O Paraná registrou nova alta na geração de empregos formais em março, com 23.197 contratações. O resultado, divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Ministério do Trabalho, só é menor que o alcançado no mesmo mês de 2008, quando mais de 25 mil pessoas foram contratadas e o Estado alcançou recorde histórico na série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Técnicos da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego e Promoção Social acreditam que a economia está recuperada da crise financeira mundial e preveem novo recorde.
“Pelos nossos cálculos e com base na comparação com os anos anteriores, teremos o melhor ano de geração de empregos formais da história. Para se ter uma ideia, março registrou mais que dobro de contratações do que o mesmo mês de 2007 e estamos em movimento crescente, com resultados positivos e muito significativos”, explicou Fernando Peppes, secretário em exercício do Trabalho, Emprego e Promoção Social. “Nossos empresários estão otimistas e nossa economia segue fortalecida, com ajuda das políticas públicas, como isenção e redução de ICMS para micro e pequenas empresas, maiores salários e melhor distribuição de renda.”
Os números deste primeiro trimestre chegam a 50.818 contratações e se aproximam da marca histórica alcançada em 2008, quando foram abertos 52.132 novos postos de trabalho entre janeiro e março. Em 2009, o resultado do mesmo período foi de aproximadamente 13,9 mil empregos, quase quatro vezes menos.
SETORES – A recuperação da indústria nos três primeiros meses do ano foi marcada pela criação de 17.235 vagas de trabalho, segundo o Caged. Destaque ficou para a produção de alimentos e bebidas, que empregou 3.471 pessoas, e para a fabricação têxtil e de vestuário, com 2.514 contratações. Também contribuíram para o bom desempenho paranaense as atividades industriais ligadas a madeira e mobiliário (2.271 empregos); metalurgia (1.978); borracha, fumos e couro (1.616); e produtos químicos e farmacêuticos (1.490).
O setor de serviços foi o que mais contratou, com 19.393 novos funcionários. Somente as atividades relacionadas a administração de imóveis abriram 9.071 postos de trabalho. No comércio foram 4.160 vagas abertas. A construção civil apresentou a maior variação de empregos, com relação ao número de empregados no mês de fevereiro, alta de 6,71%. Ao todo, foram 8.332 trabalhadores admitidos. Na agropecuária, 2.112 vagas foram abertas no último mês, mas, com as demissões causadas pela entressafra da cana-de-açúcar, o trimestre registra saldo de 1.395 empregos (número de contratações menos demissões).
INTERIOR – Os dados do Ministério do Trabalho mostram que as cidades do interior do Estado foram responsáveis por quase 56% de todos os empregos criados no Paraná: 28.304 postos de trabalho. Já os 26 municípios que compõem a região Metropolitana de Curitiba, criaram cerca de 22,5 mil oportunidades e responderam por 44% do total de vagas.
Entre as cidades com maior número de contratações estão Curitiba (13.362 empregos); Londrina (4.380); Maringá (2.951); Araucária (2.313) e São José dos Pinhais (1.833).
Com o resultado de março, sobe para 2.252.161 o estoque de mão de obra, ou seja, o total de pessoas empregadas com carteira assinada, no Paraná. Destes, 696.954 conquistaram emprego a partir de 2003, início do governo de Roberto Requião e Orlando Pessuti. Para se ter uma dimensão dos números, nos oito anos do governo anterior, o saldo foi de 37.882 empregos.
BOX – DADOS COMPARATIVOS
Geração de empregos no Paraná, por ano
1995: -25.327
1996: -32.805
1997: 7.463
1998: -35.657
1999: -16.549
2000: 28.143
2001: 53.857
2002: 58.857
Saldo do período: 37.882 empregos
2003: 62.370
2004: 122.648
2005: 72.374
2006: 86.396
2007: 122.361
2008: 110.903
2009: 69.084
2010: 50.818 (até março)
Saldo do período: 696.954 empregos
*Fonte: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Ministério do Trabalho e Emprego.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.aenoticias.pr.gov.br.
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Recorde do trimestre reflete sequência de recordes mensais
Em março foram gerados 266.415 postos de trabalho, resultado 29% maior que o recorde anterior para o período
Brasília, 15/04/2010 – O saldo recorde na geração de empregos registrado no ano é consequência da série de bons resultados nos três primeiros do ano, todos com desempenho inédito para o período. Em março foram gerados 266.415 postos de trabalho, resultado que superou em 29% o recorde anterior para o mesmo período, obtido em 2008, 206.556 novas vagas. O número está 147% acima da média mensal dos saldos de 2003 a 2010. o resultado do mês representa uma elevação de 0,80% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.
Em janeiro, o Brasil gerou 181.419 novos empregos formais, superando em 27% o recorde anterior de janeiro de 2008 (+142.921); e em fevereiro 209.425 vagas, resultado 52% maior do que a média dos melhores registros do Caged no mês. Nos últimos doze meses, houve aumento de 5,35% nos postos de trabalho, com mais 1.710.120 novas vagas no mercado de trabalho, sendo a maior elevação desde novembro de 2008 nesse tipo de comparação.
O Ministro Carlos Lupi reafirmou que esse será o melhor ano de geração de empregos no Brasil, com a criação de dois milhões de novas vagas. “Os números indicam que o Brasil vive o resultado de políticas econômicas acertadas, começando seu segundo ciclo virtuoso. Desde o ano passado estamos prevendo que iremos viver o melhor ano da geração de empregos da história em 2010. Dados recordes do primeiro trimestre indicam isso. E nada mede melhor para uma economia do que a geração de empregos”, disse Lupi.
