O diário britânico “Financial Times” noticiou em sua edição de hoje o que chamou de “onda de greves” no Brasil e afirmou que, ao contrário do que se esperava, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tomou partido dos sindicatos nas negociações salariais.
Na reportagem, o jornal citou as paralisações dos bancários, aeronautas e aeroviários da Vasp e de servidores públicos.
“Ao contrário das expectativas iniciais, o governo de Lula da Silva –tendo sido ele um líder de sindicato dos metalúrgicos– não tomou partido dos sindicatos nas negociações salariais”.
Para o jornal, a recuperação da economia brasileira levou a uma “significativa melhora” no mercado de trabalho”, o que permitiu aos sindicatos retomarem antigas reivindicações de recomposição salarial.
“A maioria dos sindicatos reivindica aumentos salariais de 4% a 17% acima da inflação anual, como tentativa de compensar perdas sofridas em alguns anos de queda no poder aquisitivo.
O jornal informa que, no caso dos bancários, a greve chegou a paralisar as operações financeiras em várias cidades do país.
De acordo com o jornal, grandes indústrias dos setores metalúrgico, de petróleo e de telecomunicações entraram em processo de negociação salarial de agora até novembro.
Para o jornal, ao contrário das expectativas iniciais, o governo de Lula da Silva –“um ex-líder do sindicato dos metalúrgicos”– não tomou partido dos sindicatos nas negociações salariais.
“A demanda por melhores salários é a segunda reivindicação mais importante que os brasileiros fazem ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, informou o “Financial Times”.
Fonte: Folha Online
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Por Mhais• 22 de setembro de 2004• 09:51• Sem categoria
“FT” noticia greve dos bancários e diz que Lula não toma partido dos sindic
O diário britânico “Financial Times” noticiou em sua edição de hoje o que chamou de “onda de greves” no Brasil e afirmou que, ao contrário do que se esperava, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tomou partido dos sindicatos nas negociações salariais.
Na reportagem, o jornal citou as paralisações dos bancários, aeronautas e aeroviários da Vasp e de servidores públicos.
“Ao contrário das expectativas iniciais, o governo de Lula da Silva –tendo sido ele um líder de sindicato dos metalúrgicos– não tomou partido dos sindicatos nas negociações salariais”.
Para o jornal, a recuperação da economia brasileira levou a uma “significativa melhora” no mercado de trabalho”, o que permitiu aos sindicatos retomarem antigas reivindicações de recomposição salarial.
“A maioria dos sindicatos reivindica aumentos salariais de 4% a 17% acima da inflação anual, como tentativa de compensar perdas sofridas em alguns anos de queda no poder aquisitivo.
O jornal informa que, no caso dos bancários, a greve chegou a paralisar as operações financeiras em várias cidades do país.
De acordo com o jornal, grandes indústrias dos setores metalúrgico, de petróleo e de telecomunicações entraram em processo de negociação salarial de agora até novembro.
Para o jornal, ao contrário das expectativas iniciais, o governo de Lula da Silva –“um ex-líder do sindicato dos metalúrgicos”– não tomou partido dos sindicatos nas negociações salariais.
“A demanda por melhores salários é a segunda reivindicação mais importante que os brasileiros fazem ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, informou o “Financial Times”.
Fonte: Folha Online
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