Os bancários realizam nesta segunda-feira (25/09), assembléias em todo o País para debater a deflagração de greve no dia 26. Em Curitiba, a assembléia está marcada para as 19h, na Sociedade Thalia (Comendador Araújo, 338).
Depois de quase dois meses de Campanha, a Fenaban se comprometeu a apresentar uma proposta econômica nesta quarta-feira (27), na sexta rodada de negociação. Para pressioná-la, os bancários de todo o Brasil mantiveram a determinação do Comando Nacional e realizam hoje assembléias para definir a greve de 24 horas que deve ser deflagrada nesta terça-feira.
“Os bancários já realizam muitas atividades, com protestos e paralisações, mas até agora os banqueiros não se sentiram pressionados suficiente para apresentar proposta. Por isso é fundamental que os bancários paralisem as atividades durante toda a terça-feira e em todo o Brasil. Esta greve de 24 horas tem que ser forte para pressionar a Fenaban a negociar com seriedade. Esta é a primeira vez em muito tempo que chegamos ao final de setembro sem proposta”, destaca Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT.
A minuta de reivindicações dos bancários foi entregue à Fenaban no dia 10 de agosto. De lá para cá, cinco rodadas de negociações ocorreram, sem que os banqueiros apresentassem contraproposta para as cláusulas econômicas. O único avanço até agora foi que os bancos, depois de muita pressão, aceitaram discutir a melhora na segurança e o combate ao assédio moral em mesas específicas.
“Vamos intensificar as atividades nesta terça-feira porque sem pressão os banqueiros não vão apresentar nada. Nossa campanha nunca foi fácil e este ano não é diferente. A ganância é muito grande, não importa o quanto o lucro cresça, os bancos não querem dividir o bolo. É importante que a greve de 24 horas atinja o Brasil inteiro”, afirma William Mendes, secretário de Imprensa da Contraf-CUT.
Com informações da Contraf-CUT
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