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Por 15:12 Agenda Sindical

Podcast: Sérgio Nobre destaca a participação da CUT no G20 Social

A importância histórica da realização do G20 Social, evento que acontece de 14 a 16 de nobembro no Rio de Janeiro e que reúne movimentos populares dos países que compõem o G20, foi destacada pelo presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, em entrevista especial para o Podcast Estúdio CUT, programa que estreia nesta segunda-feira (4) e será semanal com a participação do dirigente, trazendo a cada edição, um tema de grande relevância para a classe trabalhadora.  

Neste primeiro bate-papo, o dirigente explica o papel do G20 Social e ressaltou que, no Brasil, será inovador já que a participação dos movimentos passa a ser “institucional”. Em anos anteriores, ele explicou, as atividades eram realizadas de forma não oficial.

O G20 Social, uma inciativa que teve origem em 2009, durante o segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, é composto por 13 grupos de engajamento, ou seja, grupos temáticos que discutem as pautas de cada setor, com o objetico de que tais pautas incidam nas decisões políticas do líderes do G20.  “Não tem sentido os líderes dos 20 países mais ricos do mundo se reunirem, discutirem a pauta econômica e não debaterem os problemas do mundo, da sociedade, como o emprego, o combate às desigualdades. Sempre que o G20 ocorreu em outros países, a classe trabalhadora, os movimentos sociais, os movimentos populares ficaram à margem, tiverem de organizar atividades paralelas não reconhecidas pela organização do G20 para poder ter voz e fazer o contraponto à pauta dos líderes”, afirmou o presidente nacional da CUT.

L20

Entre os grupos que debatem pautas temáticas no G20 Social, está o do trabalho. Chamado de L20, cuja sigla se refere à palavra Labour (trabalho, na tradução para o português), o grupo é coordenado pela CUT. Na entrevista, Sérgio Nobre faz um resumo de quais serão as demandas a serem destacadas no evento.

“As propostas que vamos apresentar são de pensar o planeta – combater a desigualdade no planeta, gerar emprego. Então, por exemplo, o movimento sindical vai apresentar uma proposta muito interessante que é a geração de 575 milhões de novos empregos formais no até 2030 e também a formalização de um bilhão de empregos no mundo todo também até 2030”, conta o presidente da CUT, explicando que e a ideia é apresentar essas propostas ao presidente Lula para que ele as coloque no seu discurso com os líderes mundiais.

“Vai ser extraordinário. É uma coisa nova. A nossa luta, historicamente, sempre foi pensar no país. Agora, O G20 Social nos dá a oportunidade discutir o planeta. É uma oportunidade que os movimentos brasileiros contribuíram muito”, disse o dirigente.

Confira a entrevista completa com Sérgio Nobre

Fonte: CUT

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