Mulheres na política
O Jornal do Brasil (02/03/2003) destaca que o número de mulheres no Senado e na Câmara Federal, apesar do crescimento na última eleição, ainda é muito menor que o de homens. A matéria enfatiza que não é fácil ser candidata a cargos eletivos no Brasil. Segundo a deputada petista do DF, Maninha, à exceção do PT e do PCdoB, nos outros partidos as mulheres são eleitas para ocupar o espaço do pai ou do marido, e que seriam usadas como “laranjas” frente à Lei de Cotas, apenas para liberar a sigla no Tribunal Superior Eleitoral.
A ausência de mulheres na mesa diretora da Câmara e nas lideranças partidárias também foi denunciada, sendo que um projeto está tramitando no Congresso para que a Lei de Cotas seja estendida aos cargos na Câmara. O Jornal do Brasil (02), em outra matéria, destacou que nenhum dos 15 partidos no Congresso tem representação feminina em sua cúpula.
O Jornal do Brasil (09/03/2003) retornou ao assunto com matéria sobre mulheres prefeitas, mostrando que em todo o país apenas 346 municípios, 6,2% do total, são administrados por mulheres.
Notícias recentes
- Exército de Lula: Juristas se antecipam a Nunes Marques e Mendonça e pedem liminar contra censura
- Prévia da inflação oficial cai pela metade e fecha outubro em 0,32%
- TSE dá 24h para Meta e X explicarem distribuição de material político
- Propaganda eleitoral gratuita termina nesta sexta-feira
- Londrina: quarta (28) tem Assembleia dos funcionários do Banco do Brasil para debater o Programa Performa
Comentários
Por Mhais• 1 de abril de 2003• 12:35• Sem categoria
MULHERES NA POLÍTICA
Mulheres na política
O Jornal do Brasil (02/03/2003) destaca que o número de mulheres no Senado e na Câmara Federal, apesar do crescimento na última eleição, ainda é muito menor que o de homens. A matéria enfatiza que não é fácil ser candidata a cargos eletivos no Brasil. Segundo a deputada petista do DF, Maninha, à exceção do PT e do PCdoB, nos outros partidos as mulheres são eleitas para ocupar o espaço do pai ou do marido, e que seriam usadas como “laranjas” frente à Lei de Cotas, apenas para liberar a sigla no Tribunal Superior Eleitoral.
A ausência de mulheres na mesa diretora da Câmara e nas lideranças partidárias também foi denunciada, sendo que um projeto está tramitando no Congresso para que a Lei de Cotas seja estendida aos cargos na Câmara. O Jornal do Brasil (02), em outra matéria, destacou que nenhum dos 15 partidos no Congresso tem representação feminina em sua cúpula.
O Jornal do Brasil (09/03/2003) retornou ao assunto com matéria sobre mulheres prefeitas, mostrando que em todo o país apenas 346 municípios, 6,2% do total, são administrados por mulheres.
Deixe um comentário