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Oposição pode chiar mas obras do Programa de Aceleração do Crescimento não vão parar, afirmam petistas

Integrantes da bancada do PT na Câmara rebateram nesta segunda-feira setores da grande mídia brasileira e da oposição por associar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ao ano eleitoral. Segundo os parlamentares, é inadmissível que o governo seja alvo de críticas simplesmente por elencar uma séria de ações estruturantes para a economia brasileira. “O governo federal não está disputando eleições. A oposição vai chiar e espernear, mas as obras do PAC não vão parar”, afirmou a deputada Iriny Lopes (PT-ES).

Iriny analisou que todos os investimentos do governo são de longo prazo, por isso é bom que a oposição se acostume com a idéia de investimentos até o final do governo Lula. “O PAC foi lançado em março de 2007. São obras de longo prazo que demandam tempo. A oposição age por puro desespero porque nunca imaginou que um operário pudesse realizar tantos avanços na vida de um país”, disse Iriny.

O deputado Fernando Ferro (PT-PE) lembrou que a oposição já teve diversas oportunidades para governar bem o país, mas como isso não ocorreu, fica tentando desestabilizar o governo do presidente Lula. “A falta de projetos e de alternativas para o crescimento econômico está levando a oposição para um beco sem saída. Eles estão criticando porque o presidente está fazendo, quando na verdade deveriam criticar se houvesse ausência de projetos”, reclamou.

Ferro negou que haja direcionamento político dos investimentos, sugerida por setores da imprensa, e acusou alguns deles de tentar golpear o governo. “É uma crítica infundada. Basta fazer um levantamento de todas as obras e investimentos para se constatar que não há direcionamento político. Estamos longe de eleições presidenciais, imagina quando estivermos mais próximos. Estamos assistindo uma oposição desesperada associada a alguns setores da imprensa golpista”, afirmou.

Crescimento – O deputado Carlito Merss (PT-SC) também rebateu as críticas e lembrou que o governo Lula conseguiu dar um novo rumo ao Brasil. “Como a oposição não tinha programa, a não ser vender o país, estão desesperados. Vamos continuar com as obras do PAC e com os demais programas. Vamos continuar fazendo o que o povo precisa”, adiantou. Carlito disse que participou de lançamento de obras do PAC na semana passada em Florianópolis que tem a prefeitura sob comando do PSDB o que, segundo o petista, “desmente acusações de direcionamento político” de investimentos.

Na avaliação do deputado Décio Lima (PT-SC), o governo não pode abrir mão da sua governabilidade em função de acusações infundadas. ” O PAC é um projeto de ações tão grande que a oposição fica sem armas para tentar convencer a população. O Brasil está crescendo, estamos dividindo o bolo, só sobrou para a oposição o vazio das críticas”, afirmou o petista.

Por Edmilson Freitas.

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PAC não privilegia base aliada e não tem cunho eleitoreiro, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou nesta segunda-feira (24) que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tenha cunho eleitoreiro. Após enumerar algumas das conquistas atribuídas às ações do governo, ele rebateu mais uma vez matérias publicadas recentemente pela imprensa que relacionam a iniciativa e a proximidade das eleições.

“Ora, é no mínimo uma coisa que me deixa indignado. Ou seja, o governo não está disputando nenhuma eleição. Não tem eleição para presidente da República e não tem eleição para governador. O programa é um programa que o governo federal anunciou com dois anos de antecedência e esse dinheiro agora está gerando aquilo que nós queríamos que ele gerasse: emprego e melhoria na vida das pessoas”, afirmou em seu programa semanal de rádio Café com o Presidente.

A distribuição da verba do PAC, garante Lula, não privilegia administrações de partidos da base aliada do governo. “Quando vamos a uma cidade, eu não quero saber se o prefeito é candidato à reeleição, se o prefeito é do PFL, se o prefeito é do PT ou do PSDB. Ou seja, eu quero saber que ele tem uma obra importante para ser feita, sobretudo quando se trata de urbanização de favela e saneamento básico”.

Por Agência Brasil com Equipe Informes.

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Petistas defendem imposto sobre grandes fortunas

Os deputados Dr. Rosinha (PT-PR) e Iran Barbosa (PT-SE) defenderam a criação de um imposto sobre grandes fortunas (IGF) no país. “Taxar as fortunas milionárias é um instrumento importante de justiça fiscal, que servirá para reduzir as desigualdades sociais”, afirma Dr. Rosinha. Iran Barbosa defendeu a regulamentação do imposto previsto na Constituição federal que determina a taxação das grandes fortunas. “A sociedade brasileira, principalmente os setores mais pobres, a exemplo da classe trabalhadora, tem contribuído para financiar o Estado e é preciso fazer justiça tributária e social, tributando quem efetivamente tem condição de pagar, daí a importância de se taxar as grandes fortunas”, disse.

A bancada do PT na Câmara deve apresentar uma emenda para incluir o imposto sobre grandes fortunas na reforma tributária. O anúncio já foi feito pelo líder do partido na Casa, deputado Maurício Rands (PE). O texto da reforma tributária ( PEC 233/08) foi encaminhado ao Congresso Nacional pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O imposto sobre grandes fortunas é previsto pelo artigo 153 da Constituição de 1988. “Compete à União instituir impostos sobre grandes fortunas, nos termos de lei complementar”, diz o inciso VII do artigo. Em 20 anos, o dispositivo jamais foi regulamentado.

Por Equipe Informes.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.ptnacamara.org.br.

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