“Bancário não é alvo. Cliente não é escudo. A vida não tem preço”. Com base nesta premissa, a CNB/CUT promove nesta quinta-feira, dia 5 de maio, o Dia Nacional de Luta por Segurança Bancária. A orientação é para que hoje sejam realizados atos, manifestações, audiências públicas nas assembléias legislativas e câmaras de vereadores e debates em protesto contra o atual estado de insegurança dentro e fora das agências e postos de atendimento bancário.
No Dia Nacional de Luta por Segurança Bancária, a CNB/CUT pretende ainda cobrar da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) a retomada das discussões no âmbito da mesa temática sobre segurança bancária.
As principais reivindicações da categoria bancária são a instalação de portas giratórias de segurança antes do acesso ao auto-atendimento nas agências e postos, além de vigilância e câmaras de vídeo; a abertura e fechamento das agências por empresa especializada em segurança; a emissão de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) e assistência médica e psicológica, às custas dos bancos, para os trabalhadores que presenciaram assalto ou foram vítimas de seqüestro; o fechamento da agência ou posto de atendimento no dia de ocorrência de assalto, em razão do impacto da ação criminosa.
Fonte: Fenae Net
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Por Mhais• 5 de maio de 2005• 11:27• Sem categoria
Hoje: Dia Nacional de Luta por Segurança
“Bancário não é alvo. Cliente não é escudo. A vida não tem preço”. Com base nesta premissa, a CNB/CUT promove nesta quinta-feira, dia 5 de maio, o Dia Nacional de Luta por Segurança Bancária. A orientação é para que hoje sejam realizados atos, manifestações, audiências públicas nas assembléias legislativas e câmaras de vereadores e debates em protesto contra o atual estado de insegurança dentro e fora das agências e postos de atendimento bancário.
No Dia Nacional de Luta por Segurança Bancária, a CNB/CUT pretende ainda cobrar da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) a retomada das discussões no âmbito da mesa temática sobre segurança bancária.
As principais reivindicações da categoria bancária são a instalação de portas giratórias de segurança antes do acesso ao auto-atendimento nas agências e postos, além de vigilância e câmaras de vídeo; a abertura e fechamento das agências por empresa especializada em segurança; a emissão de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) e assistência médica e psicológica, às custas dos bancos, para os trabalhadores que presenciaram assalto ou foram vítimas de seqüestro; o fechamento da agência ou posto de atendimento no dia de ocorrência de assalto, em razão do impacto da ação criminosa.
Fonte: Fenae Net
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