Com 138.402 novas vagas de trabalho formal abertas no país em julho, mercado de trabalho volta ao patamar médio dos últimos 6 anos
Brasília, 18/08/2009 – Em julho foram criados no Brasil 138.402 novos empregos com carteira assinada no Brasil, o maior saldo de 2009 e quarto maior da história para o mês de julho; crescimento de 0,43% do estoque de celetistas do país, que alcança a marca de 32.431.210 trabalhadores. No ano, foram abertas 437.908 novas vagas de trabalho formal, alta de 1,37% no número de celetistas do país, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados nesta terça-feira pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
“O comportamento de todos os setores da economia é positivo, com a Construção Civil em ritmo bom de crescimento e a Indústria de Transformação saindo da estagnação. Houve crescimento do salário médio do brasileiro de R$ 752,96, para R$ 764,14, com aumento real de 1,49%”, anunciou Lupi.
Pela primeira vez na série do CAGED o mês de julho apresentou o melhor saldo entre os sete primeiros meses do ano. O desempenho favorável de julho consolida o processo de recuperação do emprego formal, tendo em vista que alcança o mesmo patamar que os meses de julho dos últimos 6 anos (2003 a 2008), período mais favorável de geração de emprego formal no país, cuja média atingiu 140.218 postos de trabalho.
O ministro mostrou otimismo em relação à geração de empregos em agosto. “Estamos olhando a crise pelo retrovisor e mostrando ao mundo que somos um país forte e de economia estável. Nos resultados de agosto veremos todos os setores econômicos, em todos os estados, com saldo positivo de emprego. Teremos o agosto do bom gosto”, prevê Lupi.
A Construção Civil foi o setor que mais contribuiu para o saldo positivo, com 32.175 postos de trabalho (+1,60%), reflexo das medidas governamentais de estímulo ao setor. A Agricultura foi responsável pela criação de 29.483 postos de trabalho (+1,75%). O setor de Serviços gerou 27.655 empregos (+0,21%) e o Comércio 27.336 postos (+0,39%).
A Indústria de Transformação criou 17.354 postos de trabalho (+0,24%), seu melhor resultado mensal em 2009, com 9 entre 12 subsetores apresentando resultados positivos. Destacaram-se a Indústria Têxtil (+6.133 postos ou +0,64%), a Indústria Química (+4.914 postos ou +0,68%) e a Indústria de Calçados (+4.522 postos ou +1,42%).
“Seguimos rumo à geração de um milhão de novos empregos e ao crescimento de 2% do Produto Interno Bruto em 2009, mas não podemos cessar as medidas de incentivo á economia. Precisamos continuar baixando os juros, liberando crédito aos setores produtivos e oferecendo incentivos à indústria de transformação”, concluiu o ministro.
Assessoria de Imprensa do MTE
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Paraná cria 6.922 vagas de trabalho em julho
Indústria de Transformação (2.745 postos), Comércio (1.956) e Construção Civil (1.206) foram os setores que alavancaram a geração de empregos no estado
Brasília, 18/08/2009 – O estado do Paraná foi responsável pela geração de 6.922 novos postos de trabalho no mês de julho, 0,32% maior que o estoque do mês anterior, conforme dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira (18), pelo ministro Carlos Lupi, em Brasília. Em 2009 foram gerados 47.433 novos empregos no estado.
O ministro mostrou otimismo em relação à geração de empregos em agosto. “Estamos olhando a crise pelo retrovisor e mostrando ao mundo que somos um país forte e de economia estável. Nos resultados de agosto veremos todos os setores econômicos, em todos os estados, com saldo positivo de emprego. Teremos o agosto do bom gosto”, prevê Lupi.
O setor que se destacou no mês de julho no Paraná foi a Indústria de Transformação com 2.745 postos, seguido pelo Comércio com 1.956 e Construção Civil com 1.206. Nos primeiros sete meses do ano, houve acréscimo de 47.433 postos, sendo o melhor resultado da Região Sul.
Municípios – Em julho, Curitiba ficou em primeiro lugar entre os municípios com mais de 30 mil habitantes, gerando 1.267 postos. Em segundo lugar vem Londrina (898), seguida de Araucária (432), Paranavaí (426) e Maringá (354).
Brasil – Em julho foram criados no Brasil 138.402 novos empregos com carteira assinada no Brasil, o maior saldo de 2009 e quarto maior da história para o mês de julho; crescimento de 0,43% do estoque de celetistas do país, que alcança a marca de 32.431.210 trabalhadores. No ano, foram abertas 437.908 novas vagas de trabalho formal, alta de 1,37% no número de celetistas do país.
