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CUT REITERA DISCORDÂNCIA COM SALÁRIO MÍNIMO DE R$ 260,00

CUT

(São Paulo) A Central Única dos Trabalhadores reitera sua discordância quanto à proposta de reajuste do salário mínimo do governo federal, prestes a ser votada no Congresso Nacional.

O valor proposto de R$ 260,00 não reflete em hipótese alguma as necessidades dos trabalhadores e está muito aquém das possibilidades da economia nacional.

O movimento sindical deverá lutar de forma unificada para que o Congresso Nacional aprove e o presidente da República sancione, um reajuste que sinalize para a possibilidade da retomada do consumo e das vendas no varejo.

Recursos existem. Informações do próprio Banco Central revelam uma arrecadação de R$ 32,42 bilhões a mais do que o governo gastou no primeiro quadrimestre deste ano, gerando um superávit primário de 6,35%. Um percentual expressivamente superior ao previsto nos acordos com o FMI.

A CUT está convencida que, além de atender ao imperativo de melhor distribuição de renda e justiça social, um reajuste maior ao salário mínimo resultará em aumento da demanda ao comércio, à indústria, à agropecuária e às vendas por atacado. O resultado será inequivocamente a recuperação da economia e do emprego.

A CUT apresentou ao governo uma proposta perfeitamente exeqüível de reajuste do salário mínimo, visando sua recuperação em 20 anos; reajuste de R$ 300,00 agora, aumentos reais de aproximadamente 19% em 2005, 2006 e em 2007 para que, no último ano de governo Lula, o seu poder de compra fosse dobrado, conforme promessa de campanha eleitoral.

Além disso, reajustes de 6%, a partir de 2008, para atingir o salário mínimo do Dieese, em torno de R$ 1.400,00.

A CUT mantém sua firme determinação em lutar por um projeto de desenvolvimento nacional, baseado na soberania e na valorização do trabalho, o que passa, neste momento, por um melhor reajuste do salário mínimo.

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CUT REITERA DISCORDÂNCIA COM SALÁRIO MÍNIMO DE R$ 260,00

CUT
(São Paulo) A Central Única dos Trabalhadores reitera sua discordância quanto à proposta de reajuste do salário mínimo do governo federal, prestes a ser votada no Congresso Nacional.
O valor proposto de R$ 260,00 não reflete em hipótese alguma as necessidades dos trabalhadores e está muito aquém das possibilidades da economia nacional.
O movimento sindical deverá lutar de forma unificada para que o Congresso Nacional aprove e o presidente da República sancione, um reajuste que sinalize para a possibilidade da retomada do consumo e das vendas no varejo.
Recursos existem. Informações do próprio Banco Central revelam uma arrecadação de R$ 32,42 bilhões a mais do que o governo gastou no primeiro quadrimestre deste ano, gerando um superávit primário de 6,35%. Um percentual expressivamente superior ao previsto nos acordos com o FMI.
A CUT está convencida que, além de atender ao imperativo de melhor distribuição de renda e justiça social, um reajuste maior ao salário mínimo resultará em aumento da demanda ao comércio, à indústria, à agropecuária e às vendas por atacado. O resultado será inequivocamente a recuperação da economia e do emprego.
A CUT apresentou ao governo uma proposta perfeitamente exeqüível de reajuste do salário mínimo, visando sua recuperação em 20 anos; reajuste de R$ 300,00 agora, aumentos reais de aproximadamente 19% em 2005, 2006 e em 2007 para que, no último ano de governo Lula, o seu poder de compra fosse dobrado, conforme promessa de campanha eleitoral.
Além disso, reajustes de 6%, a partir de 2008, para atingir o salário mínimo do Dieese, em torno de R$ 1.400,00.
A CUT mantém sua firme determinação em lutar por um projeto de desenvolvimento nacional, baseado na soberania e na valorização do trabalho, o que passa, neste momento, por um melhor reajuste do salário mínimo.

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