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Presidenta Dilma diz que fortalecimento do Mercosul é fundamental para enfrentar crise

Brasília – O fortalecimento do Mercosul e o estreitamento das relações econômicas do Brasil com a Argentina são fundamentais para que a região possa enfrentar a crise internacional, disse hoje (2) a presidenta Dilma Rousseff, antes de participar da cerimônia de abertura da 3ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da América Latina e do Caribe (Calc), em Caracas. O tema também foi o principal assunto da reunião da presidenta Dilma com a colega da Argentina, Cristina Kirchner, hoje pela manhã.“Diante da crise, é necessário o fortalecimento do Mercosul. E também temos interesse em ampliar a integração produtiva Brasil–Argentina. Não queremos só ampliar relações comerciais, mas, sobretudo, construir cadeias que sejam complementares, que possam estreitar mais ainda essas relações econômicas nessa região e, com isso, eu não vou falar blindar, mas fortalecer Brasil e Argentina nesta próxima década, que tem indícios de ser de baixo crescimento”, disse a presidenta Dilma, de acordo com o Blog do Planalto.A presidenta declarou ainda que a 3ª Calc é um momento histórico, marcando o início da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). “Eu acho que é uma reunião histórica também pelo momento que o mundo passa. Em todo o mundo, não tem uma reunião tão grande de países em uma região que hoje está crescendo acima da taxa de crescimento global”, destacou.

Por Luciana Lima – Repórter da Agência Brasil. Edição: Aécio Amado

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Dilma diz que Brasil aumentou em 25% comércio com latino-americanos

Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff disse ontem (1º) à noite, em Caracas, que o Brasil aumentou em 25% o comércio com os países latino-americanos. Para Dilma, a integração regional atuará como “motor” para o desenvolvimento dos 33 países da América do Sul e do Caribe. Segundo ela, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável devem orientar as propostas das parcerias firmadas no âmbito da região.

“A integração produtiva com os países vizinhos é uma parte essencial de nossa estratégia para encontrar o crescimento e a capacitação de pessoas para tirá-las da pobreza e proporcionar oportunidades”, disse Dilma.

“Eu considero que estamos em outra fase. Nós podemos construir uma integração que seja realmente produtiva e que nos leve ao crescimento das economias e dos nossos povos. E nos leve a um processo que não seja a exploração de um país por outro”, acrescentou.

Na conversa com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, foram destaque as obras da Refinaria de Abreu e Lima – em Ipojuca, na região metropolitana de Recife – construída em parceria pelo Brasil e a Venezuela. As obras, que começaram em 2007, só devem ser concluídas em 2012.

Paralelamente, Dilma e Chávez firmaram 11 acordos bilaterais que envolvem a construção de casas populares, ações nas áreas de agricultura, ciência e tecnologia, petróleo, energia, o incremento das relações comerciais e econômicas. A ideia é ampliar a plantação de soja utilizada como ração animal.

Dilma está em Caracas para participar da 3ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da América Latina e do Caribe (Calc) e 1ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

*Com informações do Blog do Planalto e da gência pública de notícias da Venezuela, AVN//Edição: Graça Adjuto

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