O número de domicílios que têm mulheres como chefe da família é maior entre as brancas. A constatação é do Sistema Nacional de Informação de Gênero divulgado nesta segunda-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o estudo, a proporção de residências chefiadas por mulheres brancas aumentou, 1,5 ponto percentual de 1991 a 2000, passando de 53,6% para 55,1%, enquanto nas chefiadas por mulheres negras e pardas houve redução de quase 2 pontos, passando de 45,5% para 43,4%.
A pesquisa do IBGE, que cruzou informações do Censo 2000, mostrou a diminuição no número de mulheres que se declaravam negras e pardas, no Brasil. Entre os anos de 1991 e 2000 a redução nesse percentual foi de 3%.
Para os pesquisadores do IBGE, essa redução poderia ser explicada como conseqüência das elevadas taxas de mortalidade materna e condições de vida e saúde mais precárias entre as mulheres negras.
Apesar da escolaridade, mulheres ganham menos que homens
O estudo divulgado pelo IBGE também mostra que as mulheres brasileiras, apesar da maior escolaridade, recebem salários em média 30% menores do que os homens.
Para os técnicos do IBGE, a relação desigual poderia ser explicada, em parte, pela maior inserção das mulheres no setor de serviços e em ocupações de baixa remuneração e qualificação.
O Sistema Nacional de Informação de Gênero foi realizado pelo IBGE a pedido da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. O estudo cruzou informações do Censo 2000 e detalha a situação da mulher na população brasileira.
Fonte: Bonde News com informações da ABr
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Por Mhais• 23 de maio de 2006• 09:29• Sem categoria
Mulheres brancas chefiam mais famílias que negras
O número de domicílios que têm mulheres como chefe da família é maior entre as brancas. A constatação é do Sistema Nacional de Informação de Gênero divulgado nesta segunda-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o estudo, a proporção de residências chefiadas por mulheres brancas aumentou, 1,5 ponto percentual de 1991 a 2000, passando de 53,6% para 55,1%, enquanto nas chefiadas por mulheres negras e pardas houve redução de quase 2 pontos, passando de 45,5% para 43,4%.
A pesquisa do IBGE, que cruzou informações do Censo 2000, mostrou a diminuição no número de mulheres que se declaravam negras e pardas, no Brasil. Entre os anos de 1991 e 2000 a redução nesse percentual foi de 3%.
Para os pesquisadores do IBGE, essa redução poderia ser explicada como conseqüência das elevadas taxas de mortalidade materna e condições de vida e saúde mais precárias entre as mulheres negras.
Apesar da escolaridade, mulheres ganham menos que homens
O estudo divulgado pelo IBGE também mostra que as mulheres brasileiras, apesar da maior escolaridade, recebem salários em média 30% menores do que os homens.
Para os técnicos do IBGE, a relação desigual poderia ser explicada, em parte, pela maior inserção das mulheres no setor de serviços e em ocupações de baixa remuneração e qualificação.
O Sistema Nacional de Informação de Gênero foi realizado pelo IBGE a pedido da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. O estudo cruzou informações do Censo 2000 e detalha a situação da mulher na população brasileira.
Fonte: Bonde News com informações da ABr
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