Por Autor
A fixação do salário mínimo em R$ 260,00 ficou muito longe da proposta defendida pela Central Única dos Trabalhadores, que era de R$ 300,00 para 2004.
A CUT lamenta, assim, a decisão adotada hoje pela Câmara dos Deputados, mas chama a atenção para que governo e Congresso Nacional não persistam no erro de definir o seu reajuste com o orçamento público em execução, como tem sido feito ao longo dos anos.
A experiência tem demostrado que, ao adotar este critério, a hipocrisia domina o debate sobre o mínimo, porque a decisão de seu valor fica condicionada às migalhas que sobram do orçamento e, assim, a cada ano ele fica mais distante do necessário para o sustento das famílias.
A CUT vai continuar reivindicando a adoção de uma política clara de recomposição do salário mínimo e espera que ainda este ano, na elaboração da peça orçamentária da União para 2005, haja provisão suficiente para a concessão de aumento real significativo na remuneração a partir do ano que vem.
Do contrário, a hipocrisia nos debates vai persistir. E quem continuará perdendo são os milhões de trabalhadores que dependem desta remuneração para tentar sobreviver.
Luiz Marinho
Presidente Nacional da CUT
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Comentários
Por Mhais• 24 de junho de 2004• 11:04• Sem categoria
NOTA OFICIAL DA CUT – QUEREMOS UMA POLÍTICA CLARA PARA O SALÁRIO MÍNIMO
Por Autor
A fixação do salário mínimo em R$ 260,00 ficou muito longe da proposta defendida pela Central Única dos Trabalhadores, que era de R$ 300,00 para 2004.
A CUT lamenta, assim, a decisão adotada hoje pela Câmara dos Deputados, mas chama a atenção para que governo e Congresso Nacional não persistam no erro de definir o seu reajuste com o orçamento público em execução, como tem sido feito ao longo dos anos.
A experiência tem demostrado que, ao adotar este critério, a hipocrisia domina o debate sobre o mínimo, porque a decisão de seu valor fica condicionada às migalhas que sobram do orçamento e, assim, a cada ano ele fica mais distante do necessário para o sustento das famílias.
A CUT vai continuar reivindicando a adoção de uma política clara de recomposição do salário mínimo e espera que ainda este ano, na elaboração da peça orçamentária da União para 2005, haja provisão suficiente para a concessão de aumento real significativo na remuneração a partir do ano que vem.
Do contrário, a hipocrisia nos debates vai persistir. E quem continuará perdendo são os milhões de trabalhadores que dependem desta remuneração para tentar sobreviver.
Luiz Marinho
Presidente Nacional da CUT
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