fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 10:54 Sem categoria

Funcionários do BB reafirmam Campanha Salarial unificada

(São Paulo) O 16º Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil, reuniu mais de trezentos bancários entre os dias 16 e 17 de julho, no Hotel San Raphael, no centro de São Paulo. Depois de dois dias de muita discussão, os empregados do BB defiram os objetivos da Campanha Salarial 2005, que está começando.

Entre as principais definições do Congresso, os bancários do BB decidiram que a Campanha Salarial será novamente nacional e unificada, assim como nos dois últimos anos. “Depois de quase uma década sem reajuste, os funcionários do Banco do Brasil tiveram o mesmo aumento da categoria em 2003 e 2004 graças à unificação da campanha. Aumentamos o nosso poder de pressão e conseguimos os mesmos benefícios conquistados na Fenaban para os bancários do setor privado. Este ano, queremos repetir a estratégia”, explicou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Além da Campanha Salarial Unificada, os participantes do Congresso do BB também definiram uma série de diretrizes que serão alinhavadas na Conferência Nacional da categoria, que será realizada no final deste mês, em São Paulo. A principal diretriz é o reajuste que será reivindicado e que ainda precisa ser aprovado na Conferência.

O indicativo dos bancários do BB é que o índice seja de 11,77%. Este valor é composto pela inflação do período medida pelo ICV do Dieese (6,07%) mais o aumento real do piso salarial dos funcionários obtido no ano passado: 5,7%. “Este índice garante para os bancários um aumento real de salário como o obtido no ano passado. Os 11,77% valoriza nosso salário e recompõe o nosso poder de compra”, afirmou Marcel.

Outros índices, como a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), auxílio-creche, vale-alimentação e vale-refeição, serão definidos na Conferência Nacional dos Bancários, já que os funcionários do BB optaram pela mesa única de negociações.

Questões específicas – Apesar da definição da Campanha Salarial Unificada, os funcionários do Banco do Brasil têm uma série de questões específicas que precisam ser resolvidas com a empresa. Os participantes do Congresso, então, definiram pela manutenção da mesa de negociações permanentes.

Entre as principais reivindicações específicas, definidas também no Congresso, estão a construção de um novo modelo de Plano de Cargos e Salários e de Cargos Comissionados (PCS/PCC), a isonomia entre novos e antigos funcionários e questões relativas à saúde (Cassi) e previdência (Previ).

Para a Cassi, os bancários querem uma solução imediata para o déficit no Plano de Associados com uma nova forma de custeio; o cumprimento do estatuto – principalmente no que diz respeito a contribuição dos 4,5% que o banco não vem cumprindo para os funcionários contratados após 1998 -; e a reforma estatutária.

Já para a Previ, uma das principais questões continua sendo a redução da Parcela Previ. “Vamos exigir a reabertura imediata das negociações que foram paralisadas unilateralmente pelo banco”, afirmou Marcel. Outro item importante é a revisão do Estatuto da entidade.

Além de Marcel Barros, coordenaram também os trabalhos da plenária neste último dia os dirigentes Sônia Zaia (Campinas), Olivan Faustino (Bahia) e Milton Rezende (vice-presidente da CNB/CUT).

Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT

Por 10:54 Notícias

Funcionários do BB reafirmam Campanha Salarial unificada

(São Paulo) O 16º Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil, reuniu mais de trezentos bancários entre os dias 16 e 17 de julho, no Hotel San Raphael, no centro de São Paulo. Depois de dois dias de muita discussão, os empregados do BB defiram os objetivos da Campanha Salarial 2005, que está começando.
Entre as principais definições do Congresso, os bancários do BB decidiram que a Campanha Salarial será novamente nacional e unificada, assim como nos dois últimos anos. “Depois de quase uma década sem reajuste, os funcionários do Banco do Brasil tiveram o mesmo aumento da categoria em 2003 e 2004 graças à unificação da campanha. Aumentamos o nosso poder de pressão e conseguimos os mesmos benefícios conquistados na Fenaban para os bancários do setor privado. Este ano, queremos repetir a estratégia”, explicou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
Além da Campanha Salarial Unificada, os participantes do Congresso do BB também definiram uma série de diretrizes que serão alinhavadas na Conferência Nacional da categoria, que será realizada no final deste mês, em São Paulo. A principal diretriz é o reajuste que será reivindicado e que ainda precisa ser aprovado na Conferência.
O indicativo dos bancários do BB é que o índice seja de 11,77%. Este valor é composto pela inflação do período medida pelo ICV do Dieese (6,07%) mais o aumento real do piso salarial dos funcionários obtido no ano passado: 5,7%. “Este índice garante para os bancários um aumento real de salário como o obtido no ano passado. Os 11,77% valoriza nosso salário e recompõe o nosso poder de compra”, afirmou Marcel.
Outros índices, como a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), auxílio-creche, vale-alimentação e vale-refeição, serão definidos na Conferência Nacional dos Bancários, já que os funcionários do BB optaram pela mesa única de negociações.
Questões específicas – Apesar da definição da Campanha Salarial Unificada, os funcionários do Banco do Brasil têm uma série de questões específicas que precisam ser resolvidas com a empresa. Os participantes do Congresso, então, definiram pela manutenção da mesa de negociações permanentes.
Entre as principais reivindicações específicas, definidas também no Congresso, estão a construção de um novo modelo de Plano de Cargos e Salários e de Cargos Comissionados (PCS/PCC), a isonomia entre novos e antigos funcionários e questões relativas à saúde (Cassi) e previdência (Previ).
Para a Cassi, os bancários querem uma solução imediata para o déficit no Plano de Associados com uma nova forma de custeio; o cumprimento do estatuto – principalmente no que diz respeito a contribuição dos 4,5% que o banco não vem cumprindo para os funcionários contratados após 1998 -; e a reforma estatutária.
Já para a Previ, uma das principais questões continua sendo a redução da Parcela Previ. “Vamos exigir a reabertura imediata das negociações que foram paralisadas unilateralmente pelo banco”, afirmou Marcel. Outro item importante é a revisão do Estatuto da entidade.
Além de Marcel Barros, coordenaram também os trabalhos da plenária neste último dia os dirigentes Sônia Zaia (Campinas), Olivan Faustino (Bahia) e Milton Rezende (vice-presidente da CNB/CUT).
Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT

Close