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Negociação com o banco Itaú Unibanco emperra no valor da Participação Complementar nos Resultados para este ano

A Contraf-CUT retomou hoje (19/05), em São Paulo, a negociação com a direção do Itaú Unibanco em torno do programa de PCR (Participação Complementar nos Resultados). Apesar do avanço registrado na rodada realizada ontem, quando o banco reconheceu que a PCR deve ser paga a todos os funcionários, as discussões de hoje emperraram no valor a ser pago neste ano.

Ao invés de apresentar uma nova proposta para o movimento sindical, o Itaú Unibanco manteve a oferta de R$ 1.600,00, que já havia sido rejeitado pela Contraf-CUT.

“Após não permitimos que os direitos fossem rebaixados, chegou o momento de avançarmos na definição de um valor justo, que de fato valorize aqueles que produzem o lucro do banco”, afirma Wanderley Crivellari, presidente do Sindicato de Londrina e Região e membro da coordenação da COE-Itaú Unibanco.

Wanderley avalia que o banco precisa mudar sua postura nas negociações da PCR e valorizar os trabalhadores bancários, pagando um valor maior. “Não é admissível que os executivos ganhem milhões e a maioria responsável pelo cumprimento de metas, cada vez mais altas, fiquem com quantias modestas”, argumenta.

A negociação com o banco Itaú Unibanco continuará nesta quinta-feira (20/05) para retomar a discussão sobre a PCR e outros pontos, tais, como por exemplo, as condições de trabalho, reformas, metas abusivas e falta de pessoal.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.vidabancaria.com.br E ADAPTADA PELA FETEC-CUT-PR.

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Itaú Unibanco enrola na negociação do PCR

O Itaú Unibanco mantém o posicionamento irresponsável e na negociação da última terça, dia 18, ficou somente na promessa a apresentação de uma nova proposta do Programa de Participação Complementar nos Resultados (PCR). Nova rodada acontece amanhã, dia 20. Para Marcio Kieller, representante de Curitiba e Região na Comissão de Organização dos Empregados, o banco está demonstrando que só entende as reivindicações da categoria quando os trabalhadores radicalizam. “O banco insiste em oferecer R$ 1600”, explica Kieller. O Itaú Unibanco já reconheceu que a PCR deve ser pago para todos, voltando atrás em sua decisão anterior. Além disso, será efetuado sem desconto de outros programas próprios de remuneração variável.

Segundo Wanderley Crivellari, presidente do Sindicato dos Bancários de Londrina e Região, e funcionário do banco, primeiramente a estratégia do movimento sindical foi de lutar para a manutenção dos direitos e que eles não fossem rebaixados. “Chegou o momento de avançarmos na definição de um valor justo, que de fato valorize aqueles que produzem o lucro do banco”, afirma.

Na avaliação do movimento sindical, o momento dos trabalhadores no banco Itaú Unibanco é bastante delicado, já que a fusão se mostrou pouco positiva para a categoria. Existem problemas pendentes, há muita pressão para cumprimento de metas e más condições de trabalho. A PCR é a forma de ao menos tentar compensar um pouco o esforço dos trabalhadores, que asseguram a alta lucratividade do banco, entretanto, o Itaú Unibanco não está propício para efetivamente valorizar a atuação de seus funcionários.

Por: Patrícia Meyer.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br E ADAPTADA PELA FETEC-CUT-PR.

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