Apesar da queda generalizada nos juros, bancos aumentam taxa média cobrada sobre o cheque especial para pessoa física.
São Paulo, 5 de janeiro – Em dezembro, os bancos aumentaram a taxa média de juros cobrada sobre o cheque especial para pessoa física, apesar de no mês anterior ter havido uma queda generalizada nos juros.
O percentual passou de 148,6% em outubro para 149,2% ao ano. O spread (ganho com a diferença entre o custo de aplicação e o custo de captação) cobrado pelos bancos nessa operação subiu de 130,9% para 132% ao ano. Os dados foram divulgados pelo Banco Central (BC).
Segundo estudo realizado pelo Procon de São Paulo, o Itaú foi o banco que cobrou de seus correntistas a maior taxa de juros sobre essa modalidade de empréstimo, com uma média de 8,47% ao mês. Mas nenhum banco pesquisado havia reduzido o ônus sobre o cheque especial e acompanhado o movimento de queda das últimas semanas.
“Para aumentar (os juros) os bancos são muito rápidos, mas na hora de acompanhar o restante do País e baixar os custos do dinheiro para os clientes e a população, não existe a mesma agilidade. Isso se explica pela ganância, pela vontade de lucrar cada vez mais”, afirma a secretária-geral do Sindicato, Juvandia Moreira.
Fonte: Seeb São Paulo Osasco e Região
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Por Mhais• 5 de janeiro de 2006• 14:07• Sem categoria
Juros nas nuvens
Apesar da queda generalizada nos juros, bancos aumentam taxa média cobrada sobre o cheque especial para pessoa física.
São Paulo, 5 de janeiro – Em dezembro, os bancos aumentaram a taxa média de juros cobrada sobre o cheque especial para pessoa física, apesar de no mês anterior ter havido uma queda generalizada nos juros.
O percentual passou de 148,6% em outubro para 149,2% ao ano. O spread (ganho com a diferença entre o custo de aplicação e o custo de captação) cobrado pelos bancos nessa operação subiu de 130,9% para 132% ao ano. Os dados foram divulgados pelo Banco Central (BC).
Segundo estudo realizado pelo Procon de São Paulo, o Itaú foi o banco que cobrou de seus correntistas a maior taxa de juros sobre essa modalidade de empréstimo, com uma média de 8,47% ao mês. Mas nenhum banco pesquisado havia reduzido o ônus sobre o cheque especial e acompanhado o movimento de queda das últimas semanas.
“Para aumentar (os juros) os bancos são muito rápidos, mas na hora de acompanhar o restante do País e baixar os custos do dinheiro para os clientes e a população, não existe a mesma agilidade. Isso se explica pela ganância, pela vontade de lucrar cada vez mais”, afirma a secretária-geral do Sindicato, Juvandia Moreira.
Fonte: Seeb São Paulo Osasco e Região
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