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Por 11:41 Notícias

O recorde assustador do governo federal nas exportações brasileiras

Nesta semana, o agronegócio brasileiro chega à marca de 507 aberturas de mercado desde o início de 2023. São novos ambientes para os empresários do nosso país e um número recorde para o governo federal.

Na União Econômica Euroasiática, as autoridades fitossanitárias aprovaram a exportação da castanha de baru, uma oleaginosa nativa do Cerrado brasileiro.

O produto, amplamente utilizado por comunidades locais como fonte de renda, possui grande potencial alimentar, com polpa e amêndoa comestíveis. O bloco, formado por Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia, reúne mais de 183 milhões de habitantes e importou, em 2024, mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para soja, carnes e café.

No Japão, as autoridades sanitárias confirmaram a liberação para a exportação de frutas congeladas e frutas desidratadas brasileiras. A abertura representa uma oportunidade estratégica para produtos processados de maior valor agregado, atendendo a um mercado em expansão, tanto no varejo quanto na indústria alimentícia. Com cerca de 124 milhões de habitantes, o Japão importou mais de US$ 3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil em 2024.

Já a Nicarágua autorizou a exportação de arroz beneficiado do Brasil. O país, que possui aproximadamente 6,9 milhões de habitantes, importou entre janeiro e novembro deste ano cerca de US$ 55 milhões em produtos agropecuários brasileiros, um crescimento de 8,5% em relação a 2024.

Os resultados reforçam a política de diversificação de destinos e produtos, com foco em itens de maior valor agregado, fruto da atuação conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária e do Ministério das Relações Exteriores.

À título de comparação, entre 2019 e 2022, durante o governo Bolsonaro, o Brasil abriu 241 mercados para produtos do agronegócio, menos da metade do que Lula fez em menos de três anos.

Foto: Diego Baravelli/MINFRA

Texto: Yuri Ferreira com informações de Agência Gov

Fonte: Revista Fórum

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