A participação de mulheres na População Economicamente Ativa (PEA) na América do Sul praticamente dobrou nos últimos 40 anos, revela estudo divulgado pelas Nações Unidas na 11ª Unctad, em São Paulo.
Segundo o levantamento, em 1960, a população feminina formava 21,1% da PEA. Quatro décadas depois, em 2002, a porcentagem atingiu 40,6%. Apesar de a tendência de crescimento ser mundial, a América do Sul foi uma das regiões que mais tiveram aumento de mulheres no mercado de trabalho. Sobre o Brasil, os dados levantados mostram que a mulher representava 41% da força de trabalho, em 2001. Na Europa, a participação das mulheres na PEA passou de 31,2% para 43,5%, aponta o estudo.
Apesar da expansão no mercado de trabalho, as mulheres continuam atrás na questão salarial. A sondagem mostra que elas são a maioria entre os trabalhadores que são remunerados abaixo da linha de pobreza (US$ 1/dia). Dos 550 milhões de trabalhadores nessa situação, estima-se que 330 milhões (60%) sejam mulheres, diz a Organização Internacional do Trabalho. “A desigualdade dos gêneros persiste sob as formas de: condições precárias de trabalho, salários desiguais e ascensão profissional”, afirma o estudo.
Fonte: Clipping eletrônico CUT/PR
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Por Mhais• 14 de junho de 2004• 15:53• Sem categoria
MULHERES DOBRAM PARTICIPAÇÃO NO MERCADO DESDE 60
A participação de mulheres na População Economicamente Ativa (PEA) na América do Sul praticamente dobrou nos últimos 40 anos, revela estudo divulgado pelas Nações Unidas na 11ª Unctad, em São Paulo.
Segundo o levantamento, em 1960, a população feminina formava 21,1% da PEA. Quatro décadas depois, em 2002, a porcentagem atingiu 40,6%. Apesar de a tendência de crescimento ser mundial, a América do Sul foi uma das regiões que mais tiveram aumento de mulheres no mercado de trabalho. Sobre o Brasil, os dados levantados mostram que a mulher representava 41% da força de trabalho, em 2001. Na Europa, a participação das mulheres na PEA passou de 31,2% para 43,5%, aponta o estudo.
Apesar da expansão no mercado de trabalho, as mulheres continuam atrás na questão salarial. A sondagem mostra que elas são a maioria entre os trabalhadores que são remunerados abaixo da linha de pobreza (US$ 1/dia). Dos 550 milhões de trabalhadores nessa situação, estima-se que 330 milhões (60%) sejam mulheres, diz a Organização Internacional do Trabalho. “A desigualdade dos gêneros persiste sob as formas de: condições precárias de trabalho, salários desiguais e ascensão profissional”, afirma o estudo.
Fonte: Clipping eletrônico CUT/PR
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