Aumento real de salários com reajuste acima da inflação e correção de todas as verbas pelo mesmo índice. Essa vai ser a tônica da Campanha Nacional dos Financiários, cuja data base é no próximo dia 1º.
Com essa bandeira, os financiários ligados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) definiram nessa quarta-feira os principais itens da pauta de reivindicações, que deverá ser entregue à Fenacrefi (a federação patronal) na primeira semana de junho.
Antes disso, os financiários vão apreciar a pauta em assembléias que deverão ser realizadas até a próxima quarta-feira, dia 31. “Com essas definições demos o ponta-pé inicial na Campanha Salarial dos Financiários”, explicou Carlindo Abelha, secretário de Organização da Contraf-CUT.
Os dirigentes sindicais também definiram na Reunião Nacional duas datas para avaliar o andamento da Campanha Salarial. Nos dias 3 e 4 de junho, será realizado o Encontro Nacional dos Finaciários e Promotores de Crédito, que será aberto aos trabalhadores e sindicalistas e será realizado em São Paulo.
A Direção Nacional da Contraf-CUT também se reunirá nos dias 20 e 21 de junho para debater, entre outros temas, a Campanha dos Financiários.
“Na reunião de hoje os representantes do financiários perceberam a necessidade de um estudo mais elaborado sobre as empresas e os trabalhadores da área de promoção de crédito. Precisamos traçar um perfil completo desse setor para organizarmos melhor a nossa luta e, no futuro, unificarmos a data-base dos financiários com a dos bancários”, finalizou Abelha.
“Temos que ficar atentos para esse universo de trabalhadores, como exemplo, os “promotores de crédito”, uma forma espúria que os bancos usam para aumentar seus lucros e pagar cada vez menos salários”, afirma Armando DIbax, Secretário de Organização do Ramo Financeiro da FETEC-CUT-PR.
Ao descrever a situação, o secretário Armando constata que existem cidades no Brasil que tem mais financeiras, as ditas “promotoras de crédito” do que agências bancárias. Sendo assim, é fundamental, mobilizar estes trabalhadores em um amplo encontro nacional da categoria.
O Encontro Nacional dessa quarta-feira foi realizado no Auditório Azul do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e contou com a participação dos representantes dos financiários dos Estados de São Paulo, Minas gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Paraná, Bahia e Sergipe.
Fonte: Contraf-CUT e FETEC-CUT-PR.
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Por Mhais• 25 de maio de 2006• 18:32• Sem categoria
Financiários querem aumento real de salários
Aumento real de salários com reajuste acima da inflação e correção de todas as verbas pelo mesmo índice. Essa vai ser a tônica da Campanha Nacional dos Financiários, cuja data base é no próximo dia 1º.
Com essa bandeira, os financiários ligados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) definiram nessa quarta-feira os principais itens da pauta de reivindicações, que deverá ser entregue à Fenacrefi (a federação patronal) na primeira semana de junho.
Antes disso, os financiários vão apreciar a pauta em assembléias que deverão ser realizadas até a próxima quarta-feira, dia 31. “Com essas definições demos o ponta-pé inicial na Campanha Salarial dos Financiários”, explicou Carlindo Abelha, secretário de Organização da Contraf-CUT.
Os dirigentes sindicais também definiram na Reunião Nacional duas datas para avaliar o andamento da Campanha Salarial. Nos dias 3 e 4 de junho, será realizado o Encontro Nacional dos Finaciários e Promotores de Crédito, que será aberto aos trabalhadores e sindicalistas e será realizado em São Paulo.
A Direção Nacional da Contraf-CUT também se reunirá nos dias 20 e 21 de junho para debater, entre outros temas, a Campanha dos Financiários.
“Na reunião de hoje os representantes do financiários perceberam a necessidade de um estudo mais elaborado sobre as empresas e os trabalhadores da área de promoção de crédito. Precisamos traçar um perfil completo desse setor para organizarmos melhor a nossa luta e, no futuro, unificarmos a data-base dos financiários com a dos bancários”, finalizou Abelha.
“Temos que ficar atentos para esse universo de trabalhadores, como exemplo, os “promotores de crédito”, uma forma espúria que os bancos usam para aumentar seus lucros e pagar cada vez menos salários”, afirma Armando DIbax, Secretário de Organização do Ramo Financeiro da FETEC-CUT-PR.
Ao descrever a situação, o secretário Armando constata que existem cidades no Brasil que tem mais financeiras, as ditas “promotoras de crédito” do que agências bancárias. Sendo assim, é fundamental, mobilizar estes trabalhadores em um amplo encontro nacional da categoria.
O Encontro Nacional dessa quarta-feira foi realizado no Auditório Azul do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e contou com a participação dos representantes dos financiários dos Estados de São Paulo, Minas gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Paraná, Bahia e Sergipe.
Fonte: Contraf-CUT e FETEC-CUT-PR.
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