PETROS reduz taxa de administração de planos
A PETROS reduziu a taxa de administração de seus planos de benefícios, de 6% para 4% sobre as contribuições pessoais e patronais. A redução foi proposta pela Diretoria de entidade e aprovada pelo seu Conselho Deliberativo, a partir de análise de projeção de receitas e despesas elaborada pelas áreas técnicas da entidade. Esta redução deve ser comemorada pelos participantes pois implica um custo menor para o participante e, nos planos de Contribuição Definida ou Variável, permite maior acúmulo de reservas, garantindo ao participante um benefício maior.
O principal patrocinador da PETROS é a Petrobras, mas a entidade é multipatrocinada e administra vários planos de benefícios, inclusive o Anaparprev, plano instituído pela Anapar. A redução da taxa de administração vale para todos os planos.
A redução da taxa de administração do Anaparprev foi decidida pelo Conselho Deliberativo no início do mês de agosto. Três conselheiros eram favoráveis e outros três, contrários à redução, e a pauta foi decidida pelo voto de qualidade, do presidente do Conselho indicado pela Petrobras. Infelizmente, um assunto de tamanha importância foi decidido por um mecanismo que é combatido por todos os participantes e suas entidades de classe.
Outro aspecto constrangedor acompanha esta decisão: votaram a favor da redução os conselheiros indicados pela patrocinadora e contra a redução os conselheiros eleitos pelos participantes, justamente aqueles a quem estes deveriam defender. Dentre os conselheiros eleitos, há associados fundadores da Anapar.
A Anapar lamenta o voto dos companheiros.
ÍNTEGRA DO BOLETIM ELETRÔNICO DA ANAPAR – NÚMERO 318.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.anapar.com.br.
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Aprovada a redução da taxa de administração do Plano Petros–2
O Conselho Deliberativo (CD) aprovou, em reunião realizada dia 26 agosto, a redução da taxa de administração para o Plano Petros–2 (PP–2), destinado aos trabalhadores do Sistema Petrobras. Com a medida, os 27 mil participantes do plano passam a se beneficiar da proposta apresentada pela Diretoria em dezembro de 2008 e aprovada por unanimidade pelo CD em sua reunião de janeiro de 2009.
A decisão de diminuição da taxa administrativa foi tomada pelo Conselho para todos os planos administrados pela Fundação e foi respaldada por estudo técnico apresentado pelas áreas da Petros, que demonstrou que a redução não coloca em risco a perenidade da Fundação e a administração de seus planos.
Enfatize-se que a redução da taxa coroa os esforços empreendidos pela atual gestão, sob a orientação superior do CD, de diminuir os custos administrativos. Vale lembrar que, em 2002, a estrutura administrativa consumia 11,9% das receitas previdenciais (em anos anteriores este
percentual fora ainda maior). Se não houvesse a racionalização das despesas e a entrada de novos planos e participantes, em poucos anos, a taxa de administração teria que ser majorada e não diminuída como ocorre agora.
Todos os planos foram beneficiados pela decisão de janeiro e será implementada assim que referendada pelo Conselho – como já ocorreu antes com os planos BD do Sistema Petrobras e o Anaparprev e, agora, o PP-2 – e a Secretaria de Previdência Complementar (SPC) der sua
concordância à alteração dos regulamentos.
Na mesma reunião do CD, foi aprovada a adesão, como patrocinadora, da usina TermoRio ao plano PP–2. Assim, após a aprovação da SPC, os trabalhadores da termelétrica (integrante do Sistema Petrobras) poderão se inscrever no plano. O Conselho aprovou também a adesão do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal ao CRAprev. Com um público
potencial de 17 mil pessoas, o plano já conta com oito conselhos regionais entre os instituidores.
Diretoria Executiva
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO https://www.petros.com.br/petrossite/Download/boletim/boletim_52.pdf.