Luiz Marinho
Presidente Nacional da CUT
(São Paulo) É inacreditável que o Copom continue apostando no conservadorismo e acredite que os indicadores econômicos apresentem resultados positivos por inércia.
Manter o mesmo patamar de juros de janeiro é colocar em risco todas as metas de crescimento, continuar sacrificando os trabalhadores e privilegiando apenas aqueles que vêm se locupletando com os juros altos, as instituições financeiras (vide seus lucros astronômicos, de R$ 14 bilhões, anunciados ontem).
O momento exige responsabilidade e firmeza de propósitos para que o “espetáculo do crescimento” entre em temporada. Mas não há espetáculo se atores, produtores, contra-regras não arregaçarem as mangas para fazê-lo acontecer.
Infelizmente, fica difícil acreditar que o grande público, ou seja, a sociedade brasileira, vai querer continuar assistindo a reprises, porque sabe que o final não é feliz para ninguém.
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Comentários
Por Mhais• 19 de fevereiro de 2004• 12:58• Sem categoria
CUT CRITICA CONSERVADORISMO DO COPOM
Luiz Marinho
Presidente Nacional da CUT
(São Paulo) É inacreditável que o Copom continue apostando no conservadorismo e acredite que os indicadores econômicos apresentem resultados positivos por inércia.
Manter o mesmo patamar de juros de janeiro é colocar em risco todas as metas de crescimento, continuar sacrificando os trabalhadores e privilegiando apenas aqueles que vêm se locupletando com os juros altos, as instituições financeiras (vide seus lucros astronômicos, de R$ 14 bilhões, anunciados ontem).
O momento exige responsabilidade e firmeza de propósitos para que o “espetáculo do crescimento” entre em temporada. Mas não há espetáculo se atores, produtores, contra-regras não arregaçarem as mangas para fazê-lo acontecer.
Infelizmente, fica difícil acreditar que o grande público, ou seja, a sociedade brasileira, vai querer continuar assistindo a reprises, porque sabe que o final não é feliz para ninguém.
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