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Funcionários da Fidelity protestam em todo o país

(São Paulo) Os funcionários da Fidelity, antiga Proservvi, realizaram nesta segunda-feira, dia 21, uma série de protestos e paralisações em todo país. As manifestações são contra as condições desumanas de trabalho, pela unificação dos salários e benefícios, pela contratação imediata dos terceirizados e estagiários e pelo enquadramento sindical.

“A situação dos empregados da Fidelity está insustentável. O pior é que o movimento sindical não tem conseguido resolver os problemas nas negociações com a empresa, que só enrola e não responde as principais reivindicações. Por isso, a maneira que encontramos para pressionar a terceirizada foi com esses protestos e paralisações”, explica Sérgio Siqueira, diretor da Contraf-CUT.

Em São Paulo, as manifestações foram realizadas em todas as praças em que a empresa atua. Na capital e em Osasco foram cinco postos de serviços mobilizados, entre 12h às 15h, num total aproximado de 800 trabalhadores.

Em Belo Horizonte, o Sindicato realizou um ato às 15hs, nas duas unidades da Fidelity da capital mineira. Cerca de 30 empregados atrasaram suas atividades por 1 hora na unidade que fica na sede da Proforte (empresa de transporte de valores). Na unidade que fica dentro da Prossegur (que também é de transporte de valores), foi feito uma conversa com os empregados na entrada da empresa e a entrega do informativo envidado pela Contraf.

Em Porto Alegre, os trabalhadores cruzaram os braços a partir das 18 horas, que é o horário de entrada. No Rio de Janeiro, as atividades começaram às 14h.

Fonte: Contraf-CUT

Por 11:06 Notícias

Funcionários da Fidelity protestam em todo o país

(São Paulo) Os funcionários da Fidelity, antiga Proservvi, realizaram nesta segunda-feira, dia 21, uma série de protestos e paralisações em todo país. As manifestações são contra as condições desumanas de trabalho, pela unificação dos salários e benefícios, pela contratação imediata dos terceirizados e estagiários e pelo enquadramento sindical.
“A situação dos empregados da Fidelity está insustentável. O pior é que o movimento sindical não tem conseguido resolver os problemas nas negociações com a empresa, que só enrola e não responde as principais reivindicações. Por isso, a maneira que encontramos para pressionar a terceirizada foi com esses protestos e paralisações”, explica Sérgio Siqueira, diretor da Contraf-CUT.
Em São Paulo, as manifestações foram realizadas em todas as praças em que a empresa atua. Na capital e em Osasco foram cinco postos de serviços mobilizados, entre 12h às 15h, num total aproximado de 800 trabalhadores.
Em Belo Horizonte, o Sindicato realizou um ato às 15hs, nas duas unidades da Fidelity da capital mineira. Cerca de 30 empregados atrasaram suas atividades por 1 hora na unidade que fica na sede da Proforte (empresa de transporte de valores). Na unidade que fica dentro da Prossegur (que também é de transporte de valores), foi feito uma conversa com os empregados na entrada da empresa e a entrega do informativo envidado pela Contraf.
Em Porto Alegre, os trabalhadores cruzaram os braços a partir das 18 horas, que é o horário de entrada. No Rio de Janeiro, as atividades começaram às 14h.
Fonte: Contraf-CUT

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