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Energéticos conquistam reajustes e cancelam greve

(São Paulo) A força da mobilização dos trabalhadores da CESP (Companhia Energética de São Paulo) e da CTEEP (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista) na paralisação de 24 horas do último dia 1º , somada à disposição de luta para encarar uma greve a partir de segunda, dia 8, forçou a direção das estatais e o governo Alckmin (PSDB) a reabrir negociações com o Sinergia-CUT (Sindicato dos Energéticos do Estado de São Paulo).
A reunião foi convocada para o fim da tarde da última quarta-feira, dia 3, em São Paulo, e foi coordenada pessoalmente pelo secretário de Energia, Mauro Arce, que apresentou a proposta definida como o limite da mesa de negociação.
A nova proposta, aprovada nas assembléias deliberativas ocorridas nesta segunda, dia 8, mantém o reajuste de salários e da Gratificação de Férias nos 7,71% (IPC da Fipe), mas agora inclui o pagamento de um abono de R$ 350 para todos os trabalhadores e aumentos reais significativos nos benefícios econômicos: 46,88% no piso dos cargos operacionais, 8,76% no vale-refeição, 55,38% na cesta-básica, 66,67% no auxílio-creche, 100% no vale-lanche das horas extras da CESP e 133% no mesmo benefício da CTEEP, dentre outros.
O governo tucano recuou e desistiu de insistir na demissão de 2% do quadro de pessoal em cada empresa, acatando a reivindicação de manutenção da cláusula de Gerenciamento de Pessoal, que dá garantia de emprego aos trabalhadores. Inicialmente, a intenção das empresas era estender esta estabilidade por 18 meses, até dezembro de 2006. A negociação só terminou de fato no início da noite da última quinta, dia 4, quando dirigentes do Sinergia- CUT convenceram o secretário de energia a garantir o emprego da categoria por mais dois anos, até maio de 2007.
Na avaliação da direção do Sinergia-CUT a nova proposta traz avanços: “Chegamos ao limite da mesa de negociação e, graças à disposição de luta dos companheiros nos locais de trabalho, conquistamos uma proposta que garante os salários, aumenta a renda, preserva o emprego e a tranqüilidade dos trabalhadores da CESP e da CTEEP por, no mínimo, mais dois anos. Assim, os trabalhadores ganham um fôlego para encarar a luta contra a privatização e uma nova oportunidade para voltar a discutir a garantia de emprego na Campanha Salarial do ano que vem”.
Fonte: Lílian Parise, assessora de imprensa do Sinergia-CUT.

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Energéticos conquistam reajustes e cancelam greve

(São Paulo) A força da mobilização dos trabalhadores da CESP (Companhia Energética de São Paulo) e da CTEEP (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista) na paralisação de 24 horas do último dia 1º , somada à disposição de luta para encarar uma greve a partir de segunda, dia 8, forçou a direção das estatais e o governo Alckmin (PSDB) a reabrir negociações com o Sinergia-CUT (Sindicato dos Energéticos do Estado de São Paulo).

A reunião foi convocada para o fim da tarde da última quarta-feira, dia 3, em São Paulo, e foi coordenada pessoalmente pelo secretário de Energia, Mauro Arce, que apresentou a proposta definida como o limite da mesa de negociação.

A nova proposta, aprovada nas assembléias deliberativas ocorridas nesta segunda, dia 8, mantém o reajuste de salários e da Gratificação de Férias nos 7,71% (IPC da Fipe), mas agora inclui o pagamento de um abono de R$ 350 para todos os trabalhadores e aumentos reais significativos nos benefícios econômicos: 46,88% no piso dos cargos operacionais, 8,76% no vale-refeição, 55,38% na cesta-básica, 66,67% no auxílio-creche, 100% no vale-lanche das horas extras da CESP e 133% no mesmo benefício da CTEEP, dentre outros.

O governo tucano recuou e desistiu de insistir na demissão de 2% do quadro de pessoal em cada empresa, acatando a reivindicação de manutenção da cláusula de Gerenciamento de Pessoal, que dá garantia de emprego aos trabalhadores. Inicialmente, a intenção das empresas era estender esta estabilidade por 18 meses, até dezembro de 2006. A negociação só terminou de fato no início da noite da última quinta, dia 4, quando dirigentes do Sinergia- CUT convenceram o secretário de energia a garantir o emprego da categoria por mais dois anos, até maio de 2007.

Na avaliação da direção do Sinergia-CUT a nova proposta traz avanços: “Chegamos ao limite da mesa de negociação e, graças à disposição de luta dos companheiros nos locais de trabalho, conquistamos uma proposta que garante os salários, aumenta a renda, preserva o emprego e a tranqüilidade dos trabalhadores da CESP e da CTEEP por, no mínimo, mais dois anos. Assim, os trabalhadores ganham um fôlego para encarar a luta contra a privatização e uma nova oportunidade para voltar a discutir a garantia de emprego na Campanha Salarial do ano que vem”.

Fonte: Lílian Parise, assessora de imprensa do Sinergia-CUT.

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