A situação financeira dos bancos no Brasil nunca foi tão boa. Porém, os lucros bilionários contrastam com a situação dos bancários. Dados divulgados pela própria Febraban no último dia 10, revelam que entre 1994 e 2004 o número de empregados por agência diminuiu cerca de 30%, mas o volume de trabalho aumentou muito. Hoje, apenas um funcionário é responsável por 184 contas, número que era de 67 em 1993.
Com tanta exploração da mão-de-obra, os bancos estão fugindo das responsabilidades trabalhistas e apostando em correspondentes bancários para oferecer serviços. O número saltou de 46.035 em 2004 para 69.546 no ano passado, mais de 51,1%, espalhados por lotéricas, correios e etc.
Apesar da Febraban afirmar que as instituições estão investindo cerca de R$ 4 bilhões por ano em tecnologia, as filas nas agências só têm aumentado. Mesmo assim, os banqueiros se negam a contratar mais funcionários e oferecer serviços de melhor qualidade para os clientes.
Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia
Notícias recentes
- Quaest: Lula amplia vantagem sobre Flávio Bolsonaro
- Advogado de Eduardo Bolsonaro recebeu milhões de dólares do Banco Master
- Regulamentação de plataformas e liberdade sindical marcam atuação da CUT na OIT
- Londrina: Sindicato mobiliza empregados da Caixa em defesa de melhorias na saúde e por condições de trabalho
- Caras de pau: empresários lançam manifesto contra o fim da escala 6×1
Comentários
Por Mhais• 17 de maio de 2006• 10:43• Sem categoria
Lucros bilionários contrastam com exploração de funcionários
A situação financeira dos bancos no Brasil nunca foi tão boa. Porém, os lucros bilionários contrastam com a situação dos bancários. Dados divulgados pela própria Febraban no último dia 10, revelam que entre 1994 e 2004 o número de empregados por agência diminuiu cerca de 30%, mas o volume de trabalho aumentou muito. Hoje, apenas um funcionário é responsável por 184 contas, número que era de 67 em 1993.
Com tanta exploração da mão-de-obra, os bancos estão fugindo das responsabilidades trabalhistas e apostando em correspondentes bancários para oferecer serviços. O número saltou de 46.035 em 2004 para 69.546 no ano passado, mais de 51,1%, espalhados por lotéricas, correios e etc.
Apesar da Febraban afirmar que as instituições estão investindo cerca de R$ 4 bilhões por ano em tecnologia, as filas nas agências só têm aumentado. Mesmo assim, os banqueiros se negam a contratar mais funcionários e oferecer serviços de melhor qualidade para os clientes.
Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia
Deixe um comentário