Bancário do BB: Faça parte da ação da 7ª e 8ª horas
A jornada dos trabalhadores bancários é de 6 horas, inclusive a dos comissionados que exercerem cargos técnicos. Por isso, o Sindicato dos Bancários de Curitiba e região está iniciando mais uma ação judicial coletiva para cobrar a 7ª e 8ª horas trabalhadas e não pagas pelo Banco do Brasil. Mais de 400 bancários já ingressaram, por meio do Sindicato, com esta ação na Justiça e o processo está em tramitação.
São mais de 70 cargos abrangidos por (assistentes, analistas, auxiliar administrativo, gerente de módulo, entre outros). Para o Sindicato, se todos os trabalhadores cobrarem do banco essas horas não pagas, a categoria irá tornar caro o descumprimento da lei e a luta pela jornada de 6 horas para todos será fortalecida.
Para fazer parte desta ação, basta ser sindicalizado e preencher o formulário, disponível no endereço eletrônico http://www.bancariosdecuritiba.org.br/acaoBB.asp.
Em caso de dúvidas, procure a Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sindicato.
Por: Patrícia Meyer.
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Cassi: afinal quem merece respeito?
Nas eleições de 2006 para a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), o grupo que saiu vitorioso tinha como o lema “A Cassi merece respeito”. Pois bem, quatro anos se passaram e o que estamos vendo é uma total falta de respeito com a Caixa de Assitência e seus associados. Pontuemos:
Política de credenciamento – Os problemas com a rede credenciada continuam. Além da falta de iniciativa da diretoria responsável, ainda existe o problema com a regulação, que acaba por provocar muitas glosas e atritos com os credenciados.
Política de regulação – Trata-se do conjunto de regras que determinam o que pode e o que não pode ser coberto pelo nosso plano e como e quanto será pago por cada procedimento. Mas, falhas na impostação de dados negociais no sistema da Cassi têm gerado inúmeros problemas e levado ao descredenciamento de profissionais. Além disso, muitos associados têm seus pedidos de procedimentos negados por falhas no sistema.
Plano odontológico – Conquistado pelos funcionários em 2008, sua implantação pode significar o ingresso de 25 milhões de associados por ano na Cassi, o que ajudaria a compor as receitas da instituição e garantiria a cobertura total de saúde. A diretoria responsável, no entanto, não apresentou proposta para o banco e até agora se nega a fazê-la, o motivo ninguém sabe.
Por: Marcel Juviniano Barros, secretário-geral da Contraf-CUT.
NOTÍCIA E ARTIGO COLHIDOS NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.
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Direção do BB não responde sobre proposta do Sindicato aos funcionários do CSO
A direção do Banco do Brasil não se manifestou sobre a proposta do SindBancários, apresentada em 25 de novembro, para os funcionários que estavam lotados no CSO POA, que teve suas atividades encerradas em 31 de dezembro e transferidas para Curitiba.
Dos 58 bancários que optaram em permanecer em Porto Alegre, 11 foram nomeados na rede de agências. Os demais estão recebendo a comissão de assistente em VCP (Verba de Caráter Pessoal), pelo período de quatro meses. A Super RS se comprometeu em priorizar as nomeações destes colegas até que o último seja nomeado.
“A direção do BB tem que se responsabilizar em nomear imediatamente a totalidade dos funcionários. Não é possível admitir que o trabalhador pague a conta de um processo de reestruturação que foi feito exclusivamente pela empresa “, argumenta o diretor de Formação do SindBancários, Ronaldo Zeni.
No documento enviado à presidência do BB, à Vitec e à Vipes, o Sindicato pede a continuidade do pagamento da comissão de função, igual ao atual, mantendo o grupo do CSO com o prefixo até a transferência para a rede de apoio ou de agências. A direção acenou com uma reunião para o início de dezembro, mas ficou apenas na promessa e silenciou sobre o tema. A superintendência estadual e a USO se comprometeram, em reunião com o SindBancários, a bloquear as novas nomeações de comissão e priorizar aos bancários provenientes do CSO.
“Alertamos a todos para as consequências que esta decisão traria, infelizmente o banco não recuou em sua lógica e nem fomos ouvidos. Prejudicou os funcionários e seus familares, perdeu o Rio Grande e a operação do Banco do Brasil no nosso Estado. Essa medida foi na contramão do desenvolvimento sustentável que tanto o BB propaga. Vamos continuar acompanhado o acordo feito com a Superintendência Estadual de nomeação de todos os funcionários oriundos do CSO nas novas comissões que vão surgir na rede de agências”, acrescenta o diretor de comunicação em exercício Pedro Loss.
O Sindicato não mediu esforços para evitar o fechamento da unidade na capital. Foram realizadas reuniões com a vice-presidência, superintendências e gestores, cobrando a responsabilidade social do BB. Também obteve apoios da Assembleia, deputados estaduais, federais, senadores gaúchos e até de ministros. Intransigente, a direção não deu retorno e manteve a decisão de extinguir a unidade na capital gaúcha, com prejuízos não apenas aos funcionários, mas ao financiamento e desenvolvimento da economia gaúcha.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.sindbancarios.org.br.