical Classista, mais ligada à esquerda.
No entanto, ele diz que seu nome não deveria ser descartado. “Meu nome também deveria ser considerado. Afinal, a vitória da chapa 1 foi resultado da composição de várias forças”, disse Gomes.
Fonte: Folha Online – FABIANA FUTEMA

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