RIO – A economista Maria da Conceição Tavares defendeu a permanência de Guido Mantega no ministério da Fazenda em um eventual segundo mandato do governo Lula. “Vim por respeito, estima a um homem calmo, persistente e que, espero em Deus, continue ministro da Fazenda”, disse a economista, após um encontro com Mantega e 25 intelectuais cariocas. Para Maria da Conceição, a situação econômica do país com a permanência dele na pasta vai melhorar e “já está melhorando” desde que ele assumiu.
Mantega, por sua vez, respondeu que seu futuro como ministro não é a questão que está em foco no momento e que o tema será tratado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após as eleições. “Não cabe a mim discutir essa questão. Não estou preocupado com essa questão nesse momento”, disse.
Segundo o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Aloísio Teixeira, o intuito da reunião de hoje foi organizar uma agenda de transição para dar conta de uma política desenvolvimentista, qualquer que seja o próximo ministro. “Temos esperança de uma mudança na política econômica”, afirmou.
Ele acrescentou que entre as sugestões colocadas pelos intelectuais no encontro estão maiores taxas de crescimento econômico e investimento, redução do desemprego e da meta de superávit primário. Para Mantega, entretanto, num eventual segundo mandato do governo Lula, a meta fiscal será mantida em 4,25% do PIB ao ano. Na avaliação do ministro, um maior nível de crescimento virá de uma política mais flexível em relação aos juros, tendo em vista a inflação controlada.
(Ana Paula Grabois | Valor Online).
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Mantega prevê política monetária mais flexível nos próximos anos
RIO – A política monetária em um eventual segundo mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva será mais flexível, devido ao controle da inflação, segundo afirmou hoje o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na avaliação do ministro, o governo fez um esforço para reduzir os preços de um patamar muito elevado, para o nível razoável e controlado, o que justifica maior flexibilidade no ciclo de queda da taxa de juro básico. “Esse é um dos pilares de sustentação de um crescimento mais vigoroso da economia”, comentou Mantega.
O ministro também disse que o fato de a inflação acumulada no últimos 12 meses estar abaixo da meta de 4,5% para este ano permite cortes adicionais da Selic. Conforme dados do IBGE divulgados no dia 6 deste mês, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurou alta de 3,7% nos 12 meses encerrados em setembro.
“Isso abre espaço para uma política monetária mais flexível. Significa que o juro continuará caindo no país nos próximos anos e deve se estabelecer num patamar razoável”, disse, acrescentando que juros menores estimularão o investimento produtivo. Mantega participou hoje de almoço com intelectuais no Rio de Janeiro.
(Ana Paula Grabois | Valor Online).
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Por Mhais• 20 de outubro de 2006• 20:10• Sem categoria
Maria da Conceição Tavares defende permanência de Mantega na Fazenda se Lula vencer eleição
RIO – A economista Maria da Conceição Tavares defendeu a permanência de Guido Mantega no ministério da Fazenda em um eventual segundo mandato do governo Lula. “Vim por respeito, estima a um homem calmo, persistente e que, espero em Deus, continue ministro da Fazenda”, disse a economista, após um encontro com Mantega e 25 intelectuais cariocas. Para Maria da Conceição, a situação econômica do país com a permanência dele na pasta vai melhorar e “já está melhorando” desde que ele assumiu.
Mantega, por sua vez, respondeu que seu futuro como ministro não é a questão que está em foco no momento e que o tema será tratado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após as eleições. “Não cabe a mim discutir essa questão. Não estou preocupado com essa questão nesse momento”, disse.
Segundo o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Aloísio Teixeira, o intuito da reunião de hoje foi organizar uma agenda de transição para dar conta de uma política desenvolvimentista, qualquer que seja o próximo ministro. “Temos esperança de uma mudança na política econômica”, afirmou.
Ele acrescentou que entre as sugestões colocadas pelos intelectuais no encontro estão maiores taxas de crescimento econômico e investimento, redução do desemprego e da meta de superávit primário. Para Mantega, entretanto, num eventual segundo mandato do governo Lula, a meta fiscal será mantida em 4,25% do PIB ao ano. Na avaliação do ministro, um maior nível de crescimento virá de uma política mais flexível em relação aos juros, tendo em vista a inflação controlada.
(Ana Paula Grabois | Valor Online).
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Mantega prevê política monetária mais flexível nos próximos anos
RIO – A política monetária em um eventual segundo mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva será mais flexível, devido ao controle da inflação, segundo afirmou hoje o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na avaliação do ministro, o governo fez um esforço para reduzir os preços de um patamar muito elevado, para o nível razoável e controlado, o que justifica maior flexibilidade no ciclo de queda da taxa de juro básico. “Esse é um dos pilares de sustentação de um crescimento mais vigoroso da economia”, comentou Mantega.
O ministro também disse que o fato de a inflação acumulada no últimos 12 meses estar abaixo da meta de 4,5% para este ano permite cortes adicionais da Selic. Conforme dados do IBGE divulgados no dia 6 deste mês, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurou alta de 3,7% nos 12 meses encerrados em setembro.
“Isso abre espaço para uma política monetária mais flexível. Significa que o juro continuará caindo no país nos próximos anos e deve se estabelecer num patamar razoável”, disse, acrescentando que juros menores estimularão o investimento produtivo. Mantega participou hoje de almoço com intelectuais no Rio de Janeiro.
(Ana Paula Grabois | Valor Online).
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