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Direção da Caixa tem de honrar os compromissos

Sindicato cobra proposta da empresa para regularizar ponto eletrônico e por um ponto final ao trabalho gratuito. Próxima rodada de negociação acontece na segunda quinzena deste mês

O Sindicato exige que a direção da Caixa Federal apresente proposta para garantir o cumprimento da jornada de seis horas dos empregados. A resposta da Caixa para a reivindicação deveria ter sido dada na semana passada, durante reunião do Grupo de Trabalho do Sipon, mas foi protelada pelos representantes do banco para a segunda quinzena deste mês, provavelmente no encontro que deverá ocorrer nos dias 19 e 20 de abril.

De acordo com a diretora do Sindicato Jackeline Machado, no ato da assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2004/2005, em 1º de dezembro do ano passado, a Caixa assumiu compromisso de implementar as alterações no sistema de ponto eletrônico aprovadas pelo GT Sipon, que consiste na interligação dos sistemas corporativos com o do ponto eletrônico, para coibir fraudes.

Nas últimas negociações com a Caixa, nos dias 3 de fevereiro e 14 de março, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) cobrou o que havia sido acordado na mesa. Nas duas ocasiões a Caixa afirmou que seria realizada reunião entre as áreas de tecnologia e de recursos humanos para definir demandas para as necessárias adaptações tecnológicas, e que na reunião da semana passada seria apresentada a proposta de implantação.

Os representantes da Caixa no GT nada tinham a apresentar, inclusive informando que sequer a reunião entre as áreas fora realizada, não tendo qualquer informação nova a respeito do tema.

Segundo Plínio Pavão, coordenador da CEE/Caixa, a CNB aposta no processo de negociação permanente e reconhece que muitos avanços já foram obtidos a partir das discussões dos GT previstos na cláusula 43 do ACT. “É necessário que a Caixa também encare esse processo com seriedade, caso contrário seremos obrigados a abandoná-lo e buscarmos outras alternativas para pressionar a empresa a atender as reivindicações dos empregados”.

Jackeline também considera que a paciência dos trabalhadores tenha chegado ao limite. “É inadmissível uma postura como essa. Ou a Caixa trata seus empregados com o respeito que merecem ou tomaremos medidas mais contundentes para que a instituição atenda nossas exigências”, acrescenta.

O Sindicato exige que a direção da Caixa Federal apresente proposta para garantir o cumprimento da jornada de seis horas dos empregados. A resposta da Caixa para a reivindicação deveria ter sido dada na semana passada, durante reunião do Grupo de Trabalho do Sipon, mas foi protelada pelos representantes do banco para a segunda quinzena deste mês, provavelmente no encontro que deverá ocorrer nos dias 19 e 20 de abril.

De acordo com a diretora do Sindicato Jackeline Machado, no ato da assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2004/2005, em 1º de dezembro do ano passado, a Caixa assumiu compromisso de implementar as alterações no sistema de ponto eletrônico aprovadas pelo GT Sipon, que consiste na interligação dos sistemas corporativos com o do ponto eletrônico, para coibir fraudes.

Nas últimas negociações com a Caixa, nos dias 3 de fevereiro e 14 de março, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) cobrou o que havia sido acordado na mesa. Nas duas ocasiões a Caixa afirmou que seria realizada reunião entre as áreas de tecnologia e de recursos humanos para definir demandas para as necessárias adaptações tecnológicas, e que na reunião da semana passada seria apresentada a proposta de implantação.

Falta boa vontade

A postura da Caixa na última reunião do GT-Sipon demonstra que é necessária mudança imediata na postura dos representantes da empresa nas negociações.

As reivindicações dos bancários apresentadas nos GT’s instalados são de conhecimento da empresa. Muitas soluções também já foram apresentadas pelos trabalhadores na CEE.

O que falta no momento é que os assuntos de interesse dos trabalhadores sejam tratados com prioridade e seriedade pela Caixa. Caso contrário, prejudicará a reconstrução do processo negocial entre empregados e empresa.

