Na sexta-feira, 7 de outubro, o Delegado Regional do Trabalho do Paraná constatou que funcionários do HSBC da Vila Hauer eram mantidos em cárcere privado pelo banco.
Denúncias anteriores já apontavam para os abusos cometidos contra trabalhadores no mesmo banco. Bancários estariam sendo obrigados a chegar em seus postos de trabalho às 23h, no início da madrugada e, até mesmo, sendo obrigados a dormir dentro do banco.
Na sexta-feira, o Fiscal do Trabalho que foi até o banco da Vila Hauer para averiguar o crime cometido contra trabalhadores pôde experimentar na própria pele o desrespeito do banco. O fiscal chegou ao local às 16h, porém, só conseguiu entrar no banco às 20h, e isso somente após ser usada a força policial que garantiu a sua entrada.
“Agora cabe ao movimento sindical denunciar até a exaustão esse crime cometido pelo HSBC. Vamos denunciar esse abuso contra trabalhadores em todos os meios e instâncias legais. Isso não pode se repetir. É um verdadeiro absurdo”, diz o secretário de Finanças do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Otávio Dias.
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Comentários
Por Mhais• 10 de outubro de 2005• 11:30• Sem categoria • One Comment
Delegado do Trabalho constata cárcere privado no HSBC
Na sexta-feira, 7 de outubro, o Delegado Regional do Trabalho do Paraná constatou que funcionários do HSBC da Vila Hauer eram mantidos em cárcere privado pelo banco.
Denúncias anteriores já apontavam para os abusos cometidos contra trabalhadores no mesmo banco. Bancários estariam sendo obrigados a chegar em seus postos de trabalho às 23h, no início da madrugada e, até mesmo, sendo obrigados a dormir dentro do banco.
Na sexta-feira, o Fiscal do Trabalho que foi até o banco da Vila Hauer para averiguar o crime cometido contra trabalhadores pôde experimentar na própria pele o desrespeito do banco. O fiscal chegou ao local às 16h, porém, só conseguiu entrar no banco às 20h, e isso somente após ser usada a força policial que garantiu a sua entrada.
“Agora cabe ao movimento sindical denunciar até a exaustão esse crime cometido pelo HSBC. Vamos denunciar esse abuso contra trabalhadores em todos os meios e instâncias legais. Isso não pode se repetir. É um verdadeiro absurdo”, diz o secretário de Finanças do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Otávio Dias.
A empresa onde eu trabalho não permite que os funcionários saiam de seus perímetros no horário de almoço ou descanso. Nem permite circulação na areia interna. Somos obrigados a permanecer em uma sala quente e barulhenta onde passa a tubulação de ar. Isso incidem em cárcere privado?