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CVM condena ex-diretor da Funcef a pagar multa de R$ 1,7 milhão

Valor Online (extraída do sítio www.uol.com.br)

RIO – Sob a acusação de realizar operações fraudulentas no mercado de balcão da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, o ex-diretor financeiro da Funcef, José Carvelo Xavier Júnior, foi condenado a pagar multa R$ 1,787 milhão. A decisão, proferida ontem à noite pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), diz respeito a transações efetuadas entre 1997 e 1998 por meio da Opção R.N. Corretora de Mercadorias Ltda e da Mercobank S.A. CTVM, atual Mercobank Empreendimentos, Participações e Serviços Ltda.

Segundo a autarquia federal, o inquérito baseou-se em operações financeiras caracterizadas pela “manipulação de preços, intermediação de ações de companhia fechada no mercado de balcão não organizado, conflito de interesses e falhas no cadastro de clientes”.

Em virtude de fraudes no mercado de balcão da bolsa do Rio, a CVM também condenou Leandro Porto Gadelha (multa de R$ 60 mil), Mercobank S/A CTVM e seus diretores José Geraldo Sanábio e Carlos Henrique Novaes (multa de R$ 500 mil para cada um). Por negociar ações de empresas fechadas, a Mercobank foi condenada a pagar R$ 1,275 milhão e cada um de seus diretores recebeu multa de R$ 500 mil. Os demais acusados foram absolvidos. No fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal, José Carvelo Xavier era um dos executivos com maior poder. Investigações, pelo Ministério Público, sobre desvios de verbas vieram à tona após a ex-esposa de Carvelo, Rosângela Maria Rodrigues Xavier, denunciar o expressivo crescimento patrimonial do marido.

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CVM condena ex-diretor da Funcef a pagar multa de R$ 1,7 milhão

Valor Online (extraída do sítio www.uol.com.br)
RIO – Sob a acusação de realizar operações fraudulentas no mercado de balcão da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, o ex-diretor financeiro da Funcef, José Carvelo Xavier Júnior, foi condenado a pagar multa R$ 1,787 milhão. A decisão, proferida ontem à noite pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), diz respeito a transações efetuadas entre 1997 e 1998 por meio da Opção R.N. Corretora de Mercadorias Ltda e da Mercobank S.A. CTVM, atual Mercobank Empreendimentos, Participações e Serviços Ltda.
Segundo a autarquia federal, o inquérito baseou-se em operações financeiras caracterizadas pela “manipulação de preços, intermediação de ações de companhia fechada no mercado de balcão não organizado, conflito de interesses e falhas no cadastro de clientes”.
Em virtude de fraudes no mercado de balcão da bolsa do Rio, a CVM também condenou Leandro Porto Gadelha (multa de R$ 60 mil), Mercobank S/A CTVM e seus diretores José Geraldo Sanábio e Carlos Henrique Novaes (multa de R$ 500 mil para cada um). Por negociar ações de empresas fechadas, a Mercobank foi condenada a pagar R$ 1,275 milhão e cada um de seus diretores recebeu multa de R$ 500 mil. Os demais acusados foram absolvidos. No fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal, José Carvelo Xavier era um dos executivos com maior poder. Investigações, pelo Ministério Público, sobre desvios de verbas vieram à tona após a ex-esposa de Carvelo, Rosângela Maria Rodrigues Xavier, denunciar o expressivo crescimento patrimonial do marido.

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