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PREVENÇÃO DE CÂNCER – DIVULGUE!

Ministério da Saúde monta estratégia para reduzir em 20% mortes por câncer de mama

É possível curar o câncer de mama. Mas é preciso descobrir cedo se a mulher é portadora da doença. Para isso, as mulheres com mais de 40 anos de idade devem procurar o médico para fazer exames clínicos das mamas e checar se há risco ou sintoma da doença. Se na família algum parente em primeiro grau já teve câncer de mama é necessário fazer essa checagem a partir dos 35 anos de idade, associado a mamografia anual. Já as mulheres entre 50 e 69 anos, sem histórico familiar da doença, devem realizar a mamografia a cada dois anos. O auto-exame também é recomendado, mas sempre associado a visitas médicas.

Essas são as estratégias do governo para reduzir em 20% as mortes por câncer de mama no país. As recomendações foram apresentadas pelo Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) no documento chamado Consenso Brasileiro de Mama. Obtido após reuniões técnicas com 70 especialistas brasileiros, o Consenso apresenta novas estratégias para detecção precoce e tratamento da doença. Um folheto com as principais perguntas e respostas sobre o câncer de mama para a população será distribuído pela secretarias estaduais de Saúde e Organizações Não-Governamentais. Esse material e a íntegra do Consenso de Mama também vão estar disponíveis no site www.inca.gov.br

O câncer de mama representa hoje a principal causa de morte por câncer entre as mulheres brasileiras. Estimativas do INCA de 2003 indicaram 9.335 óbitos pela doença e o surgimento de 41.610 novos casos somente naquele ano. O Consenso representa uma resposta a estes dados e começou a ser elaborado em novembro de 2003, durante uma oficina de trabalho organizada pela Área da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde e pelo INCA. O evento reuniu profissionais de saúde, pesquisadores, gestores e entidades de defesa dos direitos da mulher de todo o país.

A divulgação dessas informações é de interesse da comunidade, o que reforça a importância das rádios e jornais no trabalho de conscientização de toda a população

Por 14:22 Notícias

PREVENÇÃO DE CÂNCER – DIVULGUE!

Ministério da Saúde monta estratégia para reduzir em 20% mortes por câncer de mama
É possível curar o câncer de mama. Mas é preciso descobrir cedo se a mulher é portadora da doença. Para isso, as mulheres com mais de 40 anos de idade devem procurar o médico para fazer exames clínicos das mamas e checar se há risco ou sintoma da doença. Se na família algum parente em primeiro grau já teve câncer de mama é necessário fazer essa checagem a partir dos 35 anos de idade, associado a mamografia anual. Já as mulheres entre 50 e 69 anos, sem histórico familiar da doença, devem realizar a mamografia a cada dois anos. O auto-exame também é recomendado, mas sempre associado a visitas médicas.
Essas são as estratégias do governo para reduzir em 20% as mortes por câncer de mama no país. As recomendações foram apresentadas pelo Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) no documento chamado Consenso Brasileiro de Mama. Obtido após reuniões técnicas com 70 especialistas brasileiros, o Consenso apresenta novas estratégias para detecção precoce e tratamento da doença. Um folheto com as principais perguntas e respostas sobre o câncer de mama para a população será distribuído pela secretarias estaduais de Saúde e Organizações Não-Governamentais. Esse material e a íntegra do Consenso de Mama também vão estar disponíveis no site www.inca.gov.br
O câncer de mama representa hoje a principal causa de morte por câncer entre as mulheres brasileiras. Estimativas do INCA de 2003 indicaram 9.335 óbitos pela doença e o surgimento de 41.610 novos casos somente naquele ano. O Consenso representa uma resposta a estes dados e começou a ser elaborado em novembro de 2003, durante uma oficina de trabalho organizada pela Área da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde e pelo INCA. O evento reuniu profissionais de saúde, pesquisadores, gestores e entidades de defesa dos direitos da mulher de todo o país.
A divulgação dessas informações é de interesse da comunidade, o que reforça a importância das rádios e jornais no trabalho de conscientização de toda a população

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