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DADOS ATÉ JUNHO DE 2009
Paraná tem 14 municípios entre os 200 que mais geram empregos com carteira no País – 17/08/2009 16:01:06
Entre as 200 cidades brasileiras que mais geraram empregos formais no primeiro semestre de 2009, 14 são paranaenses. Curitiba, Paraíso do Norte, Maringá, Colorado, Araucária, Londrina, Cascavel, Rondon, Cambará, Astorga, Rolândia, Porecatu, Tapejara e Jandaia do Sul estão no ranking do Ministério do Trabalho.
Os números são baseados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta segunda-feira (17) pela Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego e Promoção Social.
Os municípios do Paraná com menos de 30 mil habitantes se destacaram na abertura de novos postos de trabalho e ocuparam oito posições na listagem. Para o secretário Nelson Garcia, o resultado é reflexo do desenvolvimento regional sustentável, promovido por políticas públicas adotadas nos últimos seis anos.
“Hoje, ninguém precisa mais mudar para a capital para conseguir emprego digno. As oportunidades existem em todas as regiões do Estado e os pequenos municípios ganharam mais força com os incentivos do Governo Roberto Requião”, analisa.
“Medidas como o apoio à agricultura familiar, a isenção de ICMS para as microempresas e a redução da alíquota para as pequenas são exemplos do trabalho desenvolvido no Paraná. Aqui, o Governo troca impostos por empregos e defende quem mais precisa: a classe trabalhadora”, completa.
CIDADES: Paraíso do Norte, com pouco mais de 10 mil habitantes, gerou 3.211 empregos formais no período e ficou na 21ª colocação na listagem nacional. Foi o segundo melhor resultado entre as cidades paranaenses, atrás apenas de Curitiba, que tem aproximadamente 1,8 milhão de moradores.
A Capital registrou 6.385 contratações nos primeiros seis meses do ano, ocupou a 11ª posição do país em abertura de postos de trabalho e lidera a lista estadual no acumulado de 2009.
Com 2.941 vagas ofertadas, Maringá, teve o terceiro melhor resultado paranaense entre os meses janeiro e junho. A cidade da Região Norte do Estado ficou a 25ª posição do ranking nacional
Colorado, que tem 22.424 habitantes, aparece em 30º lugar na lista brasileira com 2.665 postos de trabalho abertos. A cidade ficou mais bem colocada que cidades com população superior a 100 mil habitantes, como Araucária (35ª posição), Londrina (41ª), e Cascavel (56ª).
O ranking de empregos no país tem, ainda, o município de Rondon, Noroeste do Estado, na 61ª colocação. A cidade de 8.438 moradores teve alta de 1.839 carteiras assinadas no semestre.
Cambará, região Norte, registrou 1.365 novos empregos formais no período e garantiu a 99ª posição na lista nacional. O município tem 23 mil habitantes.
A relação tem ainda as cidades de Astorga, com cerca de 24,5 mil moradores, no 115º lugar (1.219 empregos) e Rolândia, 55.750 habitantes, na 117ª posição (1.201 postos de trabalho abertos).
Fecham a lista os município de Porecatu (quase 15 mil moradores e 914 novas contratações); Tapejara (13.906 habitantes e 851 empregos gerados) e Jandaia do Sul (população de 20,4 mil pessoas e 823 vagas ofertadas). Eles ocupam as 174ª, 193ª e 200ª colocações, respectivamente.
BOX:
Posição dos municípios do Paraná entre os 200 que mais
geraram empregos formais no País no primeiro semestre:
Curitiba (6.385 empregos) – 11º lugar
Paraíso do Norte (3.211 empregos) – 21º lugar
Maringá (2.941 empregos) – 25º lugar
Colorado (2.665 empregos) –30º lugar
Araucária (2.450 empregos) – 35º lugar
Londrina (2.359 empregos) – 41º lugar
Cascavel (1.894 empregos) – 56º lugar
Rondon (1.839 empregos) – 61º lugar
Cambará (1.365 empregos) – 99º lugar
Astorga (1.219 empregos) – 115º lugar
Rolândia (1.201 empregos) – 117º lugar
Porecatu (914 empregos) – 174º lugar
Tapejara (851 empregos) – 193º lugar
Jandaia do Sul (823 empregos) – 200º lugar
Fonte: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – MTE
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Desemprego na Grande Curitiba cai para 5,2%, menor taxa do país – 17/08/2009 16:51:35
A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Curitiba caiu de 5,5% no mês de maio para 5,2% no mês de junho. Em relação a junho de 2008, houve uma redução de 18,4% no número pessoas desempregadas e procurando trabalho, o que significa menos 18 mil pessoas nessa condição. Os dados, divulgados nesta segunda-feira (17) são da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e do IBGE.
