Os preços dos alimentos essenciais que integram a cesta básica do brasileiro continuam em queda, segundo pesquisa do Dieese divulgada nesta terça-feira. Apenas duas capitais registraram, em junho, variação positiva. Quatorze das dezesseis capitais onde é realizada, mensalmente, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica apresentaram queda.
Apenas em Fortaleza (2,55%) e Belém (0,24%) houve aumento no custo da cesta. A redução mais significativa foi apurada em Vitória (-6,76%), Natal (-4,92%), Salvador (-4,20%) e Recife (-4,01%).
Mesmo com o recuo de 3,73% no preço da ração essencial mínima, São Paulo manteve-se como a localidade onde a cesta básica teve o maior valor em junho: R$ 172,31.
Entre julho de 2005 e junho último, apenas duas capitais acumulam alta no preço da cesta básica: Salvador (2,88%) e Belém (1,75%). As reduções, verificadas nas outras 14 cidades, situaram-se entre -0,03%, em João Pessoa e -8,92%, em Aracaju.
Com base no maior custo apurado para o conjunto de gêneros essenciais e levando em consideração o preceito constitucional que determina que o salário mínimo deve ser suficiente para a manutenção de uma família, suprindo suas necessidades com alimentação, moradia, transporte, vestuário, saúde, educação, higiene, lazer e previdência, o Dieese estima, mensalmente, o valor do salário mínimo necessário.
Em junho, seu valor deveria corresponder a R$ 1.447,58, 4,14 vezes o mínimo vigente (R$ 350,00). Esta é a menor relação apontada pelo DIEESE desde dezembro de 1985, quando o mínimo necessário correspondia a 2,76 vezes o piso legal em vigor.
Fonte: Contraf-CUT
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Por Mhais• 5 de julho de 2006• 11:03• Sem categoria
Dieese: valor da cesta básica continua em queda
Os preços dos alimentos essenciais que integram a cesta básica do brasileiro continuam em queda, segundo pesquisa do Dieese divulgada nesta terça-feira. Apenas duas capitais registraram, em junho, variação positiva. Quatorze das dezesseis capitais onde é realizada, mensalmente, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica apresentaram queda.
Apenas em Fortaleza (2,55%) e Belém (0,24%) houve aumento no custo da cesta. A redução mais significativa foi apurada em Vitória (-6,76%), Natal (-4,92%), Salvador (-4,20%) e Recife (-4,01%).
Mesmo com o recuo de 3,73% no preço da ração essencial mínima, São Paulo manteve-se como a localidade onde a cesta básica teve o maior valor em junho: R$ 172,31.
Entre julho de 2005 e junho último, apenas duas capitais acumulam alta no preço da cesta básica: Salvador (2,88%) e Belém (1,75%). As reduções, verificadas nas outras 14 cidades, situaram-se entre -0,03%, em João Pessoa e -8,92%, em Aracaju.
Com base no maior custo apurado para o conjunto de gêneros essenciais e levando em consideração o preceito constitucional que determina que o salário mínimo deve ser suficiente para a manutenção de uma família, suprindo suas necessidades com alimentação, moradia, transporte, vestuário, saúde, educação, higiene, lazer e previdência, o Dieese estima, mensalmente, o valor do salário mínimo necessário.
Em junho, seu valor deveria corresponder a R$ 1.447,58, 4,14 vezes o mínimo vigente (R$ 350,00). Esta é a menor relação apontada pelo DIEESE desde dezembro de 1985, quando o mínimo necessário correspondia a 2,76 vezes o piso legal em vigor.
Fonte: Contraf-CUT
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