Brasília, 21/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O presidente do PT, José Genoino, disse, há pouco, que o poder Judiciário não tem legitimidade para fazer greve contra a reforma da Previdência. “Greve de juiz não tem sentido. Fere o sistema democrático, pois quem deveria julgar a greve, vai estar fazendo a greve”, explicou Genoino. Ele ressaltou que o salário dos magistrados estaduais, equivalente a 75% do que ganha o ministro do Supremo Tribunal Federal (R$ 17.500), é suficiente num país onde 12 milhões de aposentados vivem com um salário mínimo.
Sobre a paridade, José Genoino disse ser contra, mas já que o governo cedeu nesse ponto, que seja mais um motivo para que os que estavam contra, fiquem a favor da reforma. “A reforma tem que acontecer. Ela é boa, por isso temos que lutar para ser aprovada”, disse. O Judiciário chegou a afirmar que se a reforma da Previdência for aprovada com o texto atual, o poder entrará numa crise institucional. Magistrados ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a greve, mas pensam em fazer uma paralisação.
Ana Paula Marra
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Por Mhais• 21 de julho de 2003• 17:49• Sem categoria
GENOINO: JUDICIÁRIO NÃO TEM LEGITIMIDADE PARA FAZER GREVE CONTRA REFORMA
Brasília, 21/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O presidente do PT, José Genoino, disse, há pouco, que o poder Judiciário não tem legitimidade para fazer greve contra a reforma da Previdência. “Greve de juiz não tem sentido. Fere o sistema democrático, pois quem deveria julgar a greve, vai estar fazendo a greve”, explicou Genoino. Ele ressaltou que o salário dos magistrados estaduais, equivalente a 75% do que ganha o ministro do Supremo Tribunal Federal (R$ 17.500), é suficiente num país onde 12 milhões de aposentados vivem com um salário mínimo.
Sobre a paridade, José Genoino disse ser contra, mas já que o governo cedeu nesse ponto, que seja mais um motivo para que os que estavam contra, fiquem a favor da reforma. “A reforma tem que acontecer. Ela é boa, por isso temos que lutar para ser aprovada”, disse. O Judiciário chegou a afirmar que se a reforma da Previdência for aprovada com o texto atual, o poder entrará numa crise institucional. Magistrados ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a greve, mas pensam em fazer uma paralisação.
Ana Paula Marra
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