Com o resultado, a Grande Curitiba continua com a menor taxa de desemprego entre as outras regiões pesquisadas. A taxa média nacional de desemprego foi estimada pelo IBGE em 8,1% para o mês de junho. As demais regiões metropolitanas apresentaram os seguintes índices: Porto Alegre (5,6%); Rio de Janeiro (6,3%); Belo Horizonte (6,9%); São Paulo (9,0%); Recife (10,2%); Salvador (11,2%).
Embora tenha diminuído a taxa de desemprego, houve uma significativa redução na taxa de atividade, que caiu 2,7 pontos percentuais no confronto com junho de 2008, o que indica “que muitas pessoas podem ter desistido de procurar emprego ou por não terem encontrado uma vaga ou por não achar uma colocação compatível com o nível de qualificação e remuneração desejada”, explica o economista do Ipardes e coordenador da pesquisa, Gino Schlesinger.
A construção civil apresentou uma perda de 23 mil pessoas ocupadas em junho frente a maio, indicando redução de 18,9%. Também os serviços domésticos tiveram diminuição de 19 mil pessoas ocupadas (-17,6%), comparando-se junho deste ano com o mesmo mês de 2008. Os demais setores de atividade mantiveram-se estáveis tanto em relação a maio, quanto a junho de 2008.
RENDIMENTOS – Já o rendimento dos ocupados (empregados, trabalhadores por conta própria e empregadores) da Grande Curitiba, que foi de R$ 1.343,30 apresentou crescimento de 10,2% em relação a junho de 2008. A massa real de rendimentos aumentou R$ 78 milhões (4,4%) de abril para maio deste ano.
O número de empregados com carteira assinada, estimado em 718 mil, ficou estável frente a maio e também em relação a junho de 2008. O rendimento foi de R$ 1.226,60 mostrando aumento de 8% comparando-se com junho de 2008.
O número de empregados do setor privado sem carteira assinada, estimado em 141 mil, no mês de junho de 2009, contou com menos 26 mil pessoas em relação ao mesmo mês de 2008, com redução de 15,6%. A média salarial foi de R$ 808,80, com perda de 8,1% no confronto com junho de 2008.
O número de pessoas ocupadas na condição de ‘trabalhador por conta própria’ diminuiu 7,4% em relação a maio, sendo menos 22 mil pessoas. O rendimento médio, que foi de 1.285,00, indicou aumento de 7,4% em relação a junho de 2008.
Já o número de empregadores (74 mil pessoas) ficou estável tanto em relação a maio quanto ao mesmo mês do ano anterior.
PIA – Em junho, na RMC, foi estimado em 2,613 milhões o número de pessoas de 10 anos ou mais de idade e que compõe a População em Idade Ativa (PIA). Esse contingente teve um aumento de 51 mil pessoas em relação a junho de 2008. Desse total, 58,8% compunha-se de pessoas economicamente ativas (PEA) e 41,2% de não-economicamente ativas (PNEA).
ATIVIDADE – A taxa de atividade (proporção entre as Pessoas Economicamente Ativas em relação àquelas em Idade Ativa) foi de 58,8% no mês de junho de 2009, apontando uma diminuição de 38 mil pessoas em relação ao mesmo mês do ano anterior.
OCUPAÇÃO – O número de pessoas ocupadas foi estimado, em junho de 2009, em 1,456 milhão, mantendo-se estável tanto em relação a maio deste ano quanto a junho do ano anterior.
Na análise anual (junho 2009 – junho 2008), os seguintes setores obtiveram ganhos de pessoas ocupadas: comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis – ganha 12 mil pessoas (21,5% dos ocupados); serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira – ganha 6 mil pessoas (13,5% dos ocupados); outras serviços e atividades – ganhou 5 mil pessoas (17,6% dos ocupados).
Estes setores tiveram perda de ocupados: serviços domésticos – perde 19 mil pessoas (representa 6,1% do total de ocupados); indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água – diminui 16 mil pessoas (19,6% de ocupados); construção civil – menos 7 mil pessoas (6,8% do total de ocupados); educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social – perde 2 mil pessoas (14,9% dos ocupados).
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Em junho, desocupação foi de 8,1%
Taxa caiu em relação a maio (8,8%) e manteve-se estatisticamente estável em relação a junho de 2008 (7,9%). O contingente de desocupados (1,9 milhão) recuou 8,3% na comparação com o mês anterior e manteve-se estável no confronto com junho de 2008. A população ocupada (21,1 milhões) registrou elevação de 0,8% na comparação com maio último e manteve-se estável em relação a junho de 2008.
