da Folha de S.Paulo, em Brasília
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho, assumiu diretamente a responsabilidade de encontrar e direcionar recursos federais para a reforma agrária. A ordem foi dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, num momento em que o governo teme reflexos da tensão no campo e na cidade sobre os investimentos econômicos.
A intenção do governo, conforme vem sendo discutida pelo “núcleo duro” (os ministros mais próximos a Lula, como Palocci), é também intensificar anúncios de medidas pontuais tanto na área social quanto no estímulo à produção industrial.
Até a próxima semana, a intenção é que essas medidas sejam anunciadas pelo governo e permitam reverter o clima negativo dos últimos dias. Palocci foi encarregado pelo presidente de coordenar a agenda de medidas de curto prazo, que busquem um efeito imediato sobre a economia.
Palocci já se reuniu, por exemplo, com o ministro da Educação, Cristovam Buarque, para discutir verbas para um setor considerado estratégico para o governo e para neutralizar críticas da esquerda.
À direita, há uma tentativa de apressar um anúncio formal da política industrial do governo Lula, ainda indefinida entre o ministro Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento) e o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Carlos Lessa. Furlan é elogiado no “núcleo duro” por “vender bem” no exterior tanto a imagem do governo quanto do país.
A maior preocupação é com a perda de credibilidade do Brasil no cenário internacional, agravando a falta de investimentos internacionais e afetando os índices sobre o país.
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Por Mhais• 31 de julho de 2003• 09:50• Sem categoria
LULA ENCARREGA PALOCCI DE ARRUMAR DINHEIRO PARA A REFORMA AGRÁRIA
da Folha de S.Paulo, em Brasília
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho, assumiu diretamente a responsabilidade de encontrar e direcionar recursos federais para a reforma agrária. A ordem foi dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, num momento em que o governo teme reflexos da tensão no campo e na cidade sobre os investimentos econômicos.
A intenção do governo, conforme vem sendo discutida pelo “núcleo duro” (os ministros mais próximos a Lula, como Palocci), é também intensificar anúncios de medidas pontuais tanto na área social quanto no estímulo à produção industrial.
Até a próxima semana, a intenção é que essas medidas sejam anunciadas pelo governo e permitam reverter o clima negativo dos últimos dias. Palocci foi encarregado pelo presidente de coordenar a agenda de medidas de curto prazo, que busquem um efeito imediato sobre a economia.
Palocci já se reuniu, por exemplo, com o ministro da Educação, Cristovam Buarque, para discutir verbas para um setor considerado estratégico para o governo e para neutralizar críticas da esquerda.
À direita, há uma tentativa de apressar um anúncio formal da política industrial do governo Lula, ainda indefinida entre o ministro Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento) e o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Carlos Lessa. Furlan é elogiado no “núcleo duro” por “vender bem” no exterior tanto a imagem do governo quanto do país.
A maior preocupação é com a perda de credibilidade do Brasil no cenário internacional, agravando a falta de investimentos internacionais e afetando os índices sobre o país.
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