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Previ reduz superávit neste ano

O aumento da volatilidade no mercado financeiro nos últimos meses, sobretudo na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), já influencia os resultados da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. O superávit acumulado do fundo, que fechou 2004 em R$ 9,7 bilhões, caiu para R$ 9 bilhões agora. O presidente da Previ, Sérgio Rosa, prevê, porém, uma recuperação no segundo semestre e acredita que a fundação deve fechar o ano batendo a meta atuarial (variação do INPC mais 6% ao ano).

Ele aposta, principalmente, na recuperação da bolsa. A Previ é uma das fundações que mais têm renda variável em seu patrimônio. Dos R$ 70 bilhões de sua carteira de investimentos, 59% estão em renda variável. Em 2004, a fundação superou, com folga, a meta atuarial. No total, a rentabilidade foi de 25,62%, bem acima da meta atuarial, de 15,7%. Os resultados do primeiro semestre devem ser divulgados nos próximos 10 dias.

Para 2006, a Previ prepara a adoção de uma nova tábua atuarial, que está em fase final de estudos. A nova tábua deve alongar a expectativa dos contribuintes do fundo para 81 anos. A fundação deve trocar a tábua atual (a GAN-71) para a GAN-83.

Também para o início de 2006, a fundação deve começar a alocar os R$ 350 milhões que destinou para os fundos que compram participações em empresas (private equity). A fundação está fazendo a seleção dos gestores que receberão os recursos. A idéia, segundo Rosa, é aplicar em setores como infra-estrutura. “Os fundos de private equity tendem a ter rentabilidade maior que a da bolsa”, disse.

Dos R$ 350 milhões, a fundação vai destinar uma parcela para um fundo de investimento em infra-estrutura do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que pretende reunir US$ 500 milhões. Segundo Rosa, a idéia é juntar algumas fundações e fazer um aporte maior, para que se consiga uma cadeira no conselho de administração do fundo.

Já para a carteira de imóveis (que representa 4,33% do total do portfólio), a única a não bater a meta atuarial no ano passado, o projeto é reavaliar posições.

Fonte: Valor Econômico – Altamiro Silva Júnior

Por 10:28 Notícias

Previ reduz superávit neste ano

O aumento da volatilidade no mercado financeiro nos últimos meses, sobretudo na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), já influencia os resultados da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. O superávit acumulado do fundo, que fechou 2004 em R$ 9,7 bilhões, caiu para R$ 9 bilhões agora. O presidente da Previ, Sérgio Rosa, prevê, porém, uma recuperação no segundo semestre e acredita que a fundação deve fechar o ano batendo a meta atuarial (variação do INPC mais 6% ao ano).
Ele aposta, principalmente, na recuperação da bolsa. A Previ é uma das fundações que mais têm renda variável em seu patrimônio. Dos R$ 70 bilhões de sua carteira de investimentos, 59% estão em renda variável. Em 2004, a fundação superou, com folga, a meta atuarial. No total, a rentabilidade foi de 25,62%, bem acima da meta atuarial, de 15,7%. Os resultados do primeiro semestre devem ser divulgados nos próximos 10 dias.
Para 2006, a Previ prepara a adoção de uma nova tábua atuarial, que está em fase final de estudos. A nova tábua deve alongar a expectativa dos contribuintes do fundo para 81 anos. A fundação deve trocar a tábua atual (a GAN-71) para a GAN-83.
Também para o início de 2006, a fundação deve começar a alocar os R$ 350 milhões que destinou para os fundos que compram participações em empresas (private equity). A fundação está fazendo a seleção dos gestores que receberão os recursos. A idéia, segundo Rosa, é aplicar em setores como infra-estrutura. “Os fundos de private equity tendem a ter rentabilidade maior que a da bolsa”, disse.
Dos R$ 350 milhões, a fundação vai destinar uma parcela para um fundo de investimento em infra-estrutura do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que pretende reunir US$ 500 milhões. Segundo Rosa, a idéia é juntar algumas fundações e fazer um aporte maior, para que se consiga uma cadeira no conselho de administração do fundo.
Já para a carteira de imóveis (que representa 4,33% do total do portfólio), a única a não bater a meta atuarial no ano passado, o projeto é reavaliar posições.
Fonte: Valor Econômico – Altamiro Silva Júnior

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