O número de trabalhadores com carteira assinada (9,5 milhões) não variou em relação a maio, mas cresceu 2,2% quando comparado com junho de 2008. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.312,30) não variou na comparação mensal, mas teve alta de 3,0% frente a junho de 2008. A massa de rendimento efetivo dos ocupados (R$ 27,8 bilhões) cresceu 0,5% em relação a maio e subiu 2,8% em relação a junho do ano passado. O rendimento domiciliar per capita (R$ 855,95) ficou estatisticamente estável em relação a maio e cresceu 2,5% em relação a junho de 2008.
No mês de junho de 2009, a taxa de desocupação foi estimada em 8,1% para o conjunto das seis regiões abrangidas pela pesquisa, apresentando declínio de 0,7 pontos percentuais em comparação a maio de 2009. No confronto com junho do ano passado, a taxa não apresentou variação significativa.
PESSOAS DESOCUPADAS (PD)(1)
A Pesquisa Mensal de Emprego assinalou, na comparação com maio de 2009, declínio de 8,3% no contingente de desocupados no total das seis regiões pesquisadas. Em relação a junho de 2008, esta estimativa apresentou estabilidade.
Regionalmente, houve queda de 12,5% em relação ao mês anterior, em São Paulo. Na comparação com junho de 2008, foi observado aumento na Região Metropolitana de Recife (24,7%).
PESSOAS OCUPADAS (PO)
O contingente de ocupados (21,1 milhões) cresceu em relação a maio (0,8%) e ficou estável em relação a junho de 2008. Houve alta na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (1,3%), na comparação mensal. Em relação a junho de 2008 não foi observada variação significativa em nenhuma das regiões.
Resultados com relação aos principais grupamentos de atividade:
Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (16,4% da PO) Sem variação na comparação com maio e recuo de 5,0% no confronto com junho do ano passado. Regionalmente, na comparação mensal, houve alta de 6,5% em Belo Horizonte. No confronto com junho de 2008, o quadro foi de queda em Belo Horizonte (-7,3%), São Paulo (-6,9%) e Porto Alegre (-9,6%).
Construção (7,3% da PO) Houve estabilidade em ambos os períodos de comparação. Regionalmente, sem variação em relação a maio. No confronto com junho de 2008, alta de 17,4% em Salvador.
Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (19,1% da PO)Estabilidade em ambas as comparações, inclusive regionalmente.
Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (15,3% da PO)Estabilidade em ambas as comparações, inclusive regionalmente.
Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (16,6% da PO) Alta de 2,3% na comparação com maio e de 4,6% no confronto com junho de 2008. Regionalmente, altas em São Paulo: 5,2% em relação a maio último e 9,5% na comparação anual.
Serviços domésticos (7,7% da PO) Estabilidade em ambos os períodos analisados. Regionalmente, Porto Alegre teve quedas (-9,7%) no mês e (-10,7%) no ano.
Outros serviços, (alojamento e alimentação, transporte, armazenagem e comunicações, limpeza urbana, atividades associativas, recreativas, culturais e desportivas, serviços pessoais) (17,2% da PO) Estabilidade em ambas as comparações. Regionalmente, estabilidade no mês e alta de 9,8% em Porto Alegre, no ano.
Análise da forma de inserção do trabalhador no mercado de trabalho:
Empregados COM carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos, militares, funcionários públicos estatutários e outros) (44,8% da PO) Estabilidade na comparação mensal e alta de 2,2% em relação a junho de 2008. Regionalmente, estabilidade no mês. No ano, alta de 8,6% em Recife.
Empregados SEM carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos, militares, funcionários públicos estatutários e outros) (12,9% da PO) Estabilidade em ambas as comparações, inclusive regionalmente.
Militares ou funcionários públicos estatutários (7,7% da PO) Alta de 4,1% no mês e estabilidade no ano. Regionalmente, estabilidade em ambos os períodos.
Trabalhadores por conta própria (18,5% da PO) Estabilidade em ambos os períodos, inclusive regionalmente.
RENDIMENTO MÉDIO REAL(2)
Em junho de 2009, a PME estimou em R$ 1.312,30 o rendimento médio real habitualmente recebido pelos trabalhadores. Houve estabilidade em relação a maio e recuperação de 3,0% na comparação com junho de 2008.
Regionalmente, no mês, alta em Belo Horizonte (1,6%), estabilidade em Recife, Salvador e Porto Alegre, e quedas no Rio de Janeiro (-1,3%) e São Paulo (-0,4%). No ano, altas em cinco regiões: Recife (0,5%), Salvador (3,7%), Belo Horizonte (10,0%), São Paulo (3,5%) e Porto Alegre (4,8%). Houve queda no Rio de Janeiro (-0,9%).