Fonte: Seeb SP

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Direção da Caixa tem de honrar os compromissos

Sindicato cobra proposta da empresa para regularizar ponto eletrônico e por um ponto final ao trabalho gratuito. Próxima rodada de negociação acontece na segunda quinzena deste mês
O Sindicato exige que a direção da Caixa Federal apresente proposta para garantir o cumprimento da jornada de seis horas dos empregados. A resposta da Caixa para a reivindicação deveria ter sido dada na semana passada, durante reunião do Grupo de Trabalho do Sipon, mas foi protelada pelos representantes do banco para a segunda quinzena deste mês, provavelmente no encontro que deverá ocorrer nos dias 19 e 20 de abril.
De acordo com a diretora do Sindicato Jackeline Machado, no ato da assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2004/2005, em 1º de dezembro do ano passado, a Caixa assumiu compromisso de implementar as alterações no sistema de ponto eletrônico aprovadas pelo GT Sipon, que consiste na interligação dos sistemas corporativos com o do ponto eletrônico, para coibir fraudes.
Nas últimas negociações com a Caixa, nos dias 3 de fevereiro e 14 de março, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) cobrou o que havia sido acordado na mesa. Nas duas ocasiões a Caixa afirmou que seria realizada reunião entre as áreas de tecnologia e de recursos humanos para definir demandas para as necessárias adaptações tecnológicas, e que na reunião da semana passada seria apresentada a proposta de implantação.
Os representantes da Caixa no GT nada tinham a apresentar, inclusive informando que sequer a reunião entre as áreas fora realizada, não tendo qualquer informação nova a respeito do tema.
Segundo Plínio Pavão, coordenador da CEE/Caixa, a CNB aposta no processo de negociação permanente e reconhece que muitos avanços já foram obtidos a partir das discussões dos GT previstos na cláusula 43 do ACT. “É necessário que a Caixa também encare esse processo com seriedade, caso contrário seremos obrigados a abandoná-lo e buscarmos outras alternativas para pressionar a empresa a atender as reivindicações dos empregados”.
Jackeline também considera que a paciência dos trabalhadores tenha chegado ao limite. “É inadmissível uma postura como essa. Ou a Caixa trata seus empregados com o respeito que merecem ou tomaremos medidas mais contundentes para que a instituição atenda nossas exigências”, acrescenta.
O Sindicato exige que a direção da Caixa Federal apresente proposta para garantir o cumprimento da jornada de seis horas dos empregados. A resposta da Caixa para a reivindicação deveria ter sido dada na semana passada, durante reunião do Grupo de Trabalho do Sipon, mas foi protelada pelos representantes do banco para a segunda quinzena deste mês, provavelmente no encontro que deverá ocorrer nos dias 19 e 20 de abril.
De acordo com a diretora do Sindicato Jackeline Machado, no ato da assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2004/2005, em 1º de dezembro do ano passado, a Caixa assumiu compromisso de implementar as alterações no sistema de ponto eletrônico aprovadas pelo GT Sipon, que consiste na interligação dos sistemas corporativos com o do ponto eletrônico, para coibir fraudes.
Nas últimas negociações com a Caixa, nos dias 3 de fevereiro e 14 de março, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) cobrou o que havia sido acordado na mesa. Nas duas ocasiões a Caixa afirmou que seria realizada reunião entre as áreas de tecnologia e de recursos humanos para definir demandas para as necessárias adaptações tecnológicas, e que na reunião da semana passada seria apresentada a proposta de implantação.
Falta boa vontade
A postura da Caixa na última reunião do GT-Sipon demonstra que é necessária mudança imediata na postura dos representantes da empresa nas negociações.
As reivindicações dos bancários apresentadas nos GT’s instalados são de conhecimento da empresa. Muitas soluções também já foram apresentadas pelos trabalhadores na CEE.
O que falta no momento é que os assuntos de interesse dos trabalhadores sejam tratados com prioridade e seriedade pela Caixa. Caso contrário, prejudicará a reconstrução do processo negocial entre empregados e empresa.
Fonte: Seeb SP

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