(São Paulo) As negociações entre a Executiva Nacional dos Bancários e o Banco do Brasil serão retomadas na próxima quinta-feira, dia 4, às 15h. O BB acabou de agendar a data com o movimento sindical, que cobrava a reabertura dos debates desde o último dia 19, um dia depois que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou o dissídio coletivo dos funcionários. O banco, no entanto, alegava que só voltava a negociar depois que acórdão do TST fosse publicado, o que ocorreu hoje.
“O dissídio só julgou o índice de reajustes, que os ministros mantiveram em 8,5%, mas acrescentaram um abono de R$ 1000. Com isto, mais de cinqüenta cláusulas da proposta de acordo – discutidas à exaustão com o movimento sindical – estão em suspenso e precisam ser renegociadas”, explicou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
O dirigente ressaltou que a última proposta apresentada pelo banco será o patamar mínimo das discussões. “Não vamos aceitar de forma alguma a retirada de qualquer cláusula e o rebaixamento da proposta. Por isto, os bancários devem se manter mobilizados para não perdermos nenhuma conquista”, concluiu.
Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT
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Por Mhais• 29 de outubro de 2004• 11:44• Sem categoria
Negociação com o BB será retomada no dia 4
(São Paulo) As negociações entre a Executiva Nacional dos Bancários e o Banco do Brasil serão retomadas na próxima quinta-feira, dia 4, às 15h. O BB acabou de agendar a data com o movimento sindical, que cobrava a reabertura dos debates desde o último dia 19, um dia depois que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou o dissídio coletivo dos funcionários. O banco, no entanto, alegava que só voltava a negociar depois que acórdão do TST fosse publicado, o que ocorreu hoje.
“O dissídio só julgou o índice de reajustes, que os ministros mantiveram em 8,5%, mas acrescentaram um abono de R$ 1000. Com isto, mais de cinqüenta cláusulas da proposta de acordo – discutidas à exaustão com o movimento sindical – estão em suspenso e precisam ser renegociadas”, explicou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
O dirigente ressaltou que a última proposta apresentada pelo banco será o patamar mínimo das discussões. “Não vamos aceitar de forma alguma a retirada de qualquer cláusula e o rebaixamento da proposta. Por isto, os bancários devem se manter mobilizados para não perdermos nenhuma conquista”, concluiu.
Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT
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