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Por 12:38 Notícias

INFLAÇÃO SURPREENDE, MAS MERCADO MANTÉM APOSTA EM JURO ESTÁVEL

SÉRGIO RIPARDO
da Folha Online
A nova prévia da inflação na cidade de São Paulo veio abaixo das expectativas, mas foi insuficiente para mudar a previsão do mercado de que o Copom (Comitê de Política Monetária) deverá manter a taxa básica de juros em 16,5% ao ano na reunião que termina hoje.
A segunda quadrissemana (16 de janeiro a 14 de fevereiro) do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) ficou em 0,26%, divulgou hoje a
Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).
“Nossa projeção era de 0,33%. Apesar de uma desaceleração dos preços mais forte do que a esperada, apostamos que a trajetória cadente dos juros só deve ser retomada em março”, afirma o economista-chefe da consultoria Global Station, Marcelo de Ávila.
A terceira quadrissemana de fevereiro do IPC será divulgada pela Fipe na sexta-feira após o Carnaval.
Na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), o contrato de juro futuro para janeiro de 2005, o mais negociado, sobe e projeta taxa anual de 15,35%.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, segue se recuperando e avança 0,49%, aos 22.536 pontos. O volume financeiro deve ser inflado hoje pelo exercício dos contratos de opções sobre o índice.
Já o dólar registra alta de 0,27%, cotado a R$ 2,928. O Banco Central completa hoje dez sessões sem promover leilões para a compra de divisas. Essas operações começam no dia 8 de janeiro. Na época, o BC justificou as intervenções citando o objetivo de reforçar as reservas cambiais do país.
O risco-país, que mede a diferença entre os juros pagos pelos títulos brasileiros e americanos, cai 1,66%, aos 531 pontos. O C-Bond, principal título da dívida externa do país, está estável, cotado a 96,5% do valor de face, segundo a CMA, empresa especialista em sistemas e informação financeira.
A decisão do Copom será divulgada no início da noite de hoje. Em janeiro, o comitê interrompeu uma seqüência de sete cortes na taxa Selic e manteve o juro em 16,5% ao ano, surpreendendo os analistas mais conservadores.

Por 12:38 Sem categoria

INFLAÇÃO SURPREENDE, MAS MERCADO MANTÉM APOSTA EM JURO ESTÁVEL

SÉRGIO RIPARDO
da Folha Online

A nova prévia da inflação na cidade de São Paulo veio abaixo das expectativas, mas foi insuficiente para mudar a previsão do mercado de que o Copom (Comitê de Política Monetária) deverá manter a taxa básica de juros em 16,5% ao ano na reunião que termina hoje.

A segunda quadrissemana (16 de janeiro a 14 de fevereiro) do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) ficou em 0,26%, divulgou hoje a
Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

“Nossa projeção era de 0,33%. Apesar de uma desaceleração dos preços mais forte do que a esperada, apostamos que a trajetória cadente dos juros só deve ser retomada em março”, afirma o economista-chefe da consultoria Global Station, Marcelo de Ávila.

A terceira quadrissemana de fevereiro do IPC será divulgada pela Fipe na sexta-feira após o Carnaval.

Na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), o contrato de juro futuro para janeiro de 2005, o mais negociado, sobe e projeta taxa anual de 15,35%.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, segue se recuperando e avança 0,49%, aos 22.536 pontos. O volume financeiro deve ser inflado hoje pelo exercício dos contratos de opções sobre o índice.

Já o dólar registra alta de 0,27%, cotado a R$ 2,928. O Banco Central completa hoje dez sessões sem promover leilões para a compra de divisas. Essas operações começam no dia 8 de janeiro. Na época, o BC justificou as intervenções citando o objetivo de reforçar as reservas cambiais do país.

O risco-país, que mede a diferença entre os juros pagos pelos títulos brasileiros e americanos, cai 1,66%, aos 531 pontos. O C-Bond, principal título da dívida externa do país, está estável, cotado a 96,5% do valor de face, segundo a CMA, empresa especialista em sistemas e informação financeira.

A decisão do Copom será divulgada no início da noite de hoje. Em janeiro, o comitê interrompeu uma seqüência de sete cortes na taxa Selic e manteve o juro em 16,5% ao ano, surpreendendo os analistas mais conservadores.

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