Peritos da Polícia Federal de Brasília em conjunto com outras instituições conveniadas tem 30 dias para exumar o corpo do ex-diretor do Banestado Leasing, Osvaldo Luiz Magalhães dos Santos. A determinação foi feita na tarde de ontem pelo juiz Sérgio Moro, da 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba, especializada em lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional. O ex-diretor do banco morreu num acidente automobilístico em 1998, num feriado de 7 de Setembro na região de Ponta Grossa. Na época ele era acusado de participar de operações irregulares que causaram prejuízo de R$600 milhões a Banestado Leasing. Mês passado, membros da CPI do Banestado protocolaram pedido de exumação do corpo, a causa recebeu também recebeu parecer favorável por parte do Ministério Público Federal; que ressaltou que a CPI tinha poderes de investigação e não precisaria de autorização judicial para exumar o material.
A 2ª Vara Criminal informou que vai determinar a realização de testes de DNA do corpo, comparando com materiais cedidos por familiares. A iniciativa foi tomada porque os advogados dos filhos de Magalhães, Thiago Luvizotto dos Santos e Joaquim dos Santos Neto, bem como do pai do ex-diretor, Joaquim dos Santos Filho, informaram à Justiça Federal que a família está disposta em colaborar com as investigações.De acordo com o presidente da CPI do Banestado, deputado Neivo Beraldin, ainda não há data nem horário definidos para a realização da exumação. A 2ª Vara proibiu a presença da imprensa no local
Fetec/PR(Com informações do TudoParaná)
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Por Mhais• 5 de novembro de 2003• 12:16• Sem categoria
PF TEM 30 DIAS PARA EXUMAR O CORPO DE EX-DIRETOR DO BANESTADO
Peritos da Polícia Federal de Brasília em conjunto com outras instituições conveniadas tem 30 dias para exumar o corpo do ex-diretor do Banestado Leasing, Osvaldo Luiz Magalhães dos Santos. A determinação foi feita na tarde de ontem pelo juiz Sérgio Moro, da 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba, especializada em lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional. O ex-diretor do banco morreu num acidente automobilístico em 1998, num feriado de 7 de Setembro na região de Ponta Grossa. Na época ele era acusado de participar de operações irregulares que causaram prejuízo de R$600 milhões a Banestado Leasing. Mês passado, membros da CPI do Banestado protocolaram pedido de exumação do corpo, a causa recebeu também recebeu parecer favorável por parte do Ministério Público Federal; que ressaltou que a CPI tinha poderes de investigação e não precisaria de autorização judicial para exumar o material.
A 2ª Vara Criminal informou que vai determinar a realização de testes de DNA do corpo, comparando com materiais cedidos por familiares. A iniciativa foi tomada porque os advogados dos filhos de Magalhães, Thiago Luvizotto dos Santos e Joaquim dos Santos Neto, bem como do pai do ex-diretor, Joaquim dos Santos Filho, informaram à Justiça Federal que a família está disposta em colaborar com as investigações.De acordo com o presidente da CPI do Banestado, deputado Neivo Beraldin, ainda não há data nem horário definidos para a realização da exumação. A 2ª Vara proibiu a presença da imprensa no local
Fetec/PR(Com informações do TudoParaná)
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