Gazeta do Povo
Categoria pede reajuste e acusa o governo de não cumprir acordo feito em 2003
São Paulo e Curitiba – Os funcionários da Previdência Social suspenderam ontem a paralisação, inicialmente prevista para durar 48 horas e iniciada anteontem.
Numa reunião do comando de greve com o secretário-executivo do Ministério ficaram acertadas melhorias no atendimento à população e na capacitação dos funcionários. Ficou decidido também que no dia 15 de abril os funcionários vão avaliar se o acordo está sendo cumprido.
A greve de dois dias em todo o país foi uma advertência para que o governo federal negocie com a categoria. Os grevistas alegam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não respeitou o acordo da categoria com o ex-ministro da Previdência, Ricardo Berzoini, feito no fim do ano passado, após 49 dias de greve.
Segundo os sindicalistas, ficou combinado que todos teriam direito ao reajuste de 47,11%, que metade já recebe por decisão judicial.
Opção
Segundo o sindicato da categoria, o governo estranhamente descumpriu o acordo, editando a Medida Provisória 146, e propôs aos servidores que assinassem um termo de opção individual no qual abriam mão do índice. Além disso, impuseram um plano de carreira que não foi discutido com a categoria.
A partir de 20 de abril, param por tempo indeterminado. Além da discussão da MP, os servidores também querem reajuste. A categoria afirma que só um reajuste de 127% compensaria as perdas dos últimos nove anos.
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Por Mhais• 25 de março de 2004• 10:42• Sem categoria
FUNCIONÁRIOS DO INSS ENCERRAM GREVE RELÂMPAGO POR REAJUSTE
Gazeta do Povo
Categoria pede reajuste e acusa o governo de não cumprir acordo feito em 2003
São Paulo e Curitiba – Os funcionários da Previdência Social suspenderam ontem a paralisação, inicialmente prevista para durar 48 horas e iniciada anteontem.
Numa reunião do comando de greve com o secretário-executivo do Ministério ficaram acertadas melhorias no atendimento à população e na capacitação dos funcionários. Ficou decidido também que no dia 15 de abril os funcionários vão avaliar se o acordo está sendo cumprido.
A greve de dois dias em todo o país foi uma advertência para que o governo federal negocie com a categoria. Os grevistas alegam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não respeitou o acordo da categoria com o ex-ministro da Previdência, Ricardo Berzoini, feito no fim do ano passado, após 49 dias de greve.
Segundo os sindicalistas, ficou combinado que todos teriam direito ao reajuste de 47,11%, que metade já recebe por decisão judicial.
Opção
Segundo o sindicato da categoria, o governo estranhamente descumpriu o acordo, editando a Medida Provisória 146, e propôs aos servidores que assinassem um termo de opção individual no qual abriam mão do índice. Além disso, impuseram um plano de carreira que não foi discutido com a categoria.
A partir de 20 de abril, param por tempo indeterminado. Além da discussão da MP, os servidores também querem reajuste. A categoria afirma que só um reajuste de 127% compensaria as perdas dos últimos nove anos.
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