Rendimento das categorias de posição na ocupação na comparação MENSAL:
Empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (R$ 1.234,00). Queda (-2,4%) em junho de 2009. Quedas em Recife (-2,3%), Salvador (- 4,3%), Belo Horizonte (-1,4%), Rio de Janeiro (-0,5%), São Paulo (-3,0%) e Porto Alegre (-3,0%).
Empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (R$ 885,80) Estabilidade. Altas em Recife (8,0%), Salvador (4,6%), São Paulo (3,2%) e Porto Alegre (2,5%). Queda em Belo Horizonte (-6,8%) e no Rio de Janeiro (-10,5%).
Militares ou funcionários públicos estatutários (R$ 2.268,80) Alta de 0,6% em junho de 2009. Altas em Recife (2,2%), Salvador (1,7%), Belo Horizonte (7,2%) e Porto Alegre (2,7%). Recuos no Rio de Janeiro (-0,8%) e São Paulo (-1,6%).
Trabalhadores por conta própria (R$ 1.128,60) Alta de 2,7% em junho de 2009. Altas em Recife (0,8%), Belo Horizonte (3,0%), Rio de Janeiro (4,4%) e São Paulo (3,7%). Quedas em Salvador (-7,3%) e Porto Alegre (-1,5%).
Rendimento das categorias de posição na ocupação na comparação ANUAL:
Empregados com carteira assinada no setor privado Alta de 2,1% no ano. Altas em Recife (5,9%), Salvador (2,5%), Belo Horizonte (2,0%), Rio de Janeiro (5,4%), São Paulo (0,5%) e Porto Alegre (3,7%).
Empregados SEM carteira assinada no setor privadoAlta de 5,4%. Altas em Recife (7,9%), Salvador (16,2%), Belo Horizonte (5,1%), São Paulo (12,2%) e Porto Alegre (7,0%). Queda no Rio de Janeiro (-16,4%).
Militares ou funcionários públicos estatutários Alta de 3,9%. Altas em Belo Horizonte (16,9%), Rio de Janeiro (9,7%) e Porto Alegre (8,6%). Recuos em Recife (-5,7%), Salvador (-8,1%) e São Paulo (-2,8%).
Trabalhadores por conta própria Alta de 3,8%. Altas em Recife (0,4%), Salvador (0,7%), Belo Horizonte (10,6%), São Paulo (15,3%) e Porto Alegre (3,7%). Queda no Rio de Janeiro (-9,6%).
RENDIMENTO MÉDIO REAL DOMICILIAR PER CAPITA
Em junho de 2009, o rendimento médio real domiciliar per capita foi estimado em R$ 855,95. Houve estabilidade estatística em relação a maio e alta de 2,5% no comparativo com junho de 2008. Em relação a maio, houve altas em Belo Horizonte (2,9%) e de Porto Alegre (1,3%), e quedas em Recife (-2,2%), Salvador (-0,5%), Rio de Janeiro (-0,5%) e São Paulo (-0,9%). Em relação a junho de 2008, assinalaram recuperação: Recife (1,6%), Salvador (0,4%), Belo Horizonte (10,3%), São Paulo (4,5%) e Porto Alegre (4,3%). Houve queda no Rio de Janeiro (-3,3%).
MASSA DE RENDIMENTO REAL EFETIVO DA POPULAÇÃO OCUPADA
A massa de rendimento real efetivo da população ocupada foi estimada em R$ 27,8 bilhões com base na Pesquisa Mensal de Emprego de junho de 2009 (mês de referência maio de 2009), para o total das seis regiões metropolitanas. Houve altas de 0,5% em relação a abril último e de 2,8% em comparação com maio de 2008.
Na comparação com abril último, houve queda em Recife (-1,0%). Movimento contrário ocorreu em Belo Horizonte (2,2%), São Paulo (0,6%) e Porto Alegre (0,4%). Ocorreu estabilidade em Salvador e no Rio de Janeiro. Em relação a maio de 2008, ocorreram altas em Recife (0,5%), Salvador (6,7%), Belo Horizonte (10,8%), São Paulo (3,5%) e Porto Alegre (1,7%). Houve queda (-2,2%) no Rio de Janeiro na análise anual.
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(1) Pessoas que não estavam trabalhando, estavam disponíveis para trabalhar na semana de referência e tomaram alguma providência efetiva para conseguir trabalho nos trinta dias anteriores à semana em que responderam à pesquisa
(2) Rendimento habitualmente recebido.
Comunicação Social
23 de julho de 2009
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