Entre 2003 e março de 2010 foram gerados 12.410.022 empregos, tomando como referência os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que abrange Celetistas e Servidores Públicos Federais, Estaduais e Municipais, adicionados ao saldo acumulado do Caged de janeiro de 2009 a março de 2010. Com esse resultado o Brasil alcançou a marca recorde de 41.094.335 trabalhadores formais.
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Setores da economia batem recorde na geração de emprego
Em todo o país foram criados mais de 266 mil novos empregos. Indústria da Transformação cresce pelo terceiro mês consecutivo e gera 72.440 postos
Brasília, 15/04/2010 – Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelam que todos os setores e subsetores da atividade econômica expandiram o nível de emprego em março, sendo que 15 deles tiveram resultados recordes. No mês passado, foram criados 266.415 novos postos de trabalho em todo o pais.
O destaque foi a Indústria de Transformação, que mostrou força nos três primeiros meses. No ano passado, o setor havia perdido cerca de 100 mil empregos por conta da crise. “Saímos do negativo para o positivo, o que fez o maior diferencial”, comemorou o ministro do Trabalho e Empego, Carlos Lupi. “O setor de Serviços continua forte, como esperávamos, bem como a Construção Civil, mas a Indústria da Transformação continuará fazendo o diferencial”.
Conforme o levantamento, a Indústria de Transformação teve aumento de empregos recorde pelo terceiro mês consecutivo, ao gerar 72.440 postos de trabalho, uma alta de 0,96%. O resultado foi creditado à forte expansão nos seus doze segmentos, com saldos recordes em sete deles, segundo melhor resultado em quatro e terceiro melhor desempenho em um.
Já o desempenho recorde do Comércio, com a geração de 29.419 postos de trabalho e crescimento de 0,40%, foi decorrente de recordes nos seus dois ramos: Comércio Varejista, com 19.377 postos ou e expansão de 0,31%, e Comércio Atacadista, com 10.042 novas vagas e incremento de 0,81%.
Segundo Lupi, alguns setores responderam muito bem porque acabaram demitindo precipitadamente no passado devido à crise. “No setor da Indústria, os estoques praticamente se esgotaram e está tendo necessidade da reposição de estoque e melhoria da quantidade de produção e mais contratação”, explicou.
Para o ministro, a reação positiva da cadeia produtiva de setores como Têxtil, Metalurgia e Química deve continuar, causando impacto nas exportações. “Em conseqüência disso, o setor de exportação começa a ter uma reação forte. Houve uma reação em cadeia no mundo, colocando o Brasil numa condição melhor”, disse.
Para abril, Lupi estima a geração entre 340 mil a 360 mil postos de trabalho. Vários fatores devem contribuir para as novas contratações, entre eles, o setor agrícola. Além disso, credita as novas contratações na indústria por conta das vendas, impactando de forma positiva no comércio e setor varejista.
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Sudeste, Sul e Norte apresentam resultados recordes na criação de empregos
Elas geraram, respectivamente, 191,0; 58,4 e 8,1mil empregos formais, no período
Brasília, 15/04/2010 – As regiões Sudeste, Sul e Norte registraram saldos recordes na geração de emprego, em março, ao criarem respectivamente, 191.019 (1,05%), 58.468 (0,95%) e 8.194 postos (0,58%). Os dados foram divulgados pelo ministro do Trabalho e Emprego, em coletiva, esta manhã.
Os estados que mais contribuíram para o resultado apresentado pela Região Sudeste, em relação à geração de emprego, em março, foram São Paulo (125.189 postos), Minas Gerais (39.804) e Rio de Janeiro (21.972 postos).
A Região Sul apresentou o segundo melhor resultado da história para todos os meses. Devido ao desempenho da Indústria de Transformação (16.792), de Serviços (7.816 postos) e Comércio (5.693 postos), o Rio Grande do Sul apresentou o melhor desempenho do estado, ao registrar saldo de 28.254 vagas formais. Em seguida vêm Paraná (23.197) e Santa Catarina (7.017).
No Norte, Rondônia, com a criação de 3.393 vagas (crescimento de 1,65%), e Amazonas, 3.061 (crescimento de 0,84%), foram os estados que mais geraram emprego em março. Merece destaque, o estado do Tocantins que criou 1.000 colocações formais (crescimento de 0,87%) e o Pará que gerou 750 (crescimento de 0,13%).
Ao gerar 20.213 postos, a Região Centro-Oeste ficou com o segundo melhor saldo para o período. Os estados que mais se destacaram foram Goiás (13.754) e Mato Grosso do Sul (4.204 postos).
A Região Nordeste apresentou redução no emprego, historicamente registrada, devido a fatores sazonais ligados à agricultura, principalmente relacionados à entressafra da cana-de-açúcar. Ainda assim, foi a menor redução de emprego para o mês de março desde 2003 (-0,22%).
Os estados que mais se destacaram na geração de emprego no Nordeste, este mês – inclusive obtendo resultados recordes – foram Ceará, mais 6.450 postos (0,70%), Maranhão, 3.792 postos (1,11%), Piauí, 3.423 postos (1,57%) e Rio Grande do Norte, 1.200 postos (0,34%).
Brasil – Em março, foram criados no Brasil 266.415 novos empregos. O resultado marca o terceiro mês consecutivo de recorde de geração de empregos. Com isso, o país tem o seu melhor primeiro trimestre da história em geração de empregos, com 657.259 novos postos de trabalho abertos
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