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CUT PEDE QUE LULA TRATE DO EMPREGO COMO CUIDA DA INFLAÇÃO

A CUT (Central Única dos Trabalhadores), aliada histórica do PT, também cobrou do governo Luiz Inácio Lula da Silva medidas mais eficazes para combater o desemprego. Segundo a central sindical, o governo precisa dar ao emprego a mesma importância que dá para outras áreas.
“O emprego precisa ser uma prioridade do governo e merece receber a mesma atenção que é dispensada à inflação e à credibilidade econômica”, disse o presidente da CUT, Luiz Marinho.
Para reduzir o desemprego, que continua a atingir níveis recordes no país, a CUT vai entregar ao governo uma nova proposta de criação de frentes emergenciais de trabalho.
A proposta –que será entregue no começo de abril– prevê a criação de 1 milhão de empregos emergenciais nas principais capitais do país pelo prazo de um ano.
Nesse período, os empregados das frentes de trabalho receberiam um salário mínimo.
“Estamos monitorando os indicadores de crescimento econômico do país para 2004 e não acreditamos que somente o crescimento, por si só, vá resolver o problema do desemprego”, disse Marinho.
Pelos cálculos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existiam 2,5 milhões desempregados em fevereiro em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre, onde a pesquisa mensal de emprego é realizada.
A PME (Pesquisa Mensal de Emprego) do IBGE mostrou que a taxa de desemprego nessas regiões subiu de 11,7% em janeiro para 12% em fevereiro, mantendo a trajetória de crescimento.
Fonte: Folha Online

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CUT PEDE QUE LULA TRATE DO EMPREGO COMO CUIDA DA INFLAÇÃO

A CUT (Central Única dos Trabalhadores), aliada histórica do PT, também cobrou do governo Luiz Inácio Lula da Silva medidas mais eficazes para combater o desemprego. Segundo a central sindical, o governo precisa dar ao emprego a mesma importância que dá para outras áreas.

“O emprego precisa ser uma prioridade do governo e merece receber a mesma atenção que é dispensada à inflação e à credibilidade econômica”, disse o presidente da CUT, Luiz Marinho.

Para reduzir o desemprego, que continua a atingir níveis recordes no país, a CUT vai entregar ao governo uma nova proposta de criação de frentes emergenciais de trabalho.

A proposta –que será entregue no começo de abril– prevê a criação de 1 milhão de empregos emergenciais nas principais capitais do país pelo prazo de um ano.

Nesse período, os empregados das frentes de trabalho receberiam um salário mínimo.

“Estamos monitorando os indicadores de crescimento econômico do país para 2004 e não acreditamos que somente o crescimento, por si só, vá resolver o problema do desemprego”, disse Marinho.

Pelos cálculos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existiam 2,5 milhões desempregados em fevereiro em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre, onde a pesquisa mensal de emprego é realizada.

A PME (Pesquisa Mensal de Emprego) do IBGE mostrou que a taxa de desemprego nessas regiões subiu de 11,7% em janeiro para 12% em fevereiro, mantendo a trajetória de crescimento.

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