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Febraban quer urgência na queda dos juros

O presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Márcio Cypriano, cobrou ontem do Banco Central a redução urgente da taxa básica de juros e criticou a “voracidade fiscal e tributária” do governo, que em sua avaliação é tão grande que se torna difícil de ser financiada. Cypriano isentou os bancos de culpa pelos elevados juros cobrados no país.
— Os bancos não querem, não fomentam e não causam os juros altos. Eles se adaptam às circunstâncias, como se adaptaram à inflação e à turbulência macroeconômica. O cenário de juros baixos é o almejado e o mais conveniente para os bancos — disse Cypriano, durante a abertura do 3 Seminário Febraban de Economia.
Para reduzir o custo do dinheiro e ampliar o crédito ao consumidor, afirmou ele, o governo precisaria atacar imediatamente pelo menos quatro das causas estruturais que geram os juros altos. São estas, segundo Cypriano: o excesso de gastos que comprometem as contas públicas, os impostos com alíquotas extorsivas, o compulsório recolhido sobre depósitos bancários e a legislação, que encarece o crédito.
— Não faltam recursos. O que falta são bons projetos. Um recolhimento compulsório de 4% a 5%, como é feito no mundo inteiro, seria suficiente — comentou, citando o compulsório sobre os depósitos à vista, de 45% do total. — Ou seja, de cada cem reais somos obrigados a recolher R$ 45, que ficam totalmente imobilizados. É uma penalidade muito forte — reclamou Cypriano, que também é presidente do Bradesco.
Fonte: O Globo – Vladimir Goitia

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Febraban quer urgência na queda dos juros

O presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Márcio Cypriano, cobrou ontem do Banco Central a redução urgente da taxa básica de juros e criticou a “voracidade fiscal e tributária” do governo, que em sua avaliação é tão grande que se torna difícil de ser financiada. Cypriano isentou os bancos de culpa pelos elevados juros cobrados no país.

— Os bancos não querem, não fomentam e não causam os juros altos. Eles se adaptam às circunstâncias, como se adaptaram à inflação e à turbulência macroeconômica. O cenário de juros baixos é o almejado e o mais conveniente para os bancos — disse Cypriano, durante a abertura do 3 Seminário Febraban de Economia.

Para reduzir o custo do dinheiro e ampliar o crédito ao consumidor, afirmou ele, o governo precisaria atacar imediatamente pelo menos quatro das causas estruturais que geram os juros altos. São estas, segundo Cypriano: o excesso de gastos que comprometem as contas públicas, os impostos com alíquotas extorsivas, o compulsório recolhido sobre depósitos bancários e a legislação, que encarece o crédito.

— Não faltam recursos. O que falta são bons projetos. Um recolhimento compulsório de 4% a 5%, como é feito no mundo inteiro, seria suficiente — comentou, citando o compulsório sobre os depósitos à vista, de 45% do total. — Ou seja, de cada cem reais somos obrigados a recolher R$ 45, que ficam totalmente imobilizados. É uma penalidade muito forte — reclamou Cypriano, que também é presidente do Bradesco.

Fonte: O Globo – Vladimir Goitia

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