Os quatro anos de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem registrar uma geração de 8,5 milhões de empregos, sendo que, nesse universo, cinco milhões serão postos de trabalho formais. A previsão é do ministro do Trabalho, Luiz Marinho. Ele ainda pondera que esse resultado deverá ser alcançado se 2006 repetir o bom desempenho da economia verificado em 2004, quando a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 4,9%. Neste ano, a expectativa é de uma expansão de apenas 2,5% do PIB.
Marinho anunciou esses números, que representam um recuo com relação à promessa de campanha do presidente Lula, de criar 10 milhões de emprego, em entrevista coletiva concedida depois da terceira reunião de representantes do governo com dirigentes de seis centrais sindicais para negociar o reajuste do salário mínimo que vai vigorar em maio do ano que vem.
O ministro negou que o presidente tenha feito aquela promessa. Afirmou que Lula, em 2002, candidato à Presidência, apenas disse que o Brasil “necessitava” criar dez milhões de empregos.
Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) vêm animando o governo. Marinho disse que a média mensal de criação de empregos formais será de 100 mil nos quatro anos contados de 2003 a 2006. Hoje serão divulgados os números do Caged em novembro. A pesquisa mostra o saldo entre demissões e contratações com carteira de trabalho assinada e o governo acredita que esse saldo será positivo em 1,2 milhão de empregos neste ano.
O bom desempenho da economia em 2004, que Marinho espera ver repetido em 2006, significou a criação de 1,863 milhão de postos de trabalho. Esse resultado representa crescimento de 6,3% sobre o estoque de 2003 e é recorde histórico nominal. Em termos relativos, foi o segundo melhor desempenho anual, ficando atrás de 1986, ano que teve aumento de 8,16%. Essa foi a principal revelação, na semana passada, da pesquisa Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região
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Por Mhais• 22 de dezembro de 2005• 15:08• Sem categoria
Marinho prevê 8,5 milhões de novas vagas em quatro anos
Os quatro anos de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem registrar uma geração de 8,5 milhões de empregos, sendo que, nesse universo, cinco milhões serão postos de trabalho formais. A previsão é do ministro do Trabalho, Luiz Marinho. Ele ainda pondera que esse resultado deverá ser alcançado se 2006 repetir o bom desempenho da economia verificado em 2004, quando a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 4,9%. Neste ano, a expectativa é de uma expansão de apenas 2,5% do PIB.
Marinho anunciou esses números, que representam um recuo com relação à promessa de campanha do presidente Lula, de criar 10 milhões de emprego, em entrevista coletiva concedida depois da terceira reunião de representantes do governo com dirigentes de seis centrais sindicais para negociar o reajuste do salário mínimo que vai vigorar em maio do ano que vem.
O ministro negou que o presidente tenha feito aquela promessa. Afirmou que Lula, em 2002, candidato à Presidência, apenas disse que o Brasil “necessitava” criar dez milhões de empregos.
Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) vêm animando o governo. Marinho disse que a média mensal de criação de empregos formais será de 100 mil nos quatro anos contados de 2003 a 2006. Hoje serão divulgados os números do Caged em novembro. A pesquisa mostra o saldo entre demissões e contratações com carteira de trabalho assinada e o governo acredita que esse saldo será positivo em 1,2 milhão de empregos neste ano.
O bom desempenho da economia em 2004, que Marinho espera ver repetido em 2006, significou a criação de 1,863 milhão de postos de trabalho. Esse resultado representa crescimento de 6,3% sobre o estoque de 2003 e é recorde histórico nominal. Em termos relativos, foi o segundo melhor desempenho anual, ficando atrás de 1986, ano que teve aumento de 8,16%. Essa foi a principal revelação, na semana passada, da pesquisa